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Minha Dieta – Rotina Alimentar

Oi, gente! Sempre comi bem certinho mas ultimamente, por conta das viagens (quando eu viajo, como tudo mesmo e deixo a academia de lado! Haha) vi meu corpo mudar um pouco e senti a necessidade de seguir uma rotina alimentar, com o acompanhamento de uma nutricionista! Não para emagrecer, mas diminuir um pouco minha porcentagem de gordura e aumentar a massa magra.

Nesse vídeo, gravei tudo o que eu comi durante uma semana, para mostrar para vocês minha “dieta”! Confiram o resultado no final do vídeo 🙂

 

Beijos,

Luisa

30 maio 2016
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Bem Estar, Lifestyle, Saúde

9 Dicas para Beber Mais Água

Gente beber água é muito importante para TUDO – não só deixa a pele incrível, mas faz bem para o nosso corpo. Eu demorei muito para me acostumar com o hábito de tomar muita água, mas posso dizer que senti uma diferença gigante no meu bem estar. Uma boa dica é carregar uma garrafa de 1 litro na bolsa (nada prático, eu sei, mas vale a pena!) e enchê-la de 2 a 3 vezes ao dia.

Conheço muitas pessoas que bebem 1 único copo por dia! Vocês não sabem o quão mal isso faz para o organismo, pois o ideal seria beber uns 10 copos por dia. Beber muita água pode melhorar sua digestão, imunidade, diminuir dores de cabeça… Digamos que é um santo remédio.

1) Tente beber 1 a 2 copos de água à temperatura ambiente todas as manhãs antes de qualquer outra coisa. Você pode em seguida tomar água com  limão para aumentar o metabolismo!
2) Algumas pessoas usam canudo. Bebendo de canudo ajuda a bebida a desaparecer antes que possam piscar. Não sei o que é, mas aparentemente canudos parecem ser eficazes!
3) Invista em um bom filtro e garrafa que você goste. Beber água limpa e purificada é o melhor caminho, e torná-se mais agradável, escolhendo uma garrafa de água que você gosta.
4) Coma sua água. Que? Sim. Coma mais frutas e vegetais que são compostos principalmente de água, como pepino, aipo, melancia, rabanete, alface, citrinos e pimentões.

5 )Um por um. Cada vez que você tem um refrigerante, suco ou bebida alcoólica, beba um copo de água. (Este pode ser um problema, você terá que ir no banheiro algumas vezes hahaha.)
6) Fazer lembretes. Nota para si mesmo no espelho, o frigorífico, a porta. Ou baixar um aplicativo que acompanha o seu consumo diário e te lembra para beber água!
7) Beber água mineral com gás. Se você é um fã de sódio, isso pode ser uma maneira mais fácil de reduzir o refrigerante e beber mais água. Porque não né?
8) Cada vez que tomar um copo aproveite e tome mais um, se force a isso. Depois de um tempo seu corpo vai começar a pedir que você tome essa atitude.
9 Defina uma meta para cada dia e estar atento. Fazer progressos. Você vai começar a ver como se sente bem.

Beijos,

Lu

30 maio 2016
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Bem Estar, Comportamento

Deixe-a entrar, mas não a convide para ficar

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Ela chegou de mansinho. Como quem não quer nada, dando pequenas demonstrações. De repente, se instalou de vez. Fez morada e ainda avisou que estava ali para ficar por um determinado tempo. Deixou-me inquieta, com dor de cabeça, em alguns momentos com muita fome e em outros sem fome alguma. Foi difícil não conter as lágrimas ou, por vezes, os surtos de estresse com quem não tinha nada a ver com a história. Ela me deu azia, alergia e insônia. Ela realmente mostrou a que veio.

A tal da ansiedade tem personalidade forte. O seu objetivo principal é contribuir para o sofrimento por antecipação. Antes de algum acontecimento, seja ele bom ou ruim, ela chega para ficar. E quanta angústia nos traz. Um sentimento que, apesar de você não conseguir ao certo identificá-lo, sabe-se muito bem reconhecê-lo. Seja qual for o motivo, ela estará por lá. A prova da próxima semana, a festa de aniversário, o projeto no trabalho, enfim, qualquer acontecimento é motivo suficiente.

E aí, quando ela chega, as pessoas querem se livrar ao máximo dela. Ansiolíticos, atividade física intensa, comida em exagero e tentativas fracassadas de dormir a qualquer custo. Qualquer alternativa é válida para aliviar os sintomas da ansiedade. Sim, se algo lhe angustia, é preciso encontrar meios de exterminá-lo. No entanto, à medida que as pessoas procuram livrar-se da ansiedade, tornam-se cada vez mais ansiosas. Ficam obcecadas pelo seu fim e esquecem de vivê-la.

Na maioria das vezes, viver a ansiedade já é uma forma de aliviá-la. Desconsidero aqui, é claro, os casos mais agudos e que realmente precisam de medidas mais drásticas. Contudo, para a ansiedade nossa de cada dia, quanto menos atenção darmos a ela, mais rápido ela nos deixará. Estar ansioso é sinal de sentimento à flor-da-pele.  E sentimento, por mais que não nos traga sensações sempre tão boas, é sentimento. É sinal de que você se afeta pelas coisas e que elas te afetam de alguma forma. Afinal, você está vivo.

Quando ela chegar, não a recrimine. Dê um certo acolhimento a ela. Sinta-a, mas não a dê tanta atenção, pois é isso que ela busca. As dores de cabeça, as alergias e as tantas outras consequências da ansiedade são sinais de que ela quer chamar a sua atenção a qualquer custo. Trate esses sintomas e esqueça da ansiedade. Saiba que ela está ali porque algo importante está prestes a acontecer. E você só irá saber se foi bom ou ruim depois de passar por aquele momento. Nesses casos, sofrer por antecipação só lhe fará sofrer à toa. E de sofrimentos, já basta o que a vida nos traz.

Portanto, seja bem-vinda, ansiedade. Chegue, sente-se, mas não se sinta muito à vontade. Por aqui, você não faz morada. Os seus dias estão contados.

Isabela Nicastro

Isabela Nicastro

Capricorniana, 23 anos, jornalista. Apaixonada por mar, cães e cafés da tarde em família. Não dispenso bacon e muito menos uma boa história. Meu coração é intenso e grita mais do que a razão. Tenho o sentimento como guia e a escrita como ferramenta. Conheça mais de mim e dos meus textos no Sem Travas na Língua.

29 maio 2016
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Bem Estar, Comportamento

Luto.

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Uma adolescente de 16 anos foi estuprada no Rio de Janeiro por 33 homens. Poderia ser eu, você, sua mãe, sua avó, sua irmã, sua filha, sua melhor amiga. Poderia ter acontecido na sua cidade, no seu bairro, na sua rua. E esses homens não são doentes que escaparam de um manicômio, não são psicopatas, eles também são pais, filhos, namorados, maridos, irmãos. Isso porque, na nossa cultura, a violência contra a mulher é banalizada, relativizada, é algo tido como normal e que faz parte do nosso dia a dia. No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 12 minutos. 12 minutos! Enquanto escrevo esse texto, pelos menos quatro mulheres terão seus corpos invadidos por alguém que as considera um simples objeto. Nenhuma mulher está a salvo. A violência não distingue idade, cor, posição social. Baste ter nascido mulher.

Passei o dia de ontem muito abalada com essa história. Pensei na menina, e pensei nas milhares de mulheres que passaram e vão passar pela mesma coisa e cujas histórias vão para sempre ficar enterradas. Que vão para sempre se sentir culpadas, diminuídas, sem voz. E cujos estupradores vão continuar por aí, livres, repetindo o comportamento e passando a cultura do estupro para seus filhos. Nós não podemos banalizar isso! Não, não é culpa da mulher. Não, a mulher não “pediu” porque estava usando roupa curta, batom vermelho, porque estava fora de casa a noite, porque ingeriu bebida alcoólica. Isso é culpa de uma sociedade inteira que considera a mulher um ser inferior, que nos oprime e desumaniza, que não leva em conta nossas vontades, que enxerga nossos corpos como algo que os homens tem direito de usufruir como e quando quiserem. NUNCA é culpa da vítima. Preciso deixar isso bem claro.

Nós, mulheres, conquistamos tanta coisa: somos independentes, estudamos, trabalhamos, lutamos. Ao mesmo tempo, convivemos diariamente com a insegurança, temos medo de sair sozinhas, de usar uma roupa mais curta, temos tomar cuidado onde vamos parar nosso carro ou em que ponto vamos pegar o ônibus. Somos tão livres, e ao mesmo tempo tão acorrentadas.

Até quando? Como mulher, como irmã, como filha, como amiga, como blogueira que tem muitas leitoras mulheres, fica aqui meu apelo: vamos nos unir! Vamos parar de nos jogar umas contra as outras, de chamar a outra de “biscate”, de tolerar e perpetuar a cultura machista. A violência contra uma mulher é uma agressão contra todas nós. Mais união, mais empatia! Não vamos ensinar nossas filhas que elas não devem sair sozinhas à noite, vamos ensinar nossos filhos que homens e mulheres são iguais, e que o corpo de uma mulher é propriedade somente dela.

A minha amiga Layse Moraes, do blog Coração Nonsense, fez um vídeo sobre esse assunto, que merece ser compartilhado:

27 maio 2016
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