Resenhas, Beleza

Resenha: Hidratante Moisture Surge Intense, da Clinique

Oi, gente! Já comentei várias vezes com vocês que minha pele do rosto é um tanto quanto bipolar: no verão, ela é mista na Zona T, e no inverno, ela fica super seca (de descamar mesmo, sabem?) e sensível! Ultimamente, apesar de o inverno ainda não ter chegado de vez aqui em Londrina, eu ando viajando muito e minha pele vem sofrido bastante. É avião, mudanças bruscas de temperatura…

Minha mãe não é super expert em dicas de beleza, mas surpreendentemente ela me apresentou o meu novo produto queridinho: o Moisture Surge Intense da Clinique, um gel-creme hidratante e fortificante. Ele é indicados para peles secas a mistas, é oil-free, não contém parabenos e é uma versão mais power do Moisture Surge, também da marca – eu nunca testei esse, mas vi que o diferencial é que o Surge Intense também repara e reforça a barreira natural de hidratação da pele.

Estou passando duas vezes ao dia: de manhã, antes do protetor solar, e à noite, depois da rotina indicada pela minha dermatologista. Por ter uma textura levíssima (é uma delícia!), uma dica é usar o Moisture Surge Intense também para preparar a pele antes da maquiagem – dá aquele “glow”, tipo nasci assim! O produto é absorvido super rápido, então o rosto não fica melequento nem oleoso. Já senti que minha pele está bem mais hidratada e saudável, com vida mesmo! Melhor hidratante que eu já testei 🙂 Outro produto da linha que eu não vivo sem é o All About Eyes Rich – creme para área dos olhos que deixa essa região hidratada, reduz olheiras e inchaço. Uso todos os dias de manhã, antes da maquiagem – dá muita diferença na pele!

Eu comprei no free shop de Guarulhos e paguei cerca de 40 dólares – aqui no Brasil o produto é ainda mais salgado, mas ele dura muito!

Beijos,

Luisa

26 maio 2017
Comente
Compartilhe

Me siga no Instagram: @luisa.accorsi

Looks, Look Dia, Moda

Sporty Vibe

A tendência “sporty” veio mesmo para ficar! Várias referências street com pegada esportiva, como moletons, agasalhos e listras laterais, saíram das academias e quadras direto para o nosso guarda roupa. Acho esse estilo super cool e adoro misturar peças desse estilo com outras mais delicadas: esse contraste fica incrível e super estiloso. Todos os looks do post de hoje são da Bonequinha de Luxo e tem essa pegada atlética e super cool. Gostaram?


Fotos: Bela Mayer

26 maio 2017
Comente
Compartilhe

Me acompanhe no YouTube!

Looks, Look Dia, Moda

A Casa – Looks Bonequinha de Luxo

Londrina tem muitos lugares incríveis que não conheço, e uma das minhas metas esse ano é explorar mais a minha cidade! A casa é um desses lugares: é um coletivo artesanal, que vende vários itens de artistas locais. “A Casa” fica em uma casa antiga, de madeira, mas com arquitetura super moderna – o mix de estilos é super bacana! Fotografei três looks da Bonequinha de Luxo, marca que conheci há pouco tempo e adorei! Eles tem peças super modernas e atuais, com caimento ótimo. Gostaram?

Fotos: Yellow Estúdio

Beijos,

Luisa

23 maio 2017
Comente
Compartilhe

Me siga no Instagram: @luisa.accorsi

Viagens, Lifestyle

Dicas de Viagem – Myanmar

Myanmar foi um dos países mais especiais que já visitei. Sabe quando você vê uma foto na internet e já se apaixona pelo lugar? Então, foi isso que aconteceu quando vi uma foto dos balões sobrevoando Bagan. A partir daí, comecei a sonhar com essa viagem – que me surpreendeu positivamente e foi ainda melhor do que eu esperava. Nesse post, vou dar várias dicas de viagem do Myanmar.

MYANMAR:

Como Myanmar não é um destino muito popular e conhecido, vale uma breve aula de geografia. Myanmar é o maior país do sudeste asiático e faz fronteira com a Tailândia, Bangladesh, Laos e China – daí super enorme diversidade geográfica e cultural. O país foi colônia britânica até a metade do século passado, quando passou a ser governado por uma ditadura militar ferrenha que durou até 2012 e manteve o país fechado para o resto do mundo. A partir de 2012, o país foi aos poucos se abrindo para o mundo exterior e para o turismo – hoje, tem uma variedade de hotéis de todas as faixas de preço, ATMS, a maioria dos restaurantes e hotéis aceita cartão de crédito e a internet é melhor do que em muitos lugares do Brasil! Mas não se engane, Myanmar é um país pobre, muito pobre. Apesar das mudanças e melhorias rápidas, 70% da população vive sem energia elétrica as condições na zona rural do país são precárias. Saneamento básico mesmo nas grandes cidades não é uma realidade, a mortalidade infantil  e taxa de analfabetismo são altas e expectativa de vida baixa (65 anos). Mesmo assim, não é um país perigoso! O maior perigo está nas zonas de conflito político (principalmente nas fronteiras) onde é proibido o turismo. Nas cidades turísticas, as taxas de violência são baixas, e me senti muito segura em todos os momentos. A lingua local é o birmanes, e poucas pessoas falam inglês – mesmo assim, conseguimos nos virar bem, pois são todos muito simpáticos e o google ajuda bastante (não deixe de comprar um chip com internet quando chegar no aeroporto, indico operadoras Telenor ou Ooredoo). A moeda é o kyat (1000 kyats = 1 dólar), e você deve levar notas novas de dólares para trocar no aeroporto. Outro ponto importante para entender o país é compreender sua religiosidade: Myanamar é predominantemente budista, e senti uma energia espiritual muito forte por lá! São milhares de templos, pessoas rezando e monges por toda a parte.

POR QUE IR?

Além das paisagens lindas e diferentes (que vou falar mais para frente) o Myanmar é um dos únicos países da Ásia (o outro país que entra nessa lista é o Butão) onde pude viver uma experiência autêntica. Por ter ficado muito tempo fechado para o mundo exterior, a cultura do Myanmar ainda não foi influenciada pelo mundo ocidental (como aconteceu com a vizinha Tailândia, por exemplo). Lá, é possível ver e sentir os costumes daquele povo de maneira real, e não “turismo mastercard”, sabe? Há uma aura de aventura, de desbravar ao desconhecido, que senti ao visitar o país. Lá, os homens ainda usam saias (longyi, o traje típico), mulheres usam thanaka no rosto (um pó de árvore que parece argila e é usado para se protegerem do sol), e há uma espiritualidade muito grande em cada canto. É um país com uma energia sem igual, me emocionei várias vezes por lá!

COMO CHEGAR E SE LOCOMOVER PELO PAÍS?

É muito simples conseguir um visto para o Myanmar: basta acessar o site e pedir o visto online. O processo é bem simples, paga-se uma taxa de 50 dólares e o visto é válido por 48 dias. Também tem que ter vacina de febre amarela para entrar no país. Fui para Yangon (principal cidade do país) de Bangkok (Tailândia) de avião, pela Myanmar International. A outra empresa aérea que usei para me locomover pelo país foi a AIR KZB, que tem avião turbo-hélice mas são ótimos (é o mesmo que sempre vôo Londrina-Curitiba). Enfim, pesquisei bastante e recomendo essas duas empresas! As reservas foram feitas pelo próprio site, por cartão de crédito, e recebi as confirmações das passagens por email. As passagens não são baratas, então outro meio de transporte popular é o ônibus – eu não me arrisquei pois as estradas não são muito boas e as distancias são grandes, mas vale a pesquisa se você quer economizar.

YANGON:

Yangon é a antiga capital e maior cidade do país. Como toda cidade grande do sudeste asiático, é uma enorme – e confusa! – mistura de culturas, cheiros, pessoas. Eu, como amo uma confusão, adorei a cidade! Não é uma cidade propriamente “bonita”, mas é muito interessante e tem um dos lugares mais lindos que já visitei, a  Shwedagon Pagoda, um complexo enorme de templos bem no meio da cidade. O que mais me impressionou em Shwedagon, além da gigantesca estupa dourada com quase 100 metros de altura cobertas por placas de ouro do templo principal, foi a importância dela para os Birmaneses e como ela faz parte do seu dia a dia. O complexo é uma verdadeira cidade, com vários templos menores e repleta de birmaneses meditando e orando, mas também passeando, rindo, festejando, comendo… cheguei a conclusão que é uma espécie de “shopping” para eles, no sentido de ser um lugar onde a população vai nos seus momentos de lazer. Eu fui dois dias nessa pagoda, de tanto que amei – um dia, de manhã, onde quase não tinha turistas no local e podemos observar bem a cultura dos bismaneses – e outro dia, a noite, onde vi um por do sol sem igual!

Há várias outras pagodas em Yangon que valem a visita, mas essa é com certeza a mais impressionante! Outro passeio bacana é Yangon é fazer um food tour (a empresa que fiz chama Yangon Food tour, encontrei no google e achei ótimo!), um passeio onde passamos algumas horas no centro da cidade provando as principais comidas de rua locais. O conceito de higiene deles é diferente do nosso, mas amei todas as comidas (não teve nada estranho!) e foi uma ótima maneira de mergulhar na cultura do país. Um Restaurante mais turístico que fui e gostei foi o Mansoon – não deixe de provar o prato típico: Lahpet Thoke, uma “salada”de folhas de chá, amendoim, pimenta, alho, e muitos temperos – é deliciosa!

Um passeio “diferente” que fizemos e amamos foi andar no trem circular de Yangon. Ele dá a volta na cidade inteira e é frequentado pela população local, então é possível conhecer várias áreas da cidade e entender melhor sua cultura. O bilhete custa menos de um real e dura 3 horas. A dica é ir bem cedo (6 ou 8 da manhã). O trem sai da estação central.

Me hospedei no Governor’s House, um hotel incrível que era antiga casa de um politico importante. A “casa” tem estilo colonial, muita madeira, e fica em uma área tranquila, há 15 minutos do centro, em um terreno amplo e com muito verde. É um verdadeiro oásis no meio da cidade, sabe? Eu amei! O café da manhã é dos deuses – sério, tem muitas opções -, o serviço é impecável, me senti uma verdadeira rainha, e a piscina é uma delícia!

BAGAN:

Bagan é a cidade mais turística do Myanmar (é nela a tal foto dos meus sonhos, dos balões!) e, ao chegar lá, é fácil saber o porquê. O lugar é realmente mágico! São mais de dois mil templos antigos espalhados pela “cidade”, que é dividida em três zonas: Nyaung U, Old Bagan e New Bagan. Nos hospedamos em Old Bagan, onde ficam os templos, e o nosso hotel – Aureum Palace –  era literalmente no meio do sitio arqueológico! O serviço do hotel não era dos melhores, mas a vista era incrível. Ah, vale dizer que Old Bagan é longe do “centrinho”, e os taxis são bem caros em Bagan, então uma ida a noite para um restaurante não saia por menos de 30 dólares (só de taxi!). Sobre restaurantes, nossos preferidos foram: The Moon (restaurante vegetariano perto dos templos, ideal para almoço – maravilhoso, fomos duas vezes!) e Sanon (muito bom também, e todo lucro é revertido para capacitar jovens em perigo!).

Mas o que fazer em Bagan? Minha dica é pegar um mapa, alugar uma bicicleta elétrica (parece uma moto, mas é mais leve e elétrica, custa 10 dólares por dia) e se perder pelos templos! Sem guia, sem muito roteiro… é impossível visitar todos os templos, e os mais famosos normalmente nem são os mais legais (valem a visita, mas achei muito mais bacana “explorar” templos sem turistas!). Ver o por do sol de um templo desconhecido, só nós e aquela imensidão, foi um dos momentos mais especiais e marcantes da minha vida! Bagan não é perigosa, é uma cidade turística e as pessoas são amigáveis, então não precisa ter receio… coloque seu lado aventureiro para jogo, vale a pena! Outro passeio imperdível em Bagan é de balão – infelizmente eu deixei para reservar de última hora e não tinha mais lugar, me arrependi muito! Custa bem caro (400 dólares), mas todos que foram dizem que vale a pena!

E aí, se animaram para ir?

Beijos,

Luisa

18 maio 2017
Comente
Compartilhe

Me acompanhe no YouTube!

1 2 3 568