Comportamento, Bem Estar

6 dicas para quem se sente sobrecarregado!

Todo mundo já se sentiu sobrecarregado e sem inspiração pelo menos uma vez na vida, né? Pode ser no trabalho, na vida escolar, na faculdade, enfim… temos mania de querer fazer tudo ao mesmo tempo e muito rápido (oi, tecnologia!), e quando isso se torna um motivo de stress, é hora de prestar atenção. Eu andei me sentindo assim nos últimos tempos e achei essas dicas para colocar a vida “de volta aos trilhos” super úteis! Espero que ajudem vocês também 🙂

Relembre seu objetivo: pensar constantemente nos seus propósitos e no que te faz buscar seus objetivos é essencial. Às vezes ficamos tão presos em tarefas, listas e coisas para fazer que nos esquecemos do por quê tanta dedicação e esforço! Identificar seus “por quês” vai te ajudar muito…

Comemore seu progresso: ao mesmo tempo que, na maioria das vezes, as tarefas do dia-dia são necessárias para se atingir um objetivo maior, é importante também comemorar o que vem antes. Olhe seu trabalho como um todo e comemore as todas as conquistas do seu caminho – isso vai te ajudar a te motivar e a fazer pausas (sem culpa!) quando precisar!

Aprenda a dizer não: já falei muitas vezes que tenho um sério problema em dizer não. Quantas vezes assumimos mais responsabilidades que somos capazes de aguentar? O dia tem 24 horas, não 45! Dizer que uma determinada coisa exige 110% de você e que você não tem condições de dar isso no momento não é de se envergonhar… aprender a pensar em você em primeiro lugar é um exercício diário para mim, e muito necessário!

Não foque na perfeição: sabemos que a perfeição é subjetiva e que é impossível ter milhões de coisas para fazer E fazer tudo de forma perfeita. Isso não significa que você tem que aceitar fazer coisas pelas quais não se orgulha, mas sim fazer bem feito ao invés de perfeito!

Desenvolva hábitos saudáveis: uma agenda cheia é, muitas vezes, uma desculpa para colocar de lado suas horas de sono, a academia e uma alimentação saudável, mas essas três coisas são essenciais para prevenir e combater o stress de um dia-dia sobrecarregado. Comer melhor, fazer exercícios e ter uma boa noite de sono afeta diretamente como você se sente – uma dose de endorfina é sempre bem-vinda!

Procure a ajuda de outras pessoas: Ano passado finalmente percebi que não estava dando conta de fazer tudo sozinha e contratei uma assistente, que também é minha amiga de anos, que tem me ajudado muito! Ser capaz de admitir que você não pode fazer alguma coisa sozinha e buscar o apoio de outras pessoas na hora crítica – de qualquer forma, inclusive emocional – é muito importante.

Beijos,

Luisa

10 mar 2017
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Comportamento, Bem Estar, Videos

Adolescência de diferentes gerações feat Ana Lídia Lopes

Mais um vídeo gravado na Casa dos Youtubers, dessa vez com a fofa Ana Lídia Lopes! Nós temos 10 anos de diferença (:O) e batemos um papo bem bacana sobre adolescência, confiram:

 

Me contem o que acharam!

Beijos,

Luisa

22 nov 2016
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Comportamento, Bem Estar

Você precisa deixar ir

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Quando já não cabe mais. Quando o espaço está apertado para o tamanho que a pessoa ocupa. Quando as lágrimas são mais constantes do que os sorrisos. Quando tudo começa a pesar. É aí que é preciso entender que não há mais nada a ser feito. Que as tentativas se esgotaram, afinal, é impossível continuar tentando quando não há mais disposição e respeito.

Não digo aqui que você precisa desistir no primeiro obstáculo. Descartar a outra pessoa como quem descarta um lixo reciclável: quando não lhe serve mais, descarta na lixeira mais próxima. Não é pra deixar ir só porque ele gosta de salada e você, de bacon. Porque ele é de um signo que não é o par perfeito do seu. Não é por qualquer motivo que a gente vai sair descartando por aí.

No entanto, há de se considerar que o fim chegou quando há tanto peso em algo que deveria ser leve. Uma relação, seja ela qual for, deve vir para acrescentar, jamais para tirar o que há de belo. Quando, ao se olhar no espelho, não encontrar mais o brilho que lhe pertencia, é a hora de parar. De colocar um ponto final, quando, por vezes, você insiste em colocar vírgula.

É preciso se reconhecer em uma relação. Entender que você é um, antes de ser dois. No momento em que tudo começa a desandar, você tende a não se reconhecer mais. Os seus amigos agora são os amigos dele. Os programas são sempre os que ele escolhe. Você não sabe mais qual é a sua vontade, sem ser a vontade dele. Você tem se tornado uma massa amorfa, sem gosto, sem opinião e, principalmente, sem força.

Apesar da dor da separação, nesses casos, ela é a única saída para que você não acabe se separando de você mesma. Para resgatar a própria identidade, é preciso deixar ir. Com a partida do outro, a casa fica vazia, com toda aquele desordem e sujeira. Aí é o momento de tirar o tapete e revelar tudo que havia por baixo dele. De fazer uma faxina, eliminando o que te impede de se reencontrar.

Nessa limpeza, você acabará encontrando resquícios de identidade. O livro que você tanto gostava, os convites de um show antigo da sua banda preferida, as cartinhas dos amigos, o brinquedo preferido na infância. Você redescobre que havia um “eu”, antes de haver um “nós”. O brilho reaparece, depois de se manter ofuscado diante de tanta poeira.

É hora de tirar a poeira, lustrar o brilho e deixar a casa pronta para as futuras visitas. Elas virão para reforçar ainda mais a beleza do seu interior, jamais para escondê-la.

Basta! Antes que ela precise pedir socorro. Leia aqui.

 

24 jul 2016
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Comportamento, Bem Estar

Ame-se, menina!

amor

“O que será que ela tem? Ela não é tão bonita fisicamente, mas, no fundo, é tão linda!”

Você já deve ouvido isso por aí. Aliás, você já deve ter falado isso de alguém. Algumas pessoas simplesmente exalam beleza, mesmo que esta não signifique apenas aparência. São pessoas que estão sempre sorrindo. Estão bem, mesmo que as coisas não caminhem tão bem assim. São humildes e atenciosas. E, sobretudo, são donas de um coração enorme, onde há espaço para cada um que se aproxima.

São maravilhosamente belas. Donas de belezas únicas e originais. Chamam a atenção por onde passam e, por incrível que pareça, essa atenção não vem da bunda sem celulite, do cabelo sedoso e muito menos do corpo magro e esbelto. Então, você se pergunta, de onde vem? Vem de dentro, moça. É fruto de uma autoestima elevada e de um empoderamento de dar inveja. São pessoas que se gostam, muito antes de gostarem dos outros. Têm o amor-próprio como guia e aceitação como objetivo diário.

E, diferente do que você pensa, essas pessoas não são diferentes de você. Não pertencem a outro mundo ou são as raras exceções de sorte da vida. Pelo contrário, são exatamente iguais a você. Sofrem, choram e, por vezes, querem ficar em casa, de pijama e com uma panela de brigadeiro na mão. São de carne e osso. Assim como eu, assim como você. No entanto, talvez os que as diferencie é que elas entendem as próprias imperfeições. Mais do que isso, as aceitam e não têm a pretensão de ser nada além do que já são.

Enquanto você está aí descontente com o seu corpo, com o seu cabelo que nem sempre está do jeito que você quer e com tantas outras coisas, elas estão lá, aceitando os bad hair days da vida, as gordurinhas a mais e tudo que poderia lhes incomodar, mas que, de forma alguma, as incomoda. Não incomoda porque elas não precisam da perfeição para estarem belas. Não precisam ser bonecas de plástico ambulantes para, de fato, se gostarem.

Elas são elas. E isso basta. Talvez, menina, seja a hora de começar a ser você mesma. De entender o que te faz bem, o que você gosta e o que pretende mudar. De começar a se olhar no espelho e, ao invés de procurar defeitos, encontrar o que te agrada. Você, com certeza, tem muitas coisas que agradam, mas você insiste em não vê-las. Insiste em se apegar a outras que considera defeitos, mesmo não sendo.

Não falta muito para você entrar para o time das pessoas iluminadas e belas. Aliás, falta apenas uma coisa. Um ingrediente especial que, com certeza, deixará o conteúdo especialmente belo: a autoestima. É hora de começar a te enxergar com os mesmos olhos que você enxerga essas pessoas que admira, com os olhos do coração. Ame-se, menina.

Porque nós não somos de plástico. Leia aqui.

 

10 jul 2016
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