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Dicas de Viagem – Myanmar

Myanmar foi um dos países mais especiais que já visitei. Sabe quando você vê uma foto na internet e já se apaixona pelo lugar? Então, foi isso que aconteceu quando vi uma foto dos balões sobrevoando Bagan. A partir daí, comecei a sonhar com essa viagem – que me surpreendeu positivamente e foi ainda melhor do que eu esperava. Nesse post, vou dar várias dicas de viagem do Myanmar.

MYANMAR:

Como Myanmar não é um destino muito popular e conhecido, vale uma breve aula de geografia. Myanmar é o maior país do sudeste asiático e faz fronteira com a Tailândia, Bangladesh, Laos e China – daí super enorme diversidade geográfica e cultural. O país foi colônia britânica até a metade do século passado, quando passou a ser governado por uma ditadura militar ferrenha que durou até 2012 e manteve o país fechado para o resto do mundo. A partir de 2012, o país foi aos poucos se abrindo para o mundo exterior e para o turismo – hoje, tem uma variedade de hotéis de todas as faixas de preço, ATMS, a maioria dos restaurantes e hotéis aceita cartão de crédito e a internet é melhor do que em muitos lugares do Brasil! Mas não se engane, Myanmar é um país pobre, muito pobre. Apesar das mudanças e melhorias rápidas, 70% da população vive sem energia elétrica as condições na zona rural do país são precárias. Saneamento básico mesmo nas grandes cidades não é uma realidade, a mortalidade infantil  e taxa de analfabetismo são altas e expectativa de vida baixa (65 anos). Mesmo assim, não é um país perigoso! O maior perigo está nas zonas de conflito político (principalmente nas fronteiras) onde é proibido o turismo. Nas cidades turísticas, as taxas de violência são baixas, e me senti muito segura em todos os momentos. A lingua local é o birmanes, e poucas pessoas falam inglês – mesmo assim, conseguimos nos virar bem, pois são todos muito simpáticos e o google ajuda bastante (não deixe de comprar um chip com internet quando chegar no aeroporto, indico operadoras Telenor ou Ooredoo). A moeda é o kyat (1000 kyats = 1 dólar), e você deve levar notas novas de dólares para trocar no aeroporto. Outro ponto importante para entender o país é compreender sua religiosidade: Myanamar é predominantemente budista, e senti uma energia espiritual muito forte por lá! São milhares de templos, pessoas rezando e monges por toda a parte.

POR QUE IR?

Além das paisagens lindas e diferentes (que vou falar mais para frente) o Myanmar é um dos únicos países da Ásia (o outro país que entra nessa lista é o Butão) onde pude viver uma experiência autêntica. Por ter ficado muito tempo fechado para o mundo exterior, a cultura do Myanmar ainda não foi influenciada pelo mundo ocidental (como aconteceu com a vizinha Tailândia, por exemplo). Lá, é possível ver e sentir os costumes daquele povo de maneira real, e não “turismo mastercard”, sabe? Há uma aura de aventura, de desbravar ao desconhecido, que senti ao visitar o país. Lá, os homens ainda usam saias (longyi, o traje típico), mulheres usam thanaka no rosto (um pó de árvore que parece argila e é usado para se protegerem do sol), e há uma espiritualidade muito grande em cada canto. É um país com uma energia sem igual, me emocionei várias vezes por lá!

COMO CHEGAR E SE LOCOMOVER PELO PAÍS?

É muito simples conseguir um visto para o Myanmar: basta acessar o site e pedir o visto online. O processo é bem simples, paga-se uma taxa de 50 dólares e o visto é válido por 48 dias. Também tem que ter vacina de febre amarela para entrar no país. Fui para Yangon (principal cidade do país) de Bangkok (Tailândia) de avião, pela Myanmar International. A outra empresa aérea que usei para me locomover pelo país foi a AIR KZB, que tem avião turbo-hélice mas são ótimos (é o mesmo que sempre vôo Londrina-Curitiba). Enfim, pesquisei bastante e recomendo essas duas empresas! As reservas foram feitas pelo próprio site, por cartão de crédito, e recebi as confirmações das passagens por email. As passagens não são baratas, então outro meio de transporte popular é o ônibus – eu não me arrisquei pois as estradas não são muito boas e as distancias são grandes, mas vale a pesquisa se você quer economizar.

YANGON:

Yangon é a antiga capital e maior cidade do país. Como toda cidade grande do sudeste asiático, é uma enorme – e confusa! – mistura de culturas, cheiros, pessoas. Eu, como amo uma confusão, adorei a cidade! Não é uma cidade propriamente “bonita”, mas é muito interessante e tem um dos lugares mais lindos que já visitei, a  Shwedagon Pagoda, um complexo enorme de templos bem no meio da cidade. O que mais me impressionou em Shwedagon, além da gigantesca estupa dourada com quase 100 metros de altura cobertas por placas de ouro do templo principal, foi a importância dela para os Birmaneses e como ela faz parte do seu dia a dia. O complexo é uma verdadeira cidade, com vários templos menores e repleta de birmaneses meditando e orando, mas também passeando, rindo, festejando, comendo… cheguei a conclusão que é uma espécie de “shopping” para eles, no sentido de ser um lugar onde a população vai nos seus momentos de lazer. Eu fui dois dias nessa pagoda, de tanto que amei – um dia, de manhã, onde quase não tinha turistas no local e podemos observar bem a cultura dos bismaneses – e outro dia, a noite, onde vi um por do sol sem igual!

Há várias outras pagodas em Yangon que valem a visita, mas essa é com certeza a mais impressionante! Outro passeio bacana é Yangon é fazer um food tour (a empresa que fiz chama Yangon Food tour, encontrei no google e achei ótimo!), um passeio onde passamos algumas horas no centro da cidade provando as principais comidas de rua locais. O conceito de higiene deles é diferente do nosso, mas amei todas as comidas (não teve nada estranho!) e foi uma ótima maneira de mergulhar na cultura do país. Um Restaurante mais turístico que fui e gostei foi o Mansoon – não deixe de provar o prato típico: Lahpet Thoke, uma “salada”de folhas de chá, amendoim, pimenta, alho, e muitos temperos – é deliciosa!

Um passeio “diferente” que fizemos e amamos foi andar no trem circular de Yangon. Ele dá a volta na cidade inteira e é frequentado pela população local, então é possível conhecer várias áreas da cidade e entender melhor sua cultura. O bilhete custa menos de um real e dura 3 horas. A dica é ir bem cedo (6 ou 8 da manhã). O trem sai da estação central.

Me hospedei no Governor’s House, um hotel incrível que era antiga casa de um politico importante. A “casa” tem estilo colonial, muita madeira, e fica em uma área tranquila, há 15 minutos do centro, em um terreno amplo e com muito verde. É um verdadeiro oásis no meio da cidade, sabe? Eu amei! O café da manhã é dos deuses – sério, tem muitas opções -, o serviço é impecável, me senti uma verdadeira rainha, e a piscina é uma delícia!

BAGAN:

Bagan é a cidade mais turística do Myanmar (é nela a tal foto dos meus sonhos, dos balões!) e, ao chegar lá, é fácil saber o porquê. O lugar é realmente mágico! São mais de dois mil templos antigos espalhados pela “cidade”, que é dividida em três zonas: Nyaung U, Old Bagan e New Bagan. Nos hospedamos em Old Bagan, onde ficam os templos, e o nosso hotel – Aureum Palace –  era literalmente no meio do sitio arqueológico! O serviço do hotel não era dos melhores, mas a vista era incrível. Ah, vale dizer que Old Bagan é longe do “centrinho”, e os taxis são bem caros em Bagan, então uma ida a noite para um restaurante não saia por menos de 30 dólares (só de taxi!). Sobre restaurantes, nossos preferidos foram: The Moon (restaurante vegetariano perto dos templos, ideal para almoço – maravilhoso, fomos duas vezes!) e Sanon (muito bom também, e todo lucro é revertido para capacitar jovens em perigo!).

Mas o que fazer em Bagan? Minha dica é pegar um mapa, alugar uma bicicleta elétrica (parece uma moto, mas é mais leve e elétrica, custa 10 dólares por dia) e se perder pelos templos! Sem guia, sem muito roteiro… é impossível visitar todos os templos, e os mais famosos normalmente nem são os mais legais (valem a visita, mas achei muito mais bacana “explorar” templos sem turistas!). Ver o por do sol de um templo desconhecido, só nós e aquela imensidão, foi um dos momentos mais especiais e marcantes da minha vida! Bagan não é perigosa, é uma cidade turística e as pessoas são amigáveis, então não precisa ter receio… coloque seu lado aventureiro para jogo, vale a pena! Outro passeio imperdível em Bagan é de balão – infelizmente eu deixei para reservar de última hora e não tinha mais lugar, me arrependi muito! Custa bem caro (400 dólares), mas todos que foram dizem que vale a pena!

E aí, se animaram para ir?

Beijos,

Luisa

18 maio 2017
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Viagens, Lifestyle, Videos

10 coisas que aprendi em viagens EXÓTICAS!

Desde que viajei para o Butão no ano passado, tomei o gosto por fazer viagens mais exóticas (Ásia, te amo!!) e mal posso esperar para “ousar” no meu próximo destino, haha! Vontade louca de viajar a parte, também aprendi muito nessas viagens e decidi fazer um vídeo sobre isso 🙂 Espero que gostem!

Beijos,

Luisa

10 nov 2016
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Vietnam, Cambodia, Viagens, Lifestyle

Roteiro de Viagem: Vietnã e Cambodia

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Muita gente pediu e aí vai o roteiro da nossa viagem para o Vietnam e Cambodia. A primeira coisa que fizemos foi decidir o número de dias que tínhamos para viajar e a partir daí pesquisamos o que queríamos conhecer, como chegar a cada lugar, etc. Voamos de Paris direto para Saigon (Ho Chi Minh) de Air France e voltamos Hanoi /Paris. Os vôos internos fizemos de Vietnan Airlines. Sinceramente, não tivemos problemas: os aeroportos são bem bons, com boa estrutura, organizados e limpos.

Em geral, as o Vietnam é bem seguro. Não tivemos problemas com isso. Em Saigon e Hanoi, aconselho usar os táxis das empresas Mai Linh ou Vinasun.

Segue o nosso roteiro, espero que ajude!! No final de cada cidade coloquei  o que eu mudaria no roteiro.

SAIGON (Ho Chi Mihn) – ficamos 3 noites e 3 dias inteiros

Dia 1 – Almoçamos perto do hotel e passeamos pelo bairro que era um pouco distante do centro. No final da tarde, pegamos um barco para o centro. Lá passeamos mais um pouco e depois encontramos nossas guias para o XO Food Tour noturno, que foi o máximo!!

Dia 2 – De manhã fomos explorar os pontos turísticos na garupa das Vespas das meninas do XO Tours novamente. Almoçamos no L’Usine, restaurante/ loja super descolado! À tarde, aproveitamos pra fazer uma super massagem, passeamos mais um pouco pela cidade e fomos curtir a piscina do Hotel. Jantamos no The Deck.

Dia 3– Saímos cedo de barco para um passeio no famoso Delta do Rio Mekong com o pessoal do Les Rives. Pessoal super top, grupo pequeno, ótimo barco. Foi um passeio de um dia inteiro, visitamos pequenas propriedades rurais, famílias típicas desta parte do país e suas sobrinhas de estimação, além de cidadezinhas a beira do rio e seus mercados. Tivemos uma almoço típico e depois voltamos para Saigon.

Mais detalhes de Saigon aqui ou aqui.

Que eu mudaria: Talvez ficasse mais um dia para conhecer os túneis de Cu Chi ou o mercado de flores de Cho Ho Thi no amanhecer.

HOI AN – ficamos 3 noites e 3 dias

O vôo entre Saigon e Danang dura aproximadamente uma hora e de lá até Hoi An são mais 30 minutos de carro. O Hotel Anantara oferece transfer à partir do aeroporto.

Dia 4 – Chegamos na cidade a tarde aproveitamos para conhecer os famosos alfaiates e também passear à pé pelo centro histórico. Vejam tudo aqui

Dia 5 – Passamos a manhã na The Vy’s Market Cooking School e a tarde aproveitamos a piscina e a praia  do Nan Hai Hotel.

Dia 6 – Durante a manhã, fizemos o passeio alternativo até a ilha de Kim Bong com o pessoal da Hoi An Free Tour. À tarde, fomos de bicicleta até a vilazinha rural de Tra Que.

Dia 7 – Aproveitamos a manhã para fazer um tour fotográfico com o  Hoi An Photo Walk, pois à tarde partimos para Siem Reap (Cambodia).

Obs: Acho que faltou uma visita a cidade imperial de Hue!

SIAM REAP– ficamos 3 noites e 3 dias

Dia 7 – Chegamos no início da noite e nosso hotel, o Phum Bkaitang, era um pouquinho afastado da cidade, então pegamos um Tuk Tuk para nos levar até o centro da cidade. Jantamos no Embassy, na King’s Road. Muito bom!

Dia 8– Conhecemos alguns dos mais famosos templos como Angkor Wat, Bayon e Banteay Kdei. À tarde tivemos que ficar na piscina, pois estava muito calor!

Dia 9 – Voltamos para visitar mais templos como o Angkor Thom,  Ta Prohm e o mais distante Banteay Srei. Jantamos no Chanrey Tree.

Dia 10 –  Acordamos as 4 da manhã para ver o nascer do sol em Angkor Wat. Uma emoção, vale muito a pena! Tínhamos um passeio pela zona rural agendado, mas não conseguimos sair da piscina do hotel, pois o calor de mais de 40 graus não deixou – Abril é o mês mais quente no Cambodia, é insuportável mesmo.  À noite, tentamos passear na Pub street e visitar os mercados noturnos,mas não conseguimos ver muita coisa, de tanta gente que tinha nas ruas comemorando o ano Novo.

Dia 11 – Aproveitamos a manhã para conhecer o comércio local e passar pelo centro de Siam Reap. À tarde, pegamos o avião para Hanoi.

O que faltou: olhar no calendário e ver que era Ano Novo, isso significa que muitos restaurantes e lojas fechados!! Além do que, em Abril faz MUITO calor.

HANOI – 2 noites

Dia 12 – Fizemos um food tour muito legal com Marc, um australiano que vive há mais de 15 anos em Hanoi. Comemos vários tipos de street food e aproveitamos para conhecer um pouco da cultura local.

Dia 13 – Tiramos o dia para conhecer os pontos turísticos de Hanoi como a biblioteca, o mausoléu do Ho Chi min e a Pagoda e também fazer umas comprinhas. A cidade tem muitas lojas que vendem artigos de seda.

HA LONG BAY – 1 noite

Dia 14 – Saímos cedo em direção a Ha Long Bay. A viagem dura umas 4 horas de carro, mas a estrada passa por vários lugarejos e cidadezinhas tão diferentes que acabamos não sentindo o tempo… Chegamos no pequeno porto e embarcamos no Jasmine Cruise em direção a Baia. O passeio é lindo e, apesar do tempo não estar muito bom, conseguimos subir até o topo da ilha de Titop para apreciar a vista e também conhecer as cavernas e vilas flutuantes. A noite, jantamos no barco.

Dia 15 – Acordamos para ver o nascer do sol na Baia, mas infelizmente estava chovendo…. Mesmo assim, o passeio valeu a pena! Voltamos para Hanoi e ainda tivemos tempo para as ultimas comprinhas e arrumar as malas e jantar antes de irmos para o aeroporto para pegar o voo para Paris.

O que faltou: conhecer SAPA, uma região nas montanhas ao norte do país. Vamos ter que voltar!!!

A viagem foi maravilhosa, recomendo muito! Quem tiver mais dúvidas, é só falar.

Beijos,

Luisa

 

01 ago 2016
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Viagens, Lifestyle

Os erros mais comuns na hora de viajar

Passagem comprada, malas feitas… é só isso? Os viajantes “iniciantes” ou mesmo os mais experientes cometem erros na hora de viajar – talvez por conta da ansiedade ou, na maioria das vezes, pela simples falta de organização! Com o tempo, aprendi que um bom planejamento pré-viagem evita muitos perrengues, dores de cabeça e te fazem até economizar dinheiro. Listei alguns dos erros mais comuns cometidos na hora de viajar (já cometi váários deles!) e como evitá-los – afinal, ninguém quer saber de stress durante uma viagem, né?

passaporte

Grab your passport, and my hand…

1- Não ter passaporte/visto válido

Passaporte válido? Check! Porém, mesmo assim, não se esqueça: alguns países exigem um prazo de validade específico – para ir à Rússia, por exemplo, seu passaporte tem que estar válido até 6 meses depois da sua data de retorno. Destinos comuns como Itália, Espanha e França exigem validade “extra” de 3 meses. A mesma atenção vale para vistos! Além disso, preste atenção (com antecedência, claro) se o seu país de destino não exige um visto para entrada. Já ouvi falar de muita gente que descobriu isso no aeroporto…

2- Não deixar tempo suficiente entre os vôos

Eu moro em Londrina e, para viajar, geralmente tenho que pegar uma conexão para Guarulhos. Para não ficar “mofando” no aeroporto, já peguei vôos em cima da hora – achando que daria tempo, claro – e acabei perdendo (ou quase perdendo) o meu vôo internacional! Sim, é muito chato ficar muito tempo no aeroporto, mas é melhor do que correr o risco de perder o outro vôo, chegar suando no portão de embarque (#quemnunca) ou de ficar nervosa por conta de um atraso ou de um mau tempo. É aquela coisa, nunca se sabe!

3- Deixar de pesquisar os planos do seu celular

Atire a primeira pedra quem nunca esqueceu aquele bendito roaming internacional ligado em uma viagem e quase faleceu quando a conta de celular chegou no mês seguinte. Antes de viajar, não se esqueça de verificar e, se for o caso, ativar os planos de roaming com a sua operadora (várias oferecem um valor por dia por x dados) – caso você for usar muito sua internet, vale a pena comprar um chip (a.k.a sim card) pré-pago no seu destino e fazer seu snap sem medo, haha! Dica: o site Too Many Adapters dá várias dicas sobre o assunto e informa qual é a melhor operadora e planos dependendo do país – mas é em inglês!

4- Colocar muitas coisas na mala

Todo mundo tirava sarro de mim aqui em casa porque, a cada viagem, eu levava tanta coisa que parecia que eu ia fazer um intercâmbio, haha! Hoje em dia, valorizo muito o tempo que eu ganho quando levo só mala de mão, sabem? Claro que em uma viagem internacional é difícil, mas até quando vou para um fashion week aprendi – na marra – a organizar uma mala mais funcional! No fim, quando levamos muita coisa não acabamos usando nem a metade, né? Para quem se interessar, já fiz um vídeo bem útil de como arrumar a mala 🙂

5- Não olhar a previsão do tempo

Pra quem acha que a previsão do tempo do celular é suficiente, já errei feio com a previsão do Iphone! O clima está tão imprevisível que o negócio é entrar em sites bons (gosto do Weather Channel e do Weather Network) e ficar bem atento ao clima dos próximos dias no seu destino. Não é só porque é primavera que não pode fazer um frio de 5 graus do dia para a noite, né? Outra dica para escolher bem os looks é pesquisar seu destino no filtro “Locais” do Instagram e ver como as pessoas estão se vestindo no seu destino!

6- Não avisar seu banco que está indo viajar

Ops… já fiz isso várias vezes! Muita gente prefere usar dinheiro a cartão durante uma viagem internacional, mas sempre pode aparecer uma emergência e o ideal é que você sempre notifique seu banco antes de partir. Caso você esqueça, eles podem considerar sua compra suspeita e bloquear seu cartão – nada legal, né?

7- Trocar o dinheiro no aeroporto

O câmbio nos aeroportos geralmente não é nada favorável para compra de moedas estrangeiras – o melhor mesmo é se programar antes! Em tempos de R$ desvalorizado, o melhor mesmo é ficar de olho no câmbio e não deixar para trocar todo o seu dinheiro em cima da hora.

8- Não prestar atenção na localização do hotel

Achou um hotel super baratinho? Ótimo, mas não se deixe levar tanto pelo preço e nunca se esqueça de dar uma pesquisada na localização – muitas vezes, hoteis com preços bons demais ficam em regiões afastadas e talvez você terá que gastar mais para se locomover. Às vezes vale mais a pena gastar um pouquinho mais em um hotel super bem localizado!

9- Planejar demais

Sempre aprendi com a minha mãe que querer visitar muitos países/cidades/todos os pontos turísticos em muito pouco tempo nunca vale muito a pena! Isso porque normalmente o tempo que você vai ter em cada local vai ser curto, sem contar que a viagem muitas vezes pode se tornar cansativa. Não fique com pressa de fazer tudo e lembre-se que não conhecer tudo pode ser uma “desculpa” para ter que voltar depois!

10- Não pesquisar os costumes locais

Para não correr o risco de pagar mico ou ser impedida de entrar em algum local, faça uma pesquisa sobre os costumes do seu local de destino antes da viagem – na Índia, por exemplo, não é aconselhável às mulheres andarem na rua de ombros e joelhos de fora. Se você for visitar templos ou igrejas, por exemplo, a dica é levar sempre um lenço na bolsa!

 

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

13 jul 2016
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