Viagens, Lifestyle, Videos

10 coisas que aprendi em viagens EXÓTICAS!

Desde que viajei para o Butão no ano passado, tomei o gosto por fazer viagens mais exóticas (Ásia, te amo!!) e mal posso esperar para “ousar” no meu próximo destino, haha! Vontade louca de viajar a parte, também aprendi muito nessas viagens e decidi fazer um vídeo sobre isso 🙂 Espero que gostem!

Beijos,

Luisa

10 nov 2016
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Vietnam, Cambodia, Viagens, Lifestyle

Roteiro de Viagem: Vietnã e Cambodia

25-vientam

Muita gente pediu e aí vai o roteiro da nossa viagem para o Vietnam e Cambodia. A primeira coisa que fizemos foi decidir o número de dias que tínhamos para viajar e a partir daí pesquisamos o que queríamos conhecer, como chegar a cada lugar, etc. Voamos de Paris direto para Saigon (Ho Chi Minh) de Air France e voltamos Hanoi /Paris. Os vôos internos fizemos de Vietnan Airlines. Sinceramente, não tivemos problemas: os aeroportos são bem bons, com boa estrutura, organizados e limpos.

Em geral, as o Vietnam é bem seguro. Não tivemos problemas com isso. Em Saigon e Hanoi, aconselho usar os táxis das empresas Mai Linh ou Vinasun.

Segue o nosso roteiro, espero que ajude!! No final de cada cidade coloquei  o que eu mudaria no roteiro.

SAIGON (Ho Chi Mihn) – ficamos 3 noites e 3 dias inteiros

Dia 1 – Almoçamos perto do hotel e passeamos pelo bairro que era um pouco distante do centro. No final da tarde, pegamos um barco para o centro. Lá passeamos mais um pouco e depois encontramos nossas guias para o XO Food Tour noturno, que foi o máximo!!

Dia 2 – De manhã fomos explorar os pontos turísticos na garupa das Vespas das meninas do XO Tours novamente. Almoçamos no L’Usine, restaurante/ loja super descolado! À tarde, aproveitamos pra fazer uma super massagem, passeamos mais um pouco pela cidade e fomos curtir a piscina do Hotel. Jantamos no The Deck.

Dia 3– Saímos cedo de barco para um passeio no famoso Delta do Rio Mekong com o pessoal do Les Rives. Pessoal super top, grupo pequeno, ótimo barco. Foi um passeio de um dia inteiro, visitamos pequenas propriedades rurais, famílias típicas desta parte do país e suas sobrinhas de estimação, além de cidadezinhas a beira do rio e seus mercados. Tivemos uma almoço típico e depois voltamos para Saigon.

Mais detalhes de Saigon aqui ou aqui.

Que eu mudaria: Talvez ficasse mais um dia para conhecer os túneis de Cu Chi ou o mercado de flores de Cho Ho Thi no amanhecer.

HOI AN – ficamos 3 noites e 3 dias

O vôo entre Saigon e Danang dura aproximadamente uma hora e de lá até Hoi An são mais 30 minutos de carro. O Hotel Anantara oferece transfer à partir do aeroporto.

Dia 4 – Chegamos na cidade a tarde aproveitamos para conhecer os famosos alfaiates e também passear à pé pelo centro histórico. Vejam tudo aqui

Dia 5 – Passamos a manhã na The Vy’s Market Cooking School e a tarde aproveitamos a piscina e a praia  do Nan Hai Hotel.

Dia 6 – Durante a manhã, fizemos o passeio alternativo até a ilha de Kim Bong com o pessoal da Hoi An Free Tour. À tarde, fomos de bicicleta até a vilazinha rural de Tra Que.

Dia 7 – Aproveitamos a manhã para fazer um tour fotográfico com o  Hoi An Photo Walk, pois à tarde partimos para Siem Reap (Cambodia).

Obs: Acho que faltou uma visita a cidade imperial de Hue!

SIAM REAP– ficamos 3 noites e 3 dias

Dia 7 – Chegamos no início da noite e nosso hotel, o Phum Bkaitang, era um pouquinho afastado da cidade, então pegamos um Tuk Tuk para nos levar até o centro da cidade. Jantamos no Embassy, na King’s Road. Muito bom!

Dia 8– Conhecemos alguns dos mais famosos templos como Angkor Wat, Bayon e Banteay Kdei. À tarde tivemos que ficar na piscina, pois estava muito calor!

Dia 9 – Voltamos para visitar mais templos como o Angkor Thom,  Ta Prohm e o mais distante Banteay Srei. Jantamos no Chanrey Tree.

Dia 10 –  Acordamos as 4 da manhã para ver o nascer do sol em Angkor Wat. Uma emoção, vale muito a pena! Tínhamos um passeio pela zona rural agendado, mas não conseguimos sair da piscina do hotel, pois o calor de mais de 40 graus não deixou – Abril é o mês mais quente no Cambodia, é insuportável mesmo.  À noite, tentamos passear na Pub street e visitar os mercados noturnos,mas não conseguimos ver muita coisa, de tanta gente que tinha nas ruas comemorando o ano Novo.

Dia 11 – Aproveitamos a manhã para conhecer o comércio local e passar pelo centro de Siam Reap. À tarde, pegamos o avião para Hanoi.

O que faltou: olhar no calendário e ver que era Ano Novo, isso significa que muitos restaurantes e lojas fechados!! Além do que, em Abril faz MUITO calor.

HANOI – 2 noites

Dia 12 – Fizemos um food tour muito legal com Marc, um australiano que vive há mais de 15 anos em Hanoi. Comemos vários tipos de street food e aproveitamos para conhecer um pouco da cultura local.

Dia 13 – Tiramos o dia para conhecer os pontos turísticos de Hanoi como a biblioteca, o mausoléu do Ho Chi min e a Pagoda e também fazer umas comprinhas. A cidade tem muitas lojas que vendem artigos de seda.

HA LONG BAY – 1 noite

Dia 14 – Saímos cedo em direção a Ha Long Bay. A viagem dura umas 4 horas de carro, mas a estrada passa por vários lugarejos e cidadezinhas tão diferentes que acabamos não sentindo o tempo… Chegamos no pequeno porto e embarcamos no Jasmine Cruise em direção a Baia. O passeio é lindo e, apesar do tempo não estar muito bom, conseguimos subir até o topo da ilha de Titop para apreciar a vista e também conhecer as cavernas e vilas flutuantes. A noite, jantamos no barco.

Dia 15 – Acordamos para ver o nascer do sol na Baia, mas infelizmente estava chovendo…. Mesmo assim, o passeio valeu a pena! Voltamos para Hanoi e ainda tivemos tempo para as ultimas comprinhas e arrumar as malas e jantar antes de irmos para o aeroporto para pegar o voo para Paris.

O que faltou: conhecer SAPA, uma região nas montanhas ao norte do país. Vamos ter que voltar!!!

A viagem foi maravilhosa, recomendo muito! Quem tiver mais dúvidas, é só falar.

Beijos,

Luisa

 

01 ago 2016
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Viagens, Lifestyle

Os erros mais comuns na hora de viajar

Passagem comprada, malas feitas… é só isso? Os viajantes “iniciantes” ou mesmo os mais experientes cometem erros na hora de viajar – talvez por conta da ansiedade ou, na maioria das vezes, pela simples falta de organização! Com o tempo, aprendi que um bom planejamento pré-viagem evita muitos perrengues, dores de cabeça e te fazem até economizar dinheiro. Listei alguns dos erros mais comuns cometidos na hora de viajar (já cometi váários deles!) e como evitá-los – afinal, ninguém quer saber de stress durante uma viagem, né?

passaporte

Grab your passport, and my hand…

1- Não ter passaporte/visto válido

Passaporte válido? Check! Porém, mesmo assim, não se esqueça: alguns países exigem um prazo de validade específico – para ir à Rússia, por exemplo, seu passaporte tem que estar válido até 6 meses depois da sua data de retorno. Destinos comuns como Itália, Espanha e França exigem validade “extra” de 3 meses. A mesma atenção vale para vistos! Além disso, preste atenção (com antecedência, claro) se o seu país de destino não exige um visto para entrada. Já ouvi falar de muita gente que descobriu isso no aeroporto…

2- Não deixar tempo suficiente entre os vôos

Eu moro em Londrina e, para viajar, geralmente tenho que pegar uma conexão para Guarulhos. Para não ficar “mofando” no aeroporto, já peguei vôos em cima da hora – achando que daria tempo, claro – e acabei perdendo (ou quase perdendo) o meu vôo internacional! Sim, é muito chato ficar muito tempo no aeroporto, mas é melhor do que correr o risco de perder o outro vôo, chegar suando no portão de embarque (#quemnunca) ou de ficar nervosa por conta de um atraso ou de um mau tempo. É aquela coisa, nunca se sabe!

3- Deixar de pesquisar os planos do seu celular

Atire a primeira pedra quem nunca esqueceu aquele bendito roaming internacional ligado em uma viagem e quase faleceu quando a conta de celular chegou no mês seguinte. Antes de viajar, não se esqueça de verificar e, se for o caso, ativar os planos de roaming com a sua operadora (várias oferecem um valor por dia por x dados) – caso você for usar muito sua internet, vale a pena comprar um chip (a.k.a sim card) pré-pago no seu destino e fazer seu snap sem medo, haha! Dica: o site Too Many Adapters dá várias dicas sobre o assunto e informa qual é a melhor operadora e planos dependendo do país – mas é em inglês!

4- Colocar muitas coisas na mala

Todo mundo tirava sarro de mim aqui em casa porque, a cada viagem, eu levava tanta coisa que parecia que eu ia fazer um intercâmbio, haha! Hoje em dia, valorizo muito o tempo que eu ganho quando levo só mala de mão, sabem? Claro que em uma viagem internacional é difícil, mas até quando vou para um fashion week aprendi – na marra – a organizar uma mala mais funcional! No fim, quando levamos muita coisa não acabamos usando nem a metade, né? Para quem se interessar, já fiz um vídeo bem útil de como arrumar a mala 🙂

5- Não olhar a previsão do tempo

Pra quem acha que a previsão do tempo do celular é suficiente, já errei feio com a previsão do Iphone! O clima está tão imprevisível que o negócio é entrar em sites bons (gosto do Weather Channel e do Weather Network) e ficar bem atento ao clima dos próximos dias no seu destino. Não é só porque é primavera que não pode fazer um frio de 5 graus do dia para a noite, né? Outra dica para escolher bem os looks é pesquisar seu destino no filtro “Locais” do Instagram e ver como as pessoas estão se vestindo no seu destino!

6- Não avisar seu banco que está indo viajar

Ops… já fiz isso várias vezes! Muita gente prefere usar dinheiro a cartão durante uma viagem internacional, mas sempre pode aparecer uma emergência e o ideal é que você sempre notifique seu banco antes de partir. Caso você esqueça, eles podem considerar sua compra suspeita e bloquear seu cartão – nada legal, né?

7- Trocar o dinheiro no aeroporto

O câmbio nos aeroportos geralmente não é nada favorável para compra de moedas estrangeiras – o melhor mesmo é se programar antes! Em tempos de R$ desvalorizado, o melhor mesmo é ficar de olho no câmbio e não deixar para trocar todo o seu dinheiro em cima da hora.

8- Não prestar atenção na localização do hotel

Achou um hotel super baratinho? Ótimo, mas não se deixe levar tanto pelo preço e nunca se esqueça de dar uma pesquisada na localização – muitas vezes, hoteis com preços bons demais ficam em regiões afastadas e talvez você terá que gastar mais para se locomover. Às vezes vale mais a pena gastar um pouquinho mais em um hotel super bem localizado!

9- Planejar demais

Sempre aprendi com a minha mãe que querer visitar muitos países/cidades/todos os pontos turísticos em muito pouco tempo nunca vale muito a pena! Isso porque normalmente o tempo que você vai ter em cada local vai ser curto, sem contar que a viagem muitas vezes pode se tornar cansativa. Não fique com pressa de fazer tudo e lembre-se que não conhecer tudo pode ser uma “desculpa” para ter que voltar depois!

10- Não pesquisar os costumes locais

Para não correr o risco de pagar mico ou ser impedida de entrar em algum local, faça uma pesquisa sobre os costumes do seu local de destino antes da viagem – na Índia, por exemplo, não é aconselhável às mulheres andarem na rua de ombros e joelhos de fora. Se você for visitar templos ou igrejas, por exemplo, a dica é levar sempre um lenço na bolsa!

 

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

13 jul 2016
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Viagens, Lifestyle

Saint Martin – Guia de viagem

Vocês sabem que eu amo viajar, e dicas boas de viagem nunca são demais, né?! Por isso, abri espaço para a Antonella escrever um texto sobre uma das ilhas mais lindas do Caribe, St. Martin. Espero que gostem!

Quem não gosta de ver um lindo céu azul para se perder em pensamentos de tranquilidade e harmonia? Qualquer praia é um momento de deleite e o Caribe então, nem se fala! É luz, é poema, é melodia para os nossos olhos. É alimento para nossas almas.

Como pensar no Caribe e não se imaginar de pernas para o ar, admirando um mar translúcido e bebericando uma frozen pinã colada ou um daiquiri? Um lugar que oferece um pouco de tudo e de tudo um pouco. Praias paradisíacas, cidades tranquilas, restaurantes de cozinha caribenha e internacional. O que mais a gente quer para ser feliz?

Um pouco de Europa e Caribe fundidos em um mesmo local, assim é essa multifacetada ilha do Caribe, também conhecida como a “ilha amigável”: St. Maarten e St. Martin, uma ilha e dois nomes, uma divisão no mapa e uma separação quase que invisível se não houvesse uma placa no acostamento para dizer onde termina uma e começa outra.

Sint Maarten fica ao sul e detém o charme holandês. É um país independente desde 2010 e faz parte do Reino dos Países Baixos, mas não é considerado um território europeu. Saint Martin fica ao norte e conta com o savoire-faire francês e tecnicamente faz parte da Europa e da Comunidade Europeia. Este pequeno pedacinho de terra detém 96km2 e tem a maior concentração de nacionalidades do mundo (mais de 90 segundo o site oficial da ilha) e já foi pleiteado por muita gente desde a sua descoberta em 1493.

Ahhhh, o verão! No Caribe é verão o ano todo, onde todo dia é dia de festa e de aproveitar a vida. Dizem que de dezembro a maio o tempo é mais seco e é quando a ilha bomba. Abril (depois da Páscoa), maio e junho apresentam melhores preços e o tempo é agradável. Fui no mês de abril e o tempo estava ótimo! Só pegamos chuva e céu nublado no último dia. Furações são figuras raras, mas caso apareçam seria entre agosto e novembro.

Vamos ao que interessa, “vamos a la playa!”. Maho Beach é a praia mais famosa e que nenhum turista pode deixar de visitar! Provavelmente você a conhece e nem lembra, pois, seus vídeos estão all over the internet onde os aviões passam raspando na cabeça de turistas vorazes e loucos para tirar uma foto no meio deste frisson. Fiquei fascinada pela proximidade dos aviões e pela beleza dessa pequena praia. Alguns passos dali encontra-se o Sunset Beach Bar que detém um site com câmera em tempo real para você dar uma espiadinha nas aterrissagens (procure na internet!). E mais alguns passos dali encontra-se uma avenida vibrante com cassinos, boates e bares, praticamente uma mini Las Vegas. Porque o que acontece em Maho, fica em Maho!

1. Maho beach

Outra praia famosa e considerada uma das mais lindas da ilha é a Orient Beach, com areia branquinha e com um recife que abriga peixes tropicais. É o lugar mais popular da ilha para praticar esportes aquáticos, conta com muitos bares e restaurantes, contudo a maior atração é que essa praia é livre, é arte em pessoas, é nudista e “(…) tá tudo liberado” – como diria Tihuana.

Mullet Bay fica relativamente próximo a Maho Beach e é uma praia frequentada por jovens e me pareceu ser mais alternativa, pois não conta com muita estrutura. Mas é muito famosa pela vista das montanhas vulcânicas e pelo pôr do sol – aquele que está esperando para ser visto, admirado e que traz um novo amanhã.

4. Orient Bay beach

Dawn Beach é uma praia que você também pode apreciar o seu lindo e contemplativo pôr do sol.  Sua entrada é pelo hotel Westin. Le Galion Beach é uma praia para quem prefere um lugar mais calmo e tranquilo, é uma praia para a família. Anse Marcel como o próprio nome já diz é uma praia do lado francês e fica em um dos extremos da ilha. É muito bonita e é onde fica o hotel Riu, famoso resort all inclusive.

Great Bay Beach é a praia que fica convenientemente localizada no centro da cidade de Philipsburg e é a praia mais ampla e longa da ilha. A água é calma e permite um bom mergulho. Os navios que visitam a ilha ficam atracados perto dessa praia. Ela conta com muita estrutura, bares, restaurantes e fica pertinho do calçadão onde está o melhor comércio de joias de todas as ilhas caribenhas que já visitei.

Simpson Bay Beach para mim, foi a melhor praia e a melhor localização para se hospedar na ilha. Ficamos em um hotel muito gostoso com piscina de frente para a baía e para quem gosta, o mar também é bem tranquilo. Seu nome é Simpson Bay Resort e ele é um hotel dentro de um complexo de hotéis. O bom é que você pode usar qualquer estrutura dos hotéis da rede. Outro detalhe muito importante é que a agência de passeios mais famosa da ilha – Aqua Mania Adventures, fica dentro do resort (inclusive a marina é deles) e para todos os passeios você não precisa se deslocar de carro ou táxi, pois o local está apenas alguns passos de você.

7.Entardecer em Simpson Bay

Ilha Pinel é outro ponto de interesse, pois é uma ilha satélite na qual você pode fazer snorkel e passear por lindas praias. Também existem empresas que fazem tours ecológicos, trekkings, entre outros. A ilha de St. Maarten ou St. Martin conta com 37 praias, então é muita praia! Tem uma para cada gosto. São muitas delas para você incorporar o Robinson Crusoé.

Há uma enormidade de passeios que você pode contratar na ilha e é bem fácil: você pode chegar no seu hotel e perguntar qual agência eles recomendam. A Aqua Mania Adventures, por exemplo, oferece passeios de barco para uma praia chamada Prickly Pear que é paradisíaca, para Anguilla que é uma ilha inglesa vizinha, eles também têm boat transfers para Saint Barth, cruzeiros noturnos e claro, você sempre pode alugar um barco para ir para a ilha que quiser!

9. Prickly Pear 2

Philipsburg é a capital do lado holandês. É lá que se encontra o burburinho e o coração da cidade para fazer compras. É onde toda mulher encontra a sua Becky Bloom interior e encontra o seu diamante perfeito, pois todas as mulheres merecem um diamante. A rua principal é a Front Street e ela conta com diversas marcas famosas e muitas, mas muitas lojas de joias. A Old Street também tem umas lojas bacanas. Nunca vi tantas belezuras brilhantes reluzindo em direção aos meus olhos e com preços tão econômicos, pois a ilha é isenta de impostos. Sim, vou repetir: duty free. Você pode não falar inglês, mas essa palavra é universal. Prepare os bolsos e vá ser feliz! Ou fica a dica: tente a sorte nos cassinos, quem sabe você ganha uma bolada.

12. Old Street

Marigot é a cidade mais famosa do lado francês e é a capital française. Ar francês, euro predominante, uma cidade um tanto quanto pitoresca. Originária de um vilarejo de pescadores, mostra suas raízes crioulas nas pinturas das paredes, na culinária e nas ruas. Palmeiras, boutiques e mercados de rua formam um ballet, uma dança inextricável que te acolhe e te surpreende. Essa dança se mistura com a paisagem da baía de Simpson Bay de um lado e de outro, com o mar do Caribe. O cenário é lindo e convidativo.

14. Marigot1

Outros pontos de interesse: visitar as piscinas naturais no fim da Geneve Bay (você precisa fazer um trekking de uma hora aproximadamente para chegar lá); Loterie Farm que é um restaurante com piscina em uma área tranquila para relaxar e passar o dia (é lindo!); Seaside Nature Park que é um zoológico onde os animais ficam soltos; a Butterfly Farm para ver uma fazenda de borboletas; o St. Maarten Zoo e Botanical Garden para apreciar animais nativos, uma caverna de morcegos e uma ilha de macacos. Você pode visitar a Guavaberry Factory que é a fábrica que faz o licor mais famoso da ilha (que é bem gostoso por sinal!), rum e molhos de pimenta (hummm, adoro!); perambular pelo Yoda Guy Exhibit para os fanáticos por Star Wars; e a perfumaria Tijon onde você pode criar o seu próprio perfume.

Não vou nem comentar sobre os restaurantes, pois há tantos e dos mais diversos tipos que seriam tantos comentários que daria um novo post somente para falar sobre isso. Espero que vocês tenham gostado!

Escrito por Antonella Guimarães Satyro

Internacionalista e turismóloga. Amante da vida, das coisas, das pessoas e das viagens. Amante da literatura e da aventura. Busca constantemente o encontro com o inesperado e com a arte que se vê presente em todos os aspectos da nossa vida. Entusiasta da perspectiva de um novo amanhã, mais colorido, mais brilhante e sábio. Apelido: Tonton.
19 jun 2016
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