Filmes, Cultura

As 5 melhores comédias românticas no Netflix

Oi, gente! Vocês já perceberam que comédias românticas boas andam meio escassas? Quando eu era adolescente, lá pelo início dos anos 2000, era o tipo de filme que mais fazia sucesso! Quem aí não lembra de clássicos como “Um Lugar Chamado Notting Hill” e “Simplesmente Amor”? Isso não quer dizer que não existem mais filmes bons desse gênero: “O Lado Bom da Vida”, por exemplo, foi um dos mais aclamados dos últimos tempos.

Acho que as comédias românticas são aqueles tipos de filme que dão uma sensação de conforto e que não enjoam, não importa quantas vezes você assista! O bom para nós é que temos nosso tão amado Netflix, que disponibiliza vários desses no seu catálogo, e eu fiz uma lista das minhas 5 comédias românticas preferidas que estão por lá:

 

Simplesmente Complicado (It’s Complicated, 2009)

 

Um elenco infalível (Meryl Streep e Alec Baldwin, precisa dizer mais?), Nancy Meyers como diretora (ela é conhecida como a “rainha” das comédias românticas) – não tinha como dar errado! Meryl é Jane, bem-sucedida profissionalmente, mãe de três filhos e divorciada há 10 anos de Jake (Baldwin), advogado e agora casado com a bem mais nova Agness (Lake Bell). Um almoço inocente entre os dois ex acaba dando início a um caso amoroso e, para completar, o arquiteto de Jane, Adam (Steve Martin) entra no meio… É um filme delicioso de assistir com a família toda, sabem? Assistiria mais 10 vezes!

 

Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999)

 

Esse é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos! Como não se encantar pela história de amor entre William Thacker (Hugh Grant), dono de uma livraria no bairro de Notting Hill, em Londres, e Anna Scott (a maravilhosa Julia Roberts), famosa atriz americana? Quem não lembra da famosa frase “I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her”? É aquele tipo de filme que encanta e agrada todo mundo, não importa quantos anos passem!

 

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

 

Falei que o gênero comédia romântica está em extinção ultimamente, mas O Lado Bom da Vida, baseado em um livro de mesmo nome, foi um dos filmes mais aclamados dos últimos anos – foi indicado a 8 prêmios no Oscar de 2013, incluindo melhor filme, melhor diretor e todos os prêmios de atuação. Quem acabou levando a estatueta de melhor atriz foi Jennifer Lawrence, que viu sua carreira decolar de vez depois. Acho interessante que o filme trata de temas delicados com humor e leveza: os dois protagonistas, Pat (Bradley Cooper) e Tiffany (Lawrence) são mentalmente instáveis e se ajudam mutualmente para reencontrarem o amor próprio.

 

Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, 2008)

 

Coloque uma relação entre pai e filha ou mãe e filha na história… e pronto, é meu ponto fraco! A fofa (agora ela está uma adulta, fiquei chocada) Abigail Breslin é Maya, filha de William (Ryan Reynolds), que passa por um divórcio. Para tentar fazer sua filha entender o momento difícil, William conta a história de seus 3 relacionamentos passados – ele muda os nomes, e Maya tem que adivinhar qual delas é a sua mãe. Os atores são super carismáticos e o filme é encantador, daqueles que te colocam um sorriso no rosto quando termina.

 

Onde Mora o Coração (Where The Heart Is, 2000)

 

A Natalie Portman é uma das minhas atrizes preferidas e vários filmes dela marcaram diferentes fases da minha vida, sabem? Eu lembro da minha infância com esse filme! Novalee (Portman), grávida, é deixada dentro de um Wal Mart pelo seu namorado (mais conhecido como boy lixo) e, sozinha e sem dinheiro, ela consegue viver dentro da loja até a chegada de seu bebê. No hospital, ela se torna uma personalidade instantânea e conhece a enfermeira Lexie (Ashley Judd). Claro que o filme tem vários clichês (como toda boa comédia romântica, haha!) e é bem água com açúcar, mas também é uma bonita história de superação.

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

 

07 ago 2017
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Moda, Cultura

Dica de Série: Girlboss + Mood no iLove

Oi, gente! No momento eu estou, igual muita gente, louca para assistir a série 13 Reasons Why do Netflix (quem aí está assistindo?) e já super animada para a estreia de Girlboss, no próximo dia 21. Inspirada no livro best seller autobiográfico de mesmo nome – que eu li e amei, super indico! – de Sophia Amoruso, fundadora do e-commerce de roupas e acessórios Nasty Gal, a série terá 13 episódios e foi produzida por ninguém menos que Charlize Theron.

 

A série é centrada em Sophia, interpretada pela atriz Britt Robertson, que tem uma paixão por moda e começa a vender roupas vintage customizadas no Ebay. A partir daí, constrói um império multimilionário da moda – a Nasty Gal – detalhe, com apenas 28 anos! Podem esperar figurinos incríveis e muito empoderamento feminino em Girlboss!

Aproveitando essa vibe Girl Power, meu e-commerce queridinho iLove fez uma curadoria especial no #mood Girl Bosses com mulheres super inspiradoras do momento: Leandra Medine, Emily Weiss e a própria Sophia Amoruso. Tem um look mais incrível que o outro, olhem só meus preferidos:

 

Camisa Adrien Cris Barros | Saia plissada AMARO | Brinco Croma Lool

Blusa tricô Costume | Jeans pantalona Levi’s | Sandália Lace-up Arezzo

Gostaram? Não esqueçam de conferir mais peças incríveis (tem até objetos de decoração) no mood Girlboss do iLove! 

Beijos,

Luisa

07 abr 2017
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Filmes, Cultura

Dica de Filme: Documentário Amanda Knox

A produção de séries de TV ou documentários que revisitam crimes reais está em alta: depois de Making a Murderer e The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (que eu estou louca para assistir!), Amanda Knox estreiou no Netflix no último dia 30. Dirigido por Rod Blackhurst e Brian McGinn, o filme em formato de documentário traz material inédito sobre o caso famoso da jovem americana que foi acusada de assassinar sua colega de quarto durante um intercâmbio na Itália. Eu, que me interesso muito sobre essas histórias (vocês sabem!), acompanhei o caso e estava bem ansiosa para assistir.

amanda

Amanda Knox, da cidade de Seattle, era uma típica adolescente americana quando embarcou em um intercâmbio universitário na cidade pitoresca de Perugia, na Itália. Lá, começou a namorar o italiano Raffaele Sollecito e dividia a casa que morava com três garotas: duas italianas e Meredith Kercher, também intercambista da Inglaterra. Em novembro de 2007, Meredith foi encontrada morta e violentada em seu quarto, e Amanda e seu namorado se tornaram os principais suspeitos do assassinato. Durante seu julgamento na Itália, ela se tornou uma verdadeira obsessão da mídia – aquela famosa história da menina bela e psicopata que, apesar de alguns negarem, é objeto de extrema curiosidade e fascinação. Amanda foi presa e condenada a 26 anos de prisão, mas conseguiu contornar o veredito.

 

O documentário traz entrevistas com os envolvidos (o promotor italiano, o ex-namorado, o jornalista e a própria Amanda), materiais inéditos sobre a polêmica investigação do crime e também uma nova perspectiva sobre o caso. “Amanda Knox” é, a todo o tempo, imparcial, e deixa o seu telespectador se decidir: afinal, Amanda é ou não culpada? Como ela mesma diz, é uma psicopata em pele de cordeiro ou é você?

Eu acho que ela é inocente! E vocês? Me contem nos comentários!

Beijos,

Luisa

 

06 out 2016
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Filmes, Cultura

Dica de Seriado: The Fall

Oi! Na minha lista do amor de junho (quem ainda não viu o vídeo no meu canal, assista!) eu comentei que meu seriado preferido do mês foi The Fall, que eu descobri no Netflix enquanto procurava outra série para viciar durante a espera da próxima temporada de Game of Thrones, haha! Tem mais alguém aí nessa situação?

É uma série policial, mas não esperem muitos tiros e cenas de ação: The Fall é muito mais um suspense psicológico do que qualquer coisa, com muito diálogo e uma atmosfera bem dark. Acho que tem a ver com o fato de que não é uma série americana e sim britânica, produzida pela BBC, por isso tudo ocorre de forma mais lenta e também, mais real, na minha opinião. Não que eu não ame séries policiais americanas – sou viciada em Criminal Minds e Law & Order!

the fall

A série é ambientada na violenta Belfast, capital da Irlanda do Norte, onde a detetive Stella Gibson (Gillian Anderson, de Arquivo X) é chamada de Londres para solucionar um crime que os despreparados, inexperientes e corruptos policiais e investigadores da cidade não consegue solucionar. Quando é claro que um serial killer que mata jovens mulheres bem-sucedidas está à solta, ela e a equipe se debruçam no caso para encontrar o psicopata. Stella, para mim, é o ponto alto da série: uma mulher forte, calculista e inteligente, ciente de si mesma e de sua feminilidade, mostrando a que veio em um universo predominantemente masculino.

O assassino, por sua vez, é revelado desde o primeiro episódio: Paul Spector (Jamie Dornan, que me surpreendeu no papel!), um psicólogo que vive uma vida aparentemente pacata com sua mulher e dois filhos. A série mergulha na personalidade fria e dúbia do serial killer, e o acompanha desde o momento que ele está fazendo café da manhã para sua filha até quando ele está escolhendo a vítima daquela noite.

Não consegui achar o trailer legendado 🙁

É uma série que se preocupa muito mais no desenvolvimento psicológico dos seus personagens do que por cenas de efeito – como eu disse, não tem nada de correria, a narrativa é lenta e muito, muito tensa! Outro ponto muito interessante é a questão da misoginia, que, na minha opinião é o foco de The Fall desde seu primeiro episódio, quando uma jovem mulher não é levada a sério por policiais e, adivinhem – é morta no dia seguinte.

Façam maratona de Netflix no final de semana e me contem se gostaram!

Beijos,

Luisa

28 jul 2016
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