Viagens, Lifestyle

Dicas de Restaurantes em Marrakech

A culinária é muito importante na cultura marroquina, então não é a toa que tem muitos restaurantes incríveis em Marrakech. Como ficamos poucos dias, não conseguimos conhecer todas que queríamos, mas esses foram os restaurantes que fomos:

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Dar Yacout: Jantar nesse restaurante foi uma experiência inesquecível. Considerado o restaurante mais famoso de Marrakech, fica localizado em um palácio do século XIX, dentro da medina, em uma rua bem escondida – quando você chega, dá até um medinho, pois a rua é bem escura e não tem nem nome na porta, mas ao entrar você encontra um local enorme e mágico! Esperamos pela nossa mesa no segundo andar, que tem um bar, música típica ao vivo e uma vista surreal de toda a cidade. Eu estava viajando com uma amiga, mas achei o lugar mega romântico. O jantar é servido no andar de baixo, à beira de uma piscina. O menu é fixo, com todas as comidas marroquinas mais típicas – se preparem para comer muito!

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Le Jardin: Do mesmo dono do famoso Café dês Épices, é o restaurante perfeito para almoçar enquanto explora a caótica Medina. Como o próprio nome diz, o restaurante parece um jardim: cheio de plantas, calmo, muito gostoso para relaxar. A comida é feita com alimentos frescos de produção local e o cardápio tem saladas, “espetinhos” e pratos típicos marroquinos. É um dos poucos restaurantes da Medina que serve bebidas alcoólicas. Ah, e tem uma loja incrível no segundo andar!

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La Mamounia: Todas as pessoas que conversamos nos disseram que o brunch no famoso hotel na Mamounia era imperdível! Então eu e a Deborah reservamos uma mesa com antecedência mas tivemos uma decepção: eles cancelaram o brunch naquele dia (por falta de clientes, acredito!), mas só nos avisaram quando chegamos. Acabamos almoçando no hotel mesmo, ao lado da piscina, mas o restaurante decepcionou: era um buffet sem graça e super caro, ficamos super chateadas pois a expectativa era alta. De todo jeito, o hotel é maravilhoso, praticamente uma atração turística, então a visita valeu: tiramos fotos incríveis!

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Kosybar: Também bem localizado no centro da Medina, é um lugar incrível para drinks (eles servem bebidas alcoólicas aqui) e para ver o pôr do sol. O ambiente é descontraído, um misto de moderno e decoração marroquina típica, e tem vários andares – mas o mais bacana é o terraço, que tem uma vista panorâmica da Medina. Eles servem saldas, sanduíches, e pratos marroquinos tradicionais.

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Riad El Fenn: Esse Riad (construção típica marroquina) é um dos hotéis mais bacanas da cidade: super cool, exclusivo, perfeito se você está viajando a dois e quer uma experiência única – ele é como um oásis bem no centro da Medina. Mesmo se você não estiver hospedada no hotel, vale a visita: o restaurante no último andar não tem a melhor comida do mundo, mas tem uma vista incrível da Medina e ambiente super gostoso.

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Solano: Acho a culinária marroquina maravilhosa – mas é uma comida pesada e, depois de uns dias comendo tajines e cous cous, confesso que estava louca por aquele “confort food”, sabe? O restaurante italiano do hotel Four Seasons foi a saída perfeita, confesso que não estava esperando muita coisa – comida italiana no Marrocos, oi!? – e me surpreendi demais, positivamente! O meu Spaguetti Cacio e Peppe estava divino, me senti na Itália.

 

06 dez 2016
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Viagens, Lifestyle

Dica de viagem: Casablanca – Marrocos

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Nosso primeiro destino no Marrocos foi Casablanca, a maior cidade do país, seu centro comercial e empresarial. Localizada à beira do oceano atlântico, a cidade praiana me impressionou muito! Confesso que, por não ser muito valorizada por turistas, minha expectativa em relação a Casablanca não estava muito alta, e eu me impressionei muito – positivamente.

É uma cidade super cosmopolita, cheia de restaurantes e lugares “cool” e mega animados (os marroquinos lembram muito os brasileiros no quesito animação, as baladas/bares bombam por lá!) e também com pontos históricos e culturais importantes. Acho que é um lugar que vale a pena conhecer e ficar uma ou duas noites, pois é completamente diferente de outros destinos mais populares, como Marrakech. Conheci uma parte mais moderna da cidade, uma área residencial super elegante, a área da medina, e uma parte com construções brancas que lembram a arquitetura de South Beach em Miami e tem forte influência francesa.

Vale a pena visitar:

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Mesquita Hassan II: É a segunda maior mesquita do mundo, e é realmente impressionante. Eu já visitei algumas mesquitas (inclusive algumas super famosas, em Istambul), e essa foi a que eu achei mais linda. É moderna (sua construção foi finalizada em 1993), enorme, cheia de detalhes riquíssimos e sua localização à beira do mar da uma aura mágica ao lugar. Tem visitas guiadas aos estrangeiros todos os dias, vale a pena conhecer!

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Medina: A Medina de Casablanca é bem menor que a de Marrakech, e achei menos caótica também – mas acho que isso depende muito do horário que você a visita. É um local que tem várias lojinhas que vendem de todo – desde roupas, à enfeites de casa, comida… – e é um clássico do Marrocos! Tem que andar a pé por lá e comprar uns souvenires para levar para casa.

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Morocco Mall: É o maior shopping da África, um verdadeiro complexo super moderno com todas as lojas que você pode imaginar: desde fast fashions como Zara, H&M, Mango, Pull&Bear e Stradivarius, à lojas americanas clássicas como Banana Republic e GAP, e também marcas super sofisticadas, como Gucci, Dior, Fendi, Louis Vuitton. Se você gosta de compras, vale muito a pena conhecer! Os preços são só um pouco mais caros que os da Europa, e tem várias lojas que não encontramos no Brasil.

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Rick Café: Foi inaugurado em 2004 com o objetivo de recriar o cenário do clássico filme “Casablanca”, que na verdade foi filmado em Hollywood. Acabamos não indo, mas o restaurante é praticamente uma atração turística, perfeito para os amantes de cinema – tem até pianista tocando “As time goes by”.

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Cabestan: É uma opção menos turística e mega animada! É um misto de restaurante/balada que tem vista para o mar e uma vibe super cool. É um lugar que os marroquinos mais descolados realmente vão para jantar e tomar drinks, já que é meio escuro e tem música alta – depois das 11, vira praticamente uma balada mesmo. Eu e Deborah nos divertimos muito lá, e captamos muito o estilo da cidade – jovem, moderna e cosmopolita.

No próximo post eu vou dar a dica do Hotel que me hospedei em Casablanca, o Four Seasons Casablanca – simplesmente maravilhoso!

Beijos,

Luisa

03 out 2016
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Viagens, Vlog, Lifestyle, Videos

Vlog – Lisboa (Portugal)

Eu já tinha ido a Lisboa há 8 anos atrás com a minha família, mas como passei só 2 dias não consegui explorar tanto a cidade, sabem? Também acho que, com a maturidade e a descoberta da paixão por viajar, veio aquela vontade a mais de aproveitar ao máximo tudo o que o destino tem a oferecer!

Dessa vez, fui com minha companheira de viagem oficial Deborah (nós já tínhamos ido ao Atacama juntas) e só posso dizer que não vejo a hora de voltar a Portugal e explorar outras partes do país também! Lisboa é repleta de cultura e história, as pessoas são super simpáticas e receptivas, é uma cidade perfeita para se passar o dia andando a pé e claro, a culinária é INCRÍVEL! Vou fazer mais posts com dicas de lá, mas confiram o vlog que está muito legal e cheio de informação:

 

Gostaram?

Beijos,

Luisa

08 set 2016
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Viagens, Lifestyle

Viagem para Cuba – Principais Dúvidas

dia1 (6 of 15)Havana:

Onde ficar: Na minha opinião, os hotéis em Havanas são caros e antigos, ou seja, não tem bom custo-benefício. O melhor lugar para se hospedar em Havana são as chamadas casas particulares, que são muito populares por lá: são casas de cubanos que alugam quartos para estrangeiros. Na minha opinião, é uma forma mais autêntica de conhecer a cidade e os cubanos, além de ser bem mais barato (em média de 30 CUCS por dia o quarto, enquanto os hotéis chegam até a 300 CUCS). Eu me hospedei na Casa de La Concordia, que na verdade é um tipo de pensão, já que os donos da casa não moram lá. Adorei a experiência! O meu quarto era extremamente limpo, com ar condicionado e banheiro próprio, o café da manhã era super gostoso e o pessoal da casa muito querido!

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Dinheiro: Em Cuba há duas moedas, uma para os cubanos e outra para os turistas, o CUC, que vale mais ou menos um euro. Sim, o ideal é levar euros e trocar em CUCS ao chegar no aeroporto, já que o dólar não é muito bem vindo por lá – eles cobram uma taxa a mais para trocar doláres por cucs, e você acaba perdendo dinheiro. Não há muitos lugares que aceitam cartão de crédito – na verdade, quase nenhum! – então é bom levar dinheiro mesmo.

Internet: Eu preciso da internet para trabalhar, então paguei o pacote internacional da VIVO de R$29,90 por dia e usei internet tranquilamente. Óbvio que não era uma internet muito boa, não dava para ver vídeos e abrir sites com muitas fotos, mas deu para fazer o básico: ver emails, falar no whatsapp e postar no instagram. Para quem não quer usar o serviço da operadora, existem alguns lugares em Havana com wifi – hotéis, praças – daí é só se informar, ir até o lugar mais próximo e comprar um cartão de internet, que custa entre 2 e 5 CUCS a hora.

Vôo: Eu fui para Havana de LATAM, fiz escala em Lima. Há também opções de vôo da COPA, que fazem escala no Panamá.

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Visto: É preciso tirar um visto para ir para Cuba, e eu fiz com um despachante – custou uns R$300,00 e demora até 10 dias úteis para ficar pronto. Se você voar de Copa, dá para tirar o visto na hora do vôo!

O que levar? Não esqueça de levar uma nécessaire bem recheada – shampoo – condicionador, cremes, essas coisas existem sim por lá, mas não é tão fácil de achar e as marcas que conhecemos aqui são bem caras em Cuba!

Beijos.

Luisa

18 ago 2016
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