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Comportamento, Bem Estar

Deixe-a entrar, mas não a convide para ficar

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Ela chegou de mansinho. Como quem não quer nada, dando pequenas demonstrações. De repente, se instalou de vez. Fez morada e ainda avisou que estava ali para ficar por um determinado tempo. Deixou-me inquieta, com dor de cabeça, em alguns momentos com muita fome e em outros sem fome alguma. Foi difícil não conter as lágrimas ou, por vezes, os surtos de estresse com quem não tinha nada a ver com a história. Ela me deu azia, alergia e insônia. Ela realmente mostrou a que veio.

A tal da ansiedade tem personalidade forte. O seu objetivo principal é contribuir para o sofrimento por antecipação. Antes de algum acontecimento, seja ele bom ou ruim, ela chega para ficar. E quanta angústia nos traz. Um sentimento que, apesar de você não conseguir ao certo identificá-lo, sabe-se muito bem reconhecê-lo. Seja qual for o motivo, ela estará por lá. A prova da próxima semana, a festa de aniversário, o projeto no trabalho, enfim, qualquer acontecimento é motivo suficiente.

E aí, quando ela chega, as pessoas querem se livrar ao máximo dela. Ansiolíticos, atividade física intensa, comida em exagero e tentativas fracassadas de dormir a qualquer custo. Qualquer alternativa é válida para aliviar os sintomas da ansiedade. Sim, se algo lhe angustia, é preciso encontrar meios de exterminá-lo. No entanto, à medida que as pessoas procuram livrar-se da ansiedade, tornam-se cada vez mais ansiosas. Ficam obcecadas pelo seu fim e esquecem de vivê-la.

Na maioria das vezes, viver a ansiedade já é uma forma de aliviá-la. Desconsidero aqui, é claro, os casos mais agudos e que realmente precisam de medidas mais drásticas. Contudo, para a ansiedade nossa de cada dia, quanto menos atenção darmos a ela, mais rápido ela nos deixará. Estar ansioso é sinal de sentimento à flor-da-pele.  E sentimento, por mais que não nos traga sensações sempre tão boas, é sentimento. É sinal de que você se afeta pelas coisas e que elas te afetam de alguma forma. Afinal, você está vivo.

Quando ela chegar, não a recrimine. Dê um certo acolhimento a ela. Sinta-a, mas não a dê tanta atenção, pois é isso que ela busca. As dores de cabeça, as alergias e as tantas outras consequências da ansiedade são sinais de que ela quer chamar a sua atenção a qualquer custo. Trate esses sintomas e esqueça da ansiedade. Saiba que ela está ali porque algo importante está prestes a acontecer. E você só irá saber se foi bom ou ruim depois de passar por aquele momento. Nesses casos, sofrer por antecipação só lhe fará sofrer à toa. E de sofrimentos, já basta o que a vida nos traz.

Portanto, seja bem-vinda, ansiedade. Chegue, sente-se, mas não se sinta muito à vontade. Por aqui, você não faz morada. Os seus dias estão contados.

29 maio 2016
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Comportamento, Bem Estar

Teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer

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Já dizia o sábio Cazuza. Sabemos da mentira, mas precisamos dela para seguir. É preciso acreditar que é real, mesmo quando o real é o que se cria inconscientemente. Por carência, por solidão ou por qualquer outro motivo, nos agarramos à mentira e a alimentamos. Damos a ela pequenas doses de ilusão, desejo e sonhos. Depositamos alegrias, fraquezas e experiências. E, a cada dia, a mentira torna-se cada vez mais verdade.

Seguimos. Acreditando que o amor é o mesmo que sempre desejamos.  Confiando que a outra pessoa está ali, ao nosso lado, de corpo e alma presentes. Enxergando no outro o que gostaríamos que ele fosse. Seguimos confiantes de que será para sempre. De que virão filhos, netos e bisnetos. De que fazemos parte de uma história linda de amor, a ser exibida em redes sociais, compartilhada em conversas com as amigas e com as tias nas festas de final de ano.

No entanto, como diz o ditado, a verdade tarda, mas não falha. Uma hora ela aparece e se escancara diante dos nossos olhos. Ela começa a dar pequenos sinais, diariamente, de uma forma sutil e delicada. Porém, o foco é a mentira e o que ela representa. Dessa forma, as demonstrações de verdade não são nada além de casos isolados. Exceções que, é claro, não fazem parte da mentira criada e alimentada por nós.

Mas aí, em um dado momento, tudo parece se clarear. O filtro que nos cegava perde força e a realidade toma conta. Passamos a entender que aquilo que chamávamos de amor era apenas mais uma mentira. Uma ilusão, um devaneio, que fazíamos questão de alimentar por pura vaidade. Por medo da solidão. Pela companhia nos domingos à noite. Pelas constantes mensagens de “eu te amo” no WhatsApp. Pela carência.

Afinal, quem não gosta de ter alguém que lhe dê atenção, carinho e que esteja ali quando precisamos? Faz bem para o ego. Supre carências e alimenta a alma. Aí nesse impulso de evitar a solidão, criamos ilusões e as depositamos sobre determinadas pessoas. Enxergamos verdade onde só há mentira. Acreditamos na história de amor de conto de fadas quando, muitas das vezes, o que vivemos é um relacionamento abusivo e desgastante. O nosso “príncipe”, na realidade, está longe de ser encantado.

Mais uma vez, Cazuza sabia bem o que dizia: “O nosso amor a gente inventa pra se distrair. E quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu.”

De fato, ele nunca existiu.

17 abr 2016
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Comportamento, Bem Estar

Basta! Antes que ela precise pedir socorro.

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“Hey, saudade de você”.

Pois é, ela também sente saudade. Do seu cheiro, do seu toque e dos seus beijos lentos e deliciosos. Ela apenas deixou de dizer. Depois de ficar no vácuo por tantas vezes, ela parou de falar sobre o que sente e resolveu guardar tudo aquilo dentro dela. Quase se afoga com tanto sentimento, mas, por vezes, ficar calada é a melhor opção. Ela se cala, ressente, sofre. E, em alguns momentos, escreve para aliviar.

Porque ela se sente nadando contra uma corrente forte e turbulenta. Ela sempre esteve disposta a atravessar o rio até alcançar a margem, no entanto, só espera que você a ajude. Estenda uma boia e a carregue ou apenas jogue um galho para que ela segure. Espera que você dê um mísero sinal de que ela pode seguir. De que, mesmo com medo, ela será capaz de atravessar o rio.

Porém, você acaba com todas as forças dela. Não só não oferece a boia ou joga o galho, como também faz questão de incluir outros obstáculos nessa travessia. Responde quando bem quer. Adora os tais joguinhos. Apesar de estar afim, faz questão de demonstrar que não está. Diz sentir saudade, mas após duas ou três mensagens trocadas, já encerra a conversa. Na maioria das vezes, nem encerra.

A sua saudade se mata rapidamente. Com algumas frases, ela desaparece. A dela não. Ela estava disposta a atravessar o rio turbulento para matar a saudade. Para cair nos seus braços e aproveitar o calor do seu abraço. Porém, ela decidiu voltar para a margem antes de tentar. Decidiu desistir antes que se afogue na travessia. Ela não quer mais esgotar suas forças com quem não merece. Não quer doar-se por inteira a quem lhe devolva migalhas. Metades de atenção, de carinho e de entrega não são para ela.

Não são porque ela sabe bem o que é aceitar migalhas. E sabe que juntando todas as migalhas, não se faz um pão inteiro. Pelo contrário, os fragmentos e metades se multiplicam. E, se com dois inteiros já é muito difícil chegar até o outro lado da margem, imagina com metades…

Sendo assim, ela não aceita mais. Ela diz basta antes que precise pedir socorro. Porque só o que ela quer é alguém que lhe dê forças para realizar a travessia.

 

20 mar 2016
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