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Arte, Cultura

As ilustrações de Brunna Mancuso

Minha mania de decoração não vai embora e agora estou amando ir atrás de ilustrações! Já tenho algumas no meu sótão (adoro comprar em viagens) e, em uma dessas fuçadas pela internet, descobri o trabalho incrível da ilustradora e designer Brunna Mancuso. Acho que vocês já devem ter visto suas ilustrações em aquarela em sites como Uol e nas revistas Capricho, Cosmopolitan entre outras!

Eu amei as ilustrações que ela fez para o livro The Plantel Travel Collection (que eu já quero, por sinal! Alguém sabe onde encontro?) retratando destinos do mundo inteiro. Mais minha cara impossível, né?

 

Lindos, né?

Beijos,

Luisa

Fotos: Brunna Mancuso

05 out 2018
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Filmes, Cultura

Dica de Filme: A Morte Te Dá Parabéns

Oii gente! Faz tempo que eu não posto dicas de filmes por aqui, né? O último que assisti em casa – a maioria tenho visto no avião, haha! – foi “A Morte Te Dá Parabéns” (Happy Death Day), de um gênero de filme que eu raramente assisto – terror slasher! Pesquisei e descobri que é, na verdade, um subgênero do gênero terror (ou suspense) que geralmente envolve um mistério, ou melhor, um assassino psicopata que persegue e aterroriza as vítimas, matand0-as de forma violenta. Pense no clássico “Pânico”!

Juro que nunca pensei que fosse compartilhar uma dica de filme de terror por aqui, mas eu amei tanto esse filme que não aguentei! Ele não tem a pretensão de ser o melhor filme do mundo, pelo contrário – é aquele terror trash, misturado com comédia – e nem dá tanto medo assim, viu? E olha que eu sou a maior medrosa! Eu resolvi assistir porque tinha lido críticas muito boas e fiquei curiosa com a sinopse.

No campus da Universidade de Bayview, Tree (Jessica Rothe, virei fã dela! Muito carismática), uma típica party girl, acorda de ressaca no dormitório de um cara, Carter (Israel Broussard). Depois, tudo acontece como em um dia normal: uma ativista tenta pegar a assinatura dela para um abaixo-assinado, um alarme de um carro dispara, a colega de quarto a surpreende com um bolo de aniversário (sim, é aniversário dela)… e, claro, ela encontra seu assassino, que usa um moletom e uma máscara. Ele mata ela e tudo começa de novo! Sim, ela acorda de novo no quarto de Carter e vai ter que viver o dia do seu aniversário repetidamente, e morrer várias e várias vezes até conseguir descobrir quem é seu assassino.

 

Sem preconceitos gente, até meus pais que assistiram comigo gostaram, haha! É realmente um filme muito divertido e engraçado, ideal para aqueles dias que não queremos pensar! Assistam e me contem se gostaram.

Beijos,

Luisa

28 mar 2018
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Livros, Cultura

Meu Clube do Livro! #booksdaluli

Quando eu era pequena e meus pais levavam eu e minha irmã no shopping, sempre queríamos voltar para casa com algum brinquedo. Minha mãe falava que nós poderíamos, sim, levar alguma coisa – desde que essa coisa fosse um livro. Virou uma “tradição” nossa e agradeço a minha mãe todos os dias por nos incentivar a ler desde pequenas! O livro virou um brinquedo, uma diversão, uma paixão que só aumentou…

Antes de ir para a Índia, li esse livro (“Os Indianos”) que me ajudou a entender melhor a cultura do país!

Eu descobri a leitura muito antes de descobrir minha outra grande paixão (viajar!) e posso dizer que os livros “moldaram” o que sou hoje, sabe? Ler, para mim, é uma forma de viajar também, de se desconectar do seu próprio mundo e abrir a cabeça para outros lugares e culturas. Já faz um tempo que eu sigo o clube do livro da atriz Emma Roberts (Belletrist) e da Reese Witherspoon (Reese’s Book Club) e o canal Ler Antes de Morrer e tinha muita vontade de fazer algo parecido – nada me deixa mais feliz do que uma leitora que diz que eu incentivei ela a ler mais ou a começar a ler!

Então, finalmente criei meu clube do livro, chamado Books da Luli, e estou muito feliz e realizada! Funciona assim: cada mês escolho um livro e ideia é lermos juntas e debatermos nos comentários – o objetivo é realmente dialogar com vocês sobre os assuntos abordados no livro nos comentários! O livro do mês de fevereiro foi “As Boas Mulheres da China”, de Xinran, e desse mês é “A Elegância do Ouriço”, de Muriel Barbery, um dos meus preferidos da vida! Ainda dá tempo de ler esse, hein? Não deixem de me seguir no Insta do Books da Luli 🙂

Vamos montar um espaço para ler, descobrir e comentar livros!

Beijos,

Luisa

20 mar 2018
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Cultura

Dica de Seriado: The Handmaid’s Tale

Pensem em uma série que eu todos deveriam assistir: essa é The Handmaid’s Tale, baseada no livro O Conto da Aia (essa é a tradução do título em português), publicado em 1985 por Margaret Atwood. Criticamente aclamada, “varreu” o Emmy Awards e levou os prêmios de melhor série dramática, melhor atriz em série dramática (Elizabeth Moss), melhor atriz coadjuvante em série dramática (Ann Dowd), melhor atriz convidada em série dramática (Alexis Bledel), melhor direção e melhor roteiro. Ufa!

A série é ambientada em um futuro distópico, em um Estados Unidos que não é mais Estados Unidos. É totalmente impactante e chocante, mesmo – para vocês terem noção, eu não conseguia assistir episódios seguidos! Handmaid’s Tale te faz pensar e refletir, por isso é tão importante.

Elizabeth Moss (June) e Alexis Bledel (Emily) – maravilhosas!

Depois de um golpe de estado, um território dos Estados Unidos se tornou a República de Gilead, governada por um regime totalitário e dominado pela religião. Nessa nova ordem social, as mulheres não tem permissão para trabalhar, possuir propriedades, andarem sozinhas e nem mesmo a ler. Elas perdem seus nomes, suas identidades e seus próprios filhos. Por conta de uma crise de fertilidade mundial, os líderes de Gilead dividiram as mulheres em castas: uma delas são as das chamadas aias (ou handmaids), mulheres férteis que se tornam meras reprodutoras e tem a função de servir a uma das famílias poderosas e dar-lhes um filho. Uma vez cumprido o “ritual”, elas vão a outra casa, e assim por diante.

June, interpretada pela incrível Elizabeth Moss, se torna uma das aias – agora o nome dela agora é Offred (Of Fred, ou “do Fred”, nome de seu mestre) e a história é contada sob o ponto de vista dela, por meio de flashbacks. June tinha um marido e uma filha que foram tirados dela, e agora ela tem que lutar para sobreviver em Gilead e, por mais que tentem fazê-la esquecer, lembrar-se constantemente de quem ela é. Mais do que um drama, Handmaid’s Tale é uma história de resistência.

 

As atuações, os diálogos, a fotografia, tudo na série é muito bem pensado. O tema, não preciso nem dizer o quanto é relevante: o que mais choca na série é que tudo se passa hoje, no tempo atual. E será que é assim tão diferente da realidade? Repressão das mulheres, totalitarismo, patriarcado… podemos encontrar paralelos aqui no Brasil, na Europa, no Oriente Médio, nos Estados Unidos.

Enfim, assistam a série! Nos Estados Unidos, ela é transmitida pela plataforma de streaming Hulu, que infelizmente ainda não está disponível no Brasil. No Brasil, ela será exibida pelo Paramount Channel no início de 2018.

Beijos,

Luisa

05 out 2017
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