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dica de filme Archives - Luisa AccorsiLuisa Accorsi
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Filmes, Cultura

Duas comédias românticas fofas do Netflix!

O gênero comédia romântica estava praticamente morto – saudades, Um Lugar Chamado Notting Hill/10 Coisas que Odeio em Você – até que o Netflix resolveu “ressuscitar” aqueles filmes fofos que nos fazem chorar, rir, querer voltar à adolescência com 2 comédias românticas originais do canal do streaming – e eu estou amando! Confesso que nunca foi meu tipo de filme preferido, mas eu senti um conforto tão grande assistindo esses dois, sabe? Não são os melhores filmes do mundo e nem tem essa pretensão, mas acho que foi por isso que gostei tanto!

Para Todos os Garotos que Já Amei

 

Imaginem todos os crushes da época do seu colegial serem revelados e o pânico que isso te causaria. Laura Jean vê as cartas de amor que escreveu a cada um deles serem misteriosamente enviadas! Pensem em um filme fofo e multipliquem por 1000: “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi adaptado do best-seller de mesmo nome e está virando febre, até com rumores de uma sequência. Fiquei impressionada como o filme é bem feito, com um roteiro super bem escrito, visualmente bonito e com protagonistas – Lana Condor e Noah Centineo – carismáticos ao extremo! Sim, o filme se passa no colegial mas encanta todas as idades, vão por mim 🙂 P.S.: Sim, eu chorei!

O Plano Imperfeito

 

Essa é daquelas comédias românticas bem clássicas que há muito tempo eu não assistia e sentia falta! Harper (Zoey Deutch, amei ela) e Charlie (Glen Powell) trabalham no mesmo prédio como assistentes de dois executivos em Manhattan e são mal pagos e sobrecarregados. Com esses problemas em comum, os dois se juntam para uma missão: fazer com que os seus superiores insuportáveis se apaixonem e fiquem mais “lights”! É um filme divertido, leve, gostoso de assistir, sabem?

Preparem a pipoca e o cobertor, porque não tem nada melhor do que assistir comédias românticas assim!

Beijos,

Luisa

29 ago 2018
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Filmes, Cultura

As 5 melhores comédias românticas no Netflix

Oi, gente! Vocês já perceberam que comédias românticas boas andam meio escassas? Quando eu era adolescente, lá pelo início dos anos 2000, era o tipo de filme que mais fazia sucesso! Quem aí não lembra de clássicos como “Um Lugar Chamado Notting Hill” e “Simplesmente Amor”? Isso não quer dizer que não existem mais filmes bons desse gênero: “O Lado Bom da Vida”, por exemplo, foi um dos mais aclamados dos últimos tempos.

Acho que as comédias românticas são aqueles tipos de filme que dão uma sensação de conforto e que não enjoam, não importa quantas vezes você assista! O bom para nós é que temos nosso tão amado Netflix, que disponibiliza vários desses no seu catálogo, e eu fiz uma lista das minhas 5 comédias românticas preferidas que estão por lá:

 

Simplesmente Complicado (It’s Complicated, 2009)

 

Um elenco infalível (Meryl Streep e Alec Baldwin, precisa dizer mais?), Nancy Meyers como diretora (ela é conhecida como a “rainha” das comédias românticas) – não tinha como dar errado! Meryl é Jane, bem-sucedida profissionalmente, mãe de três filhos e divorciada há 10 anos de Jake (Baldwin), advogado e agora casado com a bem mais nova Agness (Lake Bell). Um almoço inocente entre os dois ex acaba dando início a um caso amoroso e, para completar, o arquiteto de Jane, Adam (Steve Martin) entra no meio… É um filme delicioso de assistir com a família toda, sabem? Assistiria mais 10 vezes!

 

Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999)

 

Esse é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos! Como não se encantar pela história de amor entre William Thacker (Hugh Grant), dono de uma livraria no bairro de Notting Hill, em Londres, e Anna Scott (a maravilhosa Julia Roberts), famosa atriz americana? Quem não lembra da famosa frase “I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her”? É aquele tipo de filme que encanta e agrada todo mundo, não importa quantos anos passem!

 

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

 

Falei que o gênero comédia romântica está em extinção ultimamente, mas O Lado Bom da Vida, baseado em um livro de mesmo nome, foi um dos filmes mais aclamados dos últimos anos – foi indicado a 8 prêmios no Oscar de 2013, incluindo melhor filme, melhor diretor e todos os prêmios de atuação. Quem acabou levando a estatueta de melhor atriz foi Jennifer Lawrence, que viu sua carreira decolar de vez depois. Acho interessante que o filme trata de temas delicados com humor e leveza: os dois protagonistas, Pat (Bradley Cooper) e Tiffany (Lawrence) são mentalmente instáveis e se ajudam mutualmente para reencontrarem o amor próprio.

 

Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, 2008)

 

Coloque uma relação entre pai e filha ou mãe e filha na história… e pronto, é meu ponto fraco! A fofa (agora ela está uma adulta, fiquei chocada) Abigail Breslin é Maya, filha de William (Ryan Reynolds), que passa por um divórcio. Para tentar fazer sua filha entender o momento difícil, William conta a história de seus 3 relacionamentos passados – ele muda os nomes, e Maya tem que adivinhar qual delas é a sua mãe. Os atores são super carismáticos e o filme é encantador, daqueles que te colocam um sorriso no rosto quando termina.

 

Onde Mora o Coração (Where The Heart Is, 2000)

 

A Natalie Portman é uma das minhas atrizes preferidas e vários filmes dela marcaram diferentes fases da minha vida, sabem? Eu lembro da minha infância com esse filme! Novalee (Portman), grávida, é deixada dentro de um Wal Mart pelo seu namorado (mais conhecido como boy lixo) e, sozinha e sem dinheiro, ela consegue viver dentro da loja até a chegada de seu bebê. No hospital, ela se torna uma personalidade instantânea e conhece a enfermeira Lexie (Ashley Judd). Claro que o filme tem vários clichês (como toda boa comédia romântica, haha!) e é bem água com açúcar, mas também é uma bonita história de superação.

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

 

07 ago 2017
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Filmes, Cultura

Dica de Filme: Lion – Uma Jornada Para Casa

Oi, gente! Antes de ir viajar, consegui assistir quase todos os filmes indicados ao Oscar – e um dos meus preferidos que vi até agora foi Lion, um drama emocionante baseado em uma história real. Como diz o próprio título em português, o filme trata realmente de uma jornada de autoconhecimento em busca da felicidade, de si mesmo, de casa.

Tudo começa quando Saroo (interpretado pelo ator mirim indiano Sunny Pawar, que é a criança mais fofa que eu já vi) se perde de seu irmão mais velho, Guddu, e acaba em um trem que o leva a milhares de quilômetros de distância de sua família. Nas ruas da caótica Calcutá, na Índia, o pequeno Saroo, que não sabe o nome de sua mãe (ele só a chamava de ‘mãe’) e não consegue fazer entender o nome da cidade de onde veio, tenta sobreviver nas ruas e acaba sendo adotado por uma família australiana.

Depois de mostrar toda a trajetória de Saroo até sua adoção, o filme salta alguns anos e mostra o pequeno menininho já crescido, agora interpretado por Dev Patel (ele ganhou uma indicação ao Oscar por ator coadjuvante) e sua vida na Austrália, com seus amorosos pais – a mãe, Sue, é interpretada por Nicole Kidman, que também foi indicada ao Oscar e está em uma de suas melhores atuações dos últimos tempos – e seu irmão Mantosh, também adotado. Mas Saroo não se sente completo e, apenas com lembranças de sua infância e uma bela de uma ajuda da tecnologia, vai atrás do caminho de sua casa e de sua família biológica.

 

O longa também chama atenção de uma triste realidade: Saroo é uma das 80 mil crianças que desaparecem por ano na Índia. É impossível não se comover e não se emocionar com Lion – ah, no final do filme vocês vão descobrir o por quê deste nome…

Beijos,

Luisa

24 mar 2017
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Filmes, Cultura

Dica de Filme: Documentário Amanda Knox

A produção de séries de TV ou documentários que revisitam crimes reais está em alta: depois de Making a Murderer e The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (que eu estou louca para assistir!), Amanda Knox estreiou no Netflix no último dia 30. Dirigido por Rod Blackhurst e Brian McGinn, o filme em formato de documentário traz material inédito sobre o caso famoso da jovem americana que foi acusada de assassinar sua colega de quarto durante um intercâmbio na Itália. Eu, que me interesso muito sobre essas histórias (vocês sabem!), acompanhei o caso e estava bem ansiosa para assistir.

amanda

Amanda Knox, da cidade de Seattle, era uma típica adolescente americana quando embarcou em um intercâmbio universitário na cidade pitoresca de Perugia, na Itália. Lá, começou a namorar o italiano Raffaele Sollecito e dividia a casa que morava com três garotas: duas italianas e Meredith Kercher, também intercambista da Inglaterra. Em novembro de 2007, Meredith foi encontrada morta e violentada em seu quarto, e Amanda e seu namorado se tornaram os principais suspeitos do assassinato. Durante seu julgamento na Itália, ela se tornou uma verdadeira obsessão da mídia – aquela famosa história da menina bela e psicopata que, apesar de alguns negarem, é objeto de extrema curiosidade e fascinação. Amanda foi presa e condenada a 26 anos de prisão, mas conseguiu contornar o veredito.

 

O documentário traz entrevistas com os envolvidos (o promotor italiano, o ex-namorado, o jornalista e a própria Amanda), materiais inéditos sobre a polêmica investigação do crime e também uma nova perspectiva sobre o caso. “Amanda Knox” é, a todo o tempo, imparcial, e deixa o seu telespectador se decidir: afinal, Amanda é ou não culpada? Como ela mesma diz, é uma psicopata em pele de cordeiro ou é você?

Eu acho que ela é inocente! E vocês? Me contem nos comentários!

Beijos,

Luisa

 

06 out 2016
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