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Livros, Cultura

Meu Clube do Livro! #booksdaluli

Quando eu era pequena e meus pais levavam eu e minha irmã no shopping, sempre queríamos voltar para casa com algum brinquedo. Minha mãe falava que nós poderíamos, sim, levar alguma coisa – desde que essa coisa fosse um livro. Virou uma “tradição” nossa e agradeço a minha mãe todos os dias por nos incentivar a ler desde pequenas! O livro virou um brinquedo, uma diversão, uma paixão que só aumentou…

Antes de ir para a Índia, li esse livro (“Os Indianos”) que me ajudou a entender melhor a cultura do país!

Eu descobri a leitura muito antes de descobrir minha outra grande paixão (viajar!) e posso dizer que os livros “moldaram” o que sou hoje, sabe? Ler, para mim, é uma forma de viajar também, de se desconectar do seu próprio mundo e abrir a cabeça para outros lugares e culturas. Já faz um tempo que eu sigo o clube do livro da atriz Emma Roberts (Belletrist) e da Reese Witherspoon (Reese’s Book Club) e o canal Ler Antes de Morrer e tinha muita vontade de fazer algo parecido – nada me deixa mais feliz do que uma leitora que diz que eu incentivei ela a ler mais ou a começar a ler!

Então, finalmente criei meu clube do livro, chamado Books da Luli, e estou muito feliz e realizada! Funciona assim: cada mês escolho um livro e ideia é lermos juntas e debatermos nos comentários – o objetivo é realmente dialogar com vocês sobre os assuntos abordados no livro nos comentários! O livro do mês de fevereiro foi “As Boas Mulheres da China”, de Xinran, e desse mês é “A Elegância do Ouriço”, de Muriel Barbery, um dos meus preferidos da vida! Ainda dá tempo de ler esse, hein? Não deixem de me seguir no Insta do Books da Luli 🙂

Vamos montar um espaço para ler, descobrir e comentar livros!

Beijos,

Luisa

20 mar 2018
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Livros, Cultura

Dica de Leitura: É isso que eu faço

Um dos livros que mais amei ultimamente foi a autobiografia É isso que eu faço: Uma vida de amor e guerra (Editora Intrínseca), escrita por Lynsey Addario, uma das fotojornalistas mais bem-sucedidas da atualidade. Lynsey nasceu nos Estados Unidos e seus trabalhos são regularmente publicados no The New York Times, revista Time e National Geographic.

Lynsey começou a atuar como fotojornalista há duas décadas, e é muito interessante acompanhar sua trajetória no livro, desde o momento que ela pegou em uma câmera fotográfica pela primeira vez. Mesmo quando era uma mera amadora, ela nunca sonhou em ser qualquer fotojornalista: tinha paixão por viajar para lugares exóticos, sede por adrenalina, interesse em se emergir em diferentes culturas e também mostrar a realidade – seja do Afeganistão, Iraque, Líbia, Darfur e Congo – para o mundo. Lynsey é uma fotojornalista de guerra e sua profissão exige que ela esteja presente em todos os principais conflitos do mundo inteiro – sim, colocando a vida em risco, abrindo mão do previsibilidade e do conforto e vendo cenas terríveis para conseguir uma foto sensacional. Como ela diz no livro: “Quando volto para casa e avalio meus riscos de forma racional, as escolhas de tornam difíceis. Mas, quando estou fazendo meu trabalho, me sinto viva e eu mesma. Tenho certeza que existem outras versões da felicidade, mas essa é a minha”.

A autora narra, de forma envolvente, todas as lembranças de sua vida profissional e pessoal e o constante conflito entre as duas. Eu, que tenho uma verdadeira paixão por fotografia, fiquei fascinada com o modo que Lynsey fotografa: ela conversa com as pessoas, quer conhecer e entender a cultura local – ela sabe que possui uma mentalidade totalmente diferente da oriental e dá o seu máximo para retratar as pessoas de forma honesta, como elas realmente são. Além de me divertir, me deixar nervosa (sim, tem momentos muito tensos) e me emocionar, o livro me ajudou a “abrir” a cabeça para muitas coisas – e a ter mais vontade de viajar ainda, haha!

É inspiradora a paixão que Lynsey tem pelo seu trabalho, sua perseverança em situações difíceis, e sua mentalidade de nunca desistir.

O livro é lotado de imagens, fotografias tiradas por Lynsey que complementam a história. 

O diretor Steven Spielberg vai dirigir ninguém menos que Jennifer Lawrence na adaptação do livro para o cinema. Já estou animada!

Beijos,

Luisa

02 mar 2017
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Livros, Cultura

Dica de Leitura: Para Poder Viver

Já falei para vocês mil vezes o quanto eu estou viciada no meu Kindle, né? Eu sempre amei ler, mas com a facilidade de levar o e-reader para todos os lugares, estou lendo muito mais agora! 🙂

Um dos primeiros livros que eu li no meu Kindle foi o Para Poder Viver: A jornada de uma garota norte-coreana para a liberdade, de Yeonmi Park. Estou em uma fase de autobiografias ultimamente, e essa é uma daquelas de narrativa fácil e cativante, que não dá para parar de ler, sabem? Terminei o livro em 3 dias!

parapoderviver

Yeonmi pode ter apenas 23 anos hoje, mas mesmo antes dos 21, acumulou tantas experiências que já é autora de sua própria biografia. Nascida em Hyesan, na Coreia do Norte, filha de pais carinhosos e com uma irmã mais velha, Yeonmi fugiu de seu país com apenas 13 anos para, como o nome do livro diz, “poder viver” – fugir da miséria, da fome, das doenças e do governo repressor, autoritário e ditatorial. Por não permitir a troca de informações de dentro do país para fora e vice-versa, sabemos muito pouco da vida norte-coreana e, na primeira parte do livro, Yeonmi narra com detalhes sua infância no país mais fechado do mundo: a cultura extremamente patriarcal, a ausência total de liberdade de expressão, a crença que o líder do país tinha poderes sobrenaturais, o contato real entre as pessoas, já que aparelhos eletrônicos não existem.

Quando enfim deixa a Coreia do Norte, a liberdade não vem fácil para Yeonmi. Ela passa por traficantes e contrabandistas de pessoas na China e a uma travessia arriscada no deserto de Gobi, na Mongólia. Sua perseverança e força são invejáveis, e Yeonmi escreve um livro cativante, emocionante e que nos abre os olhos para uma outra realidade. Indico mil vezes!

Beijos,

Luisa

13 dez 2016
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Livros, Cultura, Videos

Livros da adolescência com Layse Moraes

Eu e a Layse Moraes dividimos com você os livros que marcaram a nossa adolescência – e as nossas escolhas não eram nada comuns!

Livros:
Diário secreto de Laura Palmer – Jennifer Lynch
Hell – Lolita Pile
A Mediadora – Meg Cabot
Lolita – Vladimir Nabokov
Cem Escovadas Antes de ir para Cama – Melissa Panarello
A Mulher que não prestava – Tati Bernardi
Sorte – Alice Sebolt
Uma Vida Interrompida – Alice Sebolt

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13 jun 2016
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