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Viagens, Lifestyle

Dica de hotel em Cairo: Four Seasons Cairo at Nile Plaza

Na minha viagem ao Egito, fiquei alguns dias na cidade do Cairo, capital do país e a maior cidade da África e do Oriente Médio. Com mais ou menos 20 milhões de habitantes, Cairo é uma cidade enorme, cosmopolita e tem uma cultura muito rica, já que foi governada por diferentes povos no passar dos anos – faraós egípcios, romanos, otomanos, franceses e britânicos.

A cidade tem várias opções de hospedagem e conta com dois hotéis da rede Four Seasons – o Four Seasons Cairo at Nile Plaza e o FS Cairo at The First Residence. Eu optei pelo primeiro porque, como o próprio nome diz, ele fica literalmente às margens do Rio Nilo e eu tinha aquele sonho de acordar e dar de cara com aquele visual incrível, sabem? Além da vista do rio e da cidade, dá para ver as pirâmides do Egito no horizonte… é realmente de tirar o fôlego!

Vocês sabem que eu sou fã da rede e foi um realização me hospedar no FS at Nile Plaza no Cairo, um destino que eu queria tanto conhecer! Todos os detalhes do hotel são impecáveis: o serviço, a decoração da recepção, com as flores mais lindas do mundo, até o café da manhã – super completo, daqueles que você tem que se controlar para não comer tudo! – e os restaurantes.

No hotel, existem 4 restaurantes: o Bella, italiano, o 8, que oferece culinária chinesa, o Upper Deck, especializado na culinária japonesa e o Zitouni, restaurante egípcio que oferece um buffet servido 24 horas por dia. Fui no Bella – maravilhoso, estava desejando uma massa – e no Zitouni, que eu amei! A culinária egípcia é como a árabe e eles oferecem saladas deliciosas, montadas na hora, e uma variedade enorme de sobremesas incríveis…

A piscina do hotel também é maravilhosa, um verdadeiro oásis no meio da cidade! E lógico que eu também aproveitei o spa, já que os spas da rede Four Seasons são os melhores do mundo.

Foi realmente uma experiência incrível! Ah, lembrando que o Four Seasons Cairo at Nile Plaza fica super bem localizado, em um bairro tranquilo e seguro da cidade, o Garden City. O hotel também oferece vários serviços especiais como um passeio de barco no Rio Nilo, por exemplo!

Beijos,

Luisa

27 nov 2019
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Viagens, Lifestyle

Dicas de Restaurantes em Hong Kong

No começo desse ano, fiz uma viagem incrível com meu namorado e amigos e conheci uma das cidades que estavam na minha “bucket list”: Hong Kong! Ilha que fica no sudoeste da China, Hong Kong é tipo uma Nova Iorque asiática – cosmopolita, cheia de arranhas-céus, ultra moderna e cheia de restaurantes incríveis, para todos os gostos. Sempre que vou viajar gosto de comer comidas típicas, mas mesmo quem não gosta da comida tradicional chinesa não vai ter problema nenhum por lá!

Summer Palace

O Summer Palace foi um dos meus restaurantes preferidos de lá e fica no maravilhoso Island Shangri-La, o hotel que eu me hospedei! Com uma estrela Michelin, ele serve o melhor da culinária cantonesa com um toque sofisticado. A especialidade de lá é o dim sum, um estilo de comida típica da região preparada em porções individuais e servidas em pequenas cestas de bambu ou em pratos pequenos. A ideia é pedir vários pratos (que parecem entradas!) para compartilhar com a mesa – o legal é que dá para experimentar várias coisas, né? Ah, aprendi que a tradição é acompanhar a refeição com chá!

China Tang

Eu já tinha ido no China Tang antes, em Londres (ele nasceu lá!) e amado. Agora, o restaurante abriu filiais em Mônaco (também já fui e amei) e Hong Kong. Primeiro que a decoração é maravilhosa, bem no clima oriental e de muito bom gosto, e a comida (chinesa) também é incrível! Ele segue aquele esquema de vários pratos pequenos para compartilhar com a mesa e o menú é bem extenso, dá para se perder nas opções.

Carbone

Não falei que tinham restaurantes para todos os gostos lá? O Carbone é um restaurante italiano (com uma pitada americana) super bem sucedido e conhecido de Nova Iorque e tem em Hong Kong também – não sei se tem em mais algum lugar, alguém sabe? O melhor: o menú reúne todos os clássicos italianos, pizzas deliciosas e frutos do mar muito bons também. Recomendo pedir o clássico da casa: spicy rigatoni vodka – é maravilhoso e faz jus à fama!

Otto e Mezzo Bombana

Para quem está a fim de um italiano mais refinado, este é o lugar! O 8 1/2 Bombana é o único restaurante italiano fora da Itália (tem filiais dele em Macau e em Shanghai também) que recebeu 3 estrelas do guia Michelin. O chef, Umberto Bombana, é conhecido como “o rei das trufas brancas”, ou seja, não precisa nem dizer que a especialidade do restaurante são as iguarias! Sou suspeita já que eu amo trufas, mas todos os pratos são realmente maravilhosos.

Inakaya

Sou apaixonada por comida japonesa e estava louca para ir no Inakaya, considerado um dos melhores de Hong Kong (existe um em Nova York também). Juro que foi um dos melhores sashimis que eu comi na vida – o de atum e de vieiras, da foto, são de outro mundo – e, para quem não é muito fã, eles servem excelentes pratos quentes também. O wagyu beef, carne típica japonesa, é maravilhoso! Ah, o restaurante fica no 101o andar de um edifício e tem uma vista de toda a cidade.

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

15 fev 2019
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Viagens, Lifestyle

País que quero conhecer: Singapura

É só ficar um tempinho ser ir para a Ásia e logo logo me vem uma vontade de visitar o continente de novo! Comecei a ler o livro “Asiáticos Podres de Ricos”, de Kevin Kwan (é o livro do mês do meu clube do livro, @booksdaluli – confiram lá e leiam comigo!) e estou com muita vontade de conhecer a Singapura, que é um país bem diferente dos outros que eu conheci da Ásia.

O Marina Bay Sands SkyPark, um deck de observação de 57 andares

Localizada no sul da península Malaia, a Singapura é o segundo país com o maior IDH dos países asiáticos (o primeiro é Hong Kong) e o nono do mundo em 2018. Antiga colônia do Império Britânico, foi ocupada pelo Japão durante a segunda guerra mundial e, após a guerra, logo tomada pelos britânicos novamente. Só em meados de 1965 o país tornou-se independente. Depois de um crescimento acen em apenas 50 anos, Singapura tornou-se o quarto principal centro financeiro do mundo e possui o terceiro maior centro de refinação de petróleo do mundo. Ah, o nome do livro que eu estou lendo, que se passa na maior parte em Singapura, não é à toa: o país é o lar do maior número de famílias milionárias em dólares per capita do planeta.

Gardens by the bay, uma das maiores atrações turísticas da capital de Singapura

Centro financeiro, lar de milionários… o país parece um pouco vazio e artificial? Apesar do skyline famoso e ultra moderno da Cidade de Singapura, o país tem 23% do seu território constituído de florestas e reservas naturais, e dizem que o mix de cidade x natureza da capital é super interessante. Além disso, por conta de sua multiculturalidade, a culinária de Singapura é muito famosa e considerada uma verdadeira instituição no país: as “comidas de rua”, muito famosas na Ásia, estão unidas nos hawker centers (como se fossem mercados) e oferecem uma fusão das culinárias chinesa, malaia, tailandesa, indiana e japonesa.

Em Singapura, a língua oficial é o inglês mas eles também falam mandarim, malaio e tamil e muitas vezes, entre eles, a mistura de todas essas. Sua moeda oficial é o dólar cingapuriano e o país não é barato para turistas – li que uma das razões disso é o transporte público caro porém muito eficiente: andar de metrô pela cidade é muito fácil e é um dos mais limpos do mundo.

Koon Seng Road, rua no bairro Katong com casas construídas no início do Século XX (e que valem milhões hoje).

Sabem a história do chiclete? Sim, é real! É proibido mascar chiclete em Singapura e a multa para quem jogar o chiclete em lugares impróprios ou for pego com altas quantidades do produto começa em 1000 dólares. Você também será multado se jogar qualquer tipo de lixo no chão, não dar descarga em banheiros públicos e por aí vai.

O que vocês acharam? Ficaram com vontade de visitar Singapura?

Beijos,

Luisa

19 out 2018
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Viagens, Lifestyle

O que fazer e onde se hospedar em Colombo, Sri Lanka

Depois das Maldivas, parti para Colombo, capital do Sri Lanka, um país bem fora do circuito turístico que vemos por aí, né? Ele é localizado logo abaixo da Índia e tem uma história bem tumultuada: sofreu uma guerra civil durante 30 anos, entre 1983 e 2009. Mesmo assim, tem um alto nível de desenvolvimento humano, é um país que possui muitas religiões, culturas e etnias e está passando por uma fase de grande crescimento – Colombo está recebendo investimento pesado da China e vi muitas construções pela cidade. Eu e a Mana fomos das Maldivas para Colombo de Air China Southern Airlines e o país exige visto, que deve ser feito on-line antes da sua viagem!

Me hospedei no Shangri La Colombo, que é o hotel mais moderno da cidade. Super novo, bem localizado, com atendimento impecável e decoração maravilhosa! Não é exagero gente, eu realmente amei muito ter me hospedado lá.

Cantinho aconchegante do meu quarto (super espaçoso!) do Shangri La Colombo

O café da manhã é daquele dos meus sonhos, tipo banquete real mesmo (haha), e o Shangri La Colombo também conta com 4 restaurantes: Fui no Shang Palace, chinês que tem como sua especialidade o pecking duck (pato à Pequim) – estava incrível – e no Kaema Sutra, do chef mais famoso do Sri Lanka, Dharshan Munidasa, que serve comidas típicas do país de forma contemporânea. Amei!

Peking duck no Shang Palace, restaurante em Colombo que tem que ir!

Eu me surpreendi muito com a culinária do Sri Lanka! O país é uma ilha, então conta com uma abundância de frutos do mar frescos e, principalmente, de carangueijo – eles sempre exportaram o ingrediente para outros países da Ásia, e agora estão valorizando e consumindo mais dentro do país também. Fomos ao restaurante Ministry of Crab, o No. 29 na lista dos melhores restaurantes da Ásia, à convite do próprio chef Dharshan Munidasa (o mesmo do Kaema Sutra) que se especializa em carangueijo, de todos os tipos e tamanhos que vocês podem imaginar. Eu comi pela primeira vez o king crab – aquele gigante – e gente, é muito bom!

Keep calm and crab on!

Além dos restaurantes, recomendo muito o passeio do Tuk Tuk Safari por Colombo: um guia/motorista te leva pelos principais pontos turísticos da cidade com o famoso tuk tuk – super divertido e bem interessante, ele vai te explicando a história e várias curiosidades do Sri Lanka! O passeio dura 4 horas e custa 50 dólares por pessoa.

Amei o passeio com o Tuk Tuk Safari – nosso guia era um amor! 

Ficamos 2 noites em Colombo e achei o tempo ideal para conhecer a cidade, ainda mais para quem for explorar outras cidades do Sri Lanka como eu. Acho que vale muito a pena fazer escala lá, até para quem for para as Maldivas, por exemplo – tem restaurantes incríveis e uma cultura maravilhosa!

Beijos,

Luisa

22 abr 2018
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