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Filmes, Cultura

Dica de Filme: Documentário Amanda Knox

A produção de séries de TV ou documentários que revisitam crimes reais está em alta: depois de Making a Murderer e The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (que eu estou louca para assistir!), Amanda Knox estreiou no Netflix no último dia 30. Dirigido por Rod Blackhurst e Brian McGinn, o filme em formato de documentário traz material inédito sobre o caso famoso da jovem americana que foi acusada de assassinar sua colega de quarto durante um intercâmbio na Itália. Eu, que me interesso muito sobre essas histórias (vocês sabem!), acompanhei o caso e estava bem ansiosa para assistir.

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Amanda Knox, da cidade de Seattle, era uma típica adolescente americana quando embarcou em um intercâmbio universitário na cidade pitoresca de Perugia, na Itália. Lá, começou a namorar o italiano Raffaele Sollecito e dividia a casa que morava com três garotas: duas italianas e Meredith Kercher, também intercambista da Inglaterra. Em novembro de 2007, Meredith foi encontrada morta e violentada em seu quarto, e Amanda e seu namorado se tornaram os principais suspeitos do assassinato. Durante seu julgamento na Itália, ela se tornou uma verdadeira obsessão da mídia – aquela famosa história da menina bela e psicopata que, apesar de alguns negarem, é objeto de extrema curiosidade e fascinação. Amanda foi presa e condenada a 26 anos de prisão, mas conseguiu contornar o veredito.

 

O documentário traz entrevistas com os envolvidos (o promotor italiano, o ex-namorado, o jornalista e a própria Amanda), materiais inéditos sobre a polêmica investigação do crime e também uma nova perspectiva sobre o caso. “Amanda Knox” é, a todo o tempo, imparcial, e deixa o seu telespectador se decidir: afinal, Amanda é ou não culpada? Como ela mesma diz, é uma psicopata em pele de cordeiro ou é você?

Eu acho que ela é inocente! E vocês? Me contem nos comentários!

Beijos,

Luisa

 

06 out 2016
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Cultura

Dica de Filme: Iris

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Para aqueles que tem interesse no mundo da moda e estão sempre em busca de novas inspirações, vale a pena assistir o documentário sobre a Iris Apfel. Ela é uma mulher incrível de 90 anos que continua super ativa #inspiração! Tem um estilo bem peculiar e único, e isso é admirável pois ela não se veste para ficar bonita para os outros, veste o que gosta e o que se sente a vontade. Pode-se dizer que Iris é uma colecionadora de acessórios e roupas, pechincha pulseiras de U$10,00 no Harlem e compra casacos caríssimos sem nem se preocupar com o preço – ela é, sem dúvidas, a personificação do hi-low! Ah, várias de suas peças são expostas em museus: em 2005, o MET de NY fez uma exposição que teve muita repercussão e, agora, vários museus de todo mundo a procuram para expor suas peças.

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Ingrid tem três apartamentos espalhados pelos EUA, repletos de objetos estranhos, ursinhos de pelúcia, uma quantidade enorme de livros e quartos lotados de roupas. É o sonho de qualquer mulher, gente!
Recentemente, ela inspirou uma coleção de maquiagens para a MAC e seu rosto estava em todas as lojas e sacolas. Olhem que máximo a foto da campanha:

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Além de ser um documentário sobre sua influência no mundo da moda, ele também mostra sua vida particular e a relação de Iris com o marido Carl. A preocupação que ele tem com ela e o modo como ele a olha são de tocar o coração – juro gente, não tem coisa mais fofa! Após quase 70 anos de casados você percebe que eles ainda são apaixonados, sabem? <3

O documentário tem por volta de 2 horas e – o melhor de tudo – tem no Netflix!  É inspirador ver a animação e a força dessa mulher de quase 100 anos. Quero ser como ela! #goals

Beijos,

Luisa

10 nov 2015
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Filmes, Cultura

Dica de filme: Documentário “Bully”

Olá! Até um tempo atrás eu tinha o maior preconceito em relação a documentários, associava-os a um “tipo de filme mais parado e mais chato” animalplanetfeelings, sabe? Mas depois percebi que essa é a maior bobagem do mundo! É verdade que existem documentários bem monótonos, mas a maioria é muito legal – o segredo é procurar os que tratam de assuntos que te agradam ou que despertem seu interessante. Dito isso, espero que quem tem esse “pré-conceito” em relação a documentários julgue a dica de hoje com outros olhos, ok?!? Me segura que eu tô no clima professora de colégio hoje! Haha!

Bully” é um documentário que acabou de ser lançado nos Estados Unidos, mas já está dando o que falar. Dirigido pelo aclamado diretor Lee Hirsch – ganhador de prêmios no Emmy e em Sundance – o filme retrata o cotidiano de cinco crianças/adolescentes vítimas de bullying e suas famílias no decurso de um ano escolar. As histórias incluem cenas fortes e tristes, um retrato crú de uma “epidemia” que aterroriza as escolas americanas – e que já é uma realidade no Brasil também.

Além de ter sido super bem recebido pela crítica, “Bully” causou uma verdadeira comoção nos EUA: apoiada por celebridades como Johnny Depp, Meryl Streep, Justin Bieber e Demi Lovato, foi lançada uma campanha para que a classificação do filme mude de “acima de 18” para “acima de 13 anos”, com o objetivo de possibilitar todos os adolescentes de idade escolar – os que mais sofrem e causam bullying – a assistirem o documentário e se conscientizarem dos danos que o bullyng pode causar. Quem quiser apoiar a causa é só se inscrever nesse abaixo assinado aqui! (eu já assinei!)

Gostaram da dica? O filme ainda não estreou no Brasil, mas assim que estrear eu vou assistir, e acho que seria muito legal se todos o fizessem! Afinal, não podemos negar que o bullying é muito presente nos dias de hoje – não só nas escolas, mas nas residências e na internet também! – e acredito piamente que, se todos enxergassem como os atos de intencionalmente magoar, ofender e “tirar sarro” de alguém são cruéis e podem até acabar com vidas, esse comportamento “bully” iria diminuir e milhares de pessoas que sofrem com isso seriam mais felizes. Concordam? Alguém já assistiu ao documentário? Se interessaram pelo assunto?

Beijos,

Luisa

27 mar 2012
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Filmes, Moda, Cultura

Dica de documentário – Anna Wintour e as Editoras “Super Poderosas”

 
Anna Wintour. A rainha do gelo, o “diabo que veste Prada”, a toda-poderosa do mundo fashion, a editora chefe da revista de moda mais vendida no mundo. Várias são as histórias a respeito dela, mas quem é a mulher por trás do famoso “bob” e dos enigmáticos óculos escuros? Um pouco da  trajetória de vida de Anna Wintour – que foi quem tranformou a profissão de editora em algo realmente glamuroso –  é abordada no documentário “Game Changers: Anna Wintour” da Boomerang. Aqui está um “trailer” do documentário, que pode ser assistido na integra aqui (apenas em inglês). 

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=rVAgusCEx7c?rel=0]

Gente, vale a pena assistir esse documentário. Primeiro, porque não tem como falar em moda sem falar em Anna Wintour. Há 22 anos, ela comanda a Vogue America e é responsável por ditar tendências que serão seguidas por pessoas do mundo inteiro: quem disse que vermelho está na moda? Porque os bicos finos voltaram? Anna é uma das – poucas! – pessoas que tem o poder de decidir tais questões, de dizer o que é in e o que está out. Além disso, ela revolucionou o mundo fashion de várias maneiras. Sob sua editoria, as atrizes passaram a tomar o lugar de modelos nas capas da Vogue – o que foi copiado por toda indústria da moda. Já repararam a quantidade de atrizes fazendo propagandas hoje em dia? Foi Anna Wintour quem começou a fazer isso! Outro aspecto revolucionário de Anna – que desmente sua fama de “careta” – é que ela foi uma das precursoras do hoje tão famoso estilo hi-lo, no qual peças caras são usadas junto com peças acessíveis: logo na sua primeira capa da Vogue, em 1988, ela misturou uma blusa de U$10.00 com um jeans de u$40,00! Modernissíma, não é?

Outro ponto que eu adorei do documentário é a maneira como foi abordado a “maldade de Anna”. Ok, ela não é uma fofa, toda cheio de frufrus, risinhos e tal, mas será que uma mulher assim sobreviveria no tão competitivo – e quase predatório – mundo da moda? Eu não me identifico com ela, mas acho que sua personalidade mais “dura” é até uma questão de sobrevivência. Afinal, se até nós, humildes blogueiras, sofremos algumas intrigas, imagina quando se é responsável por mudar os rumos culturais (porque moda é cultura!) do mundo inteiro!? Tem que ter fibra! haha! Além disso, vocês não acham as criticas a respeito da personalidade ambiciosa e exigente de Anna tem um quê de machismo? Porque essas caracteríscas, quando associadas a um diretor de uma empresa de multinacional por exemplo, são super apreciadas, mas quando trata-se de uma mulher elas são vistas como algo negativo? É uma questão a se pensar…

Por último – porque eu já estou falando DEMAIS! – eu acho muito legal conhecer a trejetória da carreira de pessoas bem sucedidas, porque é aí que a gente vê que todos são serem humanos, que batalharam muito para chegar onde estão – sofrendo vários fracassos no meio do caminho. Por isso, não desistam, viu meninas? Corram atrás de seus sonhos com muita determinação, que uma hora dá certo! Afinal, até Anna Wintour já foi despedida, trabalhou em lugares “duvidosos” e foi muito críticada! haha! 


Além de Anna, várias outras editoras de revistas de moda alcançaram o posto de celebridades e tem seu estilo copiado por mulheres do mundo inteiro. As mais influentes, na minha opinião, são Anna Wintour, Anna Dello Russo e Emmanuelle Alt:



Gostaram do post, meninas? Qual é a opinião de vocês sobre a Anna Wintour? E qual/quais editora/s de revista de moda que vocês gostam mais?


Beijinhos,
Luisa

09 maio 2011
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