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Comportamento, Bem Estar

O seu dia chegou

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Ele chega para todo mundo. Por mais que você fuja, evite ou faça simpatias, em algum momento acontece. De repente, como quem não quer nada, a paixão chega de mansinho e invade o pequeno espaço do seu coração. Você se percebe assim, perdidamente apaixonada, emocionalmente afetada e racionalmente abalada. Não há razão que resista a um coração contaminado pelo vírus da paixão.

Eu sei, você tentou. Tentou evitar as mensagens depois do primeiro encontro. Tentou não demonstrar tanto carinho, enquanto passava levemente os dedos pelo cabelo dele. Evitou os olhares intensos e silenciosos depois de uma noite juntos. Fez questão de afirmar para os amigos que era só mais um “peguete”, sem qualquer vínculo ou compromisso. Bem, no início, poderia até ser, mas fugiu do seu controle, não é mesmo?

Pois é, a paixão vem para bagunçar. Parece ser essa a função dela. Destruir rotinas, calendários e programações. Paixão definitivamente não combina com controle. E, de fato, não seria tão intensa se combinasse. Não haveria graça se ela não nos tirasse o chão, nos bagunçasse o cabelo e nos fizesse sonhar feito criança. Parece clichê ou frase feita de comercial de margarina, no entanto, todo apaixonado sabe que é impossível separar paixão de clichê. Apaixonados se expõem ao ridículo, constantemente, com o único objetivo de alimentar o coração.

E, na real, quem se importa? A razão não tem peso algum quando é o sentido da paixão que grita. Você fica corajoso, arrisca, enlouquece. Sai do controle e, por muitas vezes, age como jamais agiria estando fora da situação. Ficam claras as reações estranhas dos seus amigos e familiares. Ninguém entende o que está havendo. Afinal, para eles, você é apenas mais um bobo apaixonado. Até que sejam eles a ocupar mesma posição daqui a algum tempo.

Ninguém está livre. Cedo ou tarde, ela chega. Algumas vezes, para ficar, transformando-se em uma belíssima história de amor. A paixão é sensata. Ela só fica enquanto houver sentimento e disposição. Não se alimenta de fragmentos e muito menos de superficialidades. Quando chega a sua hora de partir, ela deixa em seu lugar sentimentos substitutos.

Aos apaixonados, restam a vontade e a ação para que, após a partida da paixão, o amor ocupe o seu lugar. Que o ódio e a indiferença sejam apenas possibilidades, que no seu caso, não terão espaço para ocupar. Por aí, só o amor prevalece.

 

15 maio 2016
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Comportamento, Bem Estar

Basta! Antes que ela precise pedir socorro.

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“Hey, saudade de você”.

Pois é, ela também sente saudade. Do seu cheiro, do seu toque e dos seus beijos lentos e deliciosos. Ela apenas deixou de dizer. Depois de ficar no vácuo por tantas vezes, ela parou de falar sobre o que sente e resolveu guardar tudo aquilo dentro dela. Quase se afoga com tanto sentimento, mas, por vezes, ficar calada é a melhor opção. Ela se cala, ressente, sofre. E, em alguns momentos, escreve para aliviar.

Porque ela se sente nadando contra uma corrente forte e turbulenta. Ela sempre esteve disposta a atravessar o rio até alcançar a margem, no entanto, só espera que você a ajude. Estenda uma boia e a carregue ou apenas jogue um galho para que ela segure. Espera que você dê um mísero sinal de que ela pode seguir. De que, mesmo com medo, ela será capaz de atravessar o rio.

Porém, você acaba com todas as forças dela. Não só não oferece a boia ou joga o galho, como também faz questão de incluir outros obstáculos nessa travessia. Responde quando bem quer. Adora os tais joguinhos. Apesar de estar afim, faz questão de demonstrar que não está. Diz sentir saudade, mas após duas ou três mensagens trocadas, já encerra a conversa. Na maioria das vezes, nem encerra.

A sua saudade se mata rapidamente. Com algumas frases, ela desaparece. A dela não. Ela estava disposta a atravessar o rio turbulento para matar a saudade. Para cair nos seus braços e aproveitar o calor do seu abraço. Porém, ela decidiu voltar para a margem antes de tentar. Decidiu desistir antes que se afogue na travessia. Ela não quer mais esgotar suas forças com quem não merece. Não quer doar-se por inteira a quem lhe devolva migalhas. Metades de atenção, de carinho e de entrega não são para ela.

Não são porque ela sabe bem o que é aceitar migalhas. E sabe que juntando todas as migalhas, não se faz um pão inteiro. Pelo contrário, os fragmentos e metades se multiplicam. E, se com dois inteiros já é muito difícil chegar até o outro lado da margem, imagina com metades…

Sendo assim, ela não aceita mais. Ela diz basta antes que precise pedir socorro. Porque só o que ela quer é alguém que lhe dê forças para realizar a travessia.

 

20 mar 2016
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