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netflix Archives - Luisa AccorsiLuisa Accorsi
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Filmes, Cultura

Dicas de Documentários no Netflix

Volta e meia faço um post aqui no blog com dicas de documentários do Netflix – eu sempre amei o gênero, e o serviço de streaming vive lançando vários de ótima qualidade! Esses foram os que eu assisti mais recentemente (alguns estreiaram no final do ano passado, outros neste ano) e super recomendo:

Audrie & Daisy

 

“Audrie & Daisy” foi lançado no festival de Sundance no ano passado e o tema não é nada leve: o documentário narra a história de 2 casos de estupro sofridos por Audrie Pott e Daisy Coleman – Audrie tinha 15 anos, e Daisy, 14. Elas moravam em diferentes regiões dos Estados Unidos, mas o que aconteceu depois do crime foi praticamente igual: injustiças e as vítimas e suas famílias foram sujeitadas à abusos e bullying nas redes sociais. Senti um sentimento de impotência e indignação diante de tanto horror e injustiça, mas acredito que é um documentário muito necessário!

Fyre Festival: Fiasco no Caribe

 

Esse documentário está dando o que falar e, assistindo, me pareceu um filme de ficção de tão inimaginável que a situação foi – mas não, é real gente! O Fyre Festival foi concebido por Billy McFarland, um empresário de Nova York, e o rapper Ja Rule, e seria um megaevento luxuoso em uma ilha particular do Caribe. O vídeo promocional estrelava nada menos que Bella Hadid, Alessandra Ambrósio e outras principais modelos do momento, o festival teria artistas consagrados, comida e instalações incríveis. Mas a realidade não foi bem assim! Muito interessante para vermos como um bom marketing nas redes sociais consegue manipular e causar danos à muita gente…

Conversando com um serial killer: Ted Bundy

 

Sou viciada por séries/minisséries sobre serial killers e me interessei bastante sobre essa série documental, composta por 4 episódios, sobre um dos mais temidos assassinos de todos os tempos: Ted Bundy foi acusado por mais de 30 crimes – todas as suas vítimas eram mulheres – ao longo dos anos 70. Ele era inteligente, muito carismático e por isso mesmo dá mais medo que o normal! O documentário mostra entrevistas do próprio assassino com o jornalista Stephen Michaud, nunca antes exibidas e é bem interessante e, sim – assustadora!

Beijos,

Luisa

06 fev 2019
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Filmes, Cultura

Duas comédias românticas fofas do Netflix!

O gênero comédia romântica estava praticamente morto – saudades, Um Lugar Chamado Notting Hill/10 Coisas que Odeio em Você – até que o Netflix resolveu “ressuscitar” aqueles filmes fofos que nos fazem chorar, rir, querer voltar à adolescência com 2 comédias românticas originais do canal do streaming – e eu estou amando! Confesso que nunca foi meu tipo de filme preferido, mas eu senti um conforto tão grande assistindo esses dois, sabe? Não são os melhores filmes do mundo e nem tem essa pretensão, mas acho que foi por isso que gostei tanto!

Para Todos os Garotos que Já Amei

 

Imaginem todos os crushes da época do seu colegial serem revelados e o pânico que isso te causaria. Laura Jean vê as cartas de amor que escreveu a cada um deles serem misteriosamente enviadas! Pensem em um filme fofo e multipliquem por 1000: “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi adaptado do best-seller de mesmo nome e está virando febre, até com rumores de uma sequência. Fiquei impressionada como o filme é bem feito, com um roteiro super bem escrito, visualmente bonito e com protagonistas – Lana Condor e Noah Centineo – carismáticos ao extremo! Sim, o filme se passa no colegial mas encanta todas as idades, vão por mim 🙂 P.S.: Sim, eu chorei!

O Plano Imperfeito

 

Essa é daquelas comédias românticas bem clássicas que há muito tempo eu não assistia e sentia falta! Harper (Zoey Deutch, amei ela) e Charlie (Glen Powell) trabalham no mesmo prédio como assistentes de dois executivos em Manhattan e são mal pagos e sobrecarregados. Com esses problemas em comum, os dois se juntam para uma missão: fazer com que os seus superiores insuportáveis se apaixonem e fiquem mais “lights”! É um filme divertido, leve, gostoso de assistir, sabem?

Preparem a pipoca e o cobertor, porque não tem nada melhor do que assistir comédias românticas assim!

Beijos,

Luisa

29 ago 2018
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Filmes, Cultura

Dica de Seriado do Netflix: Alias Grace

A primeira coisa que me atraiu à minissérie Alias Grace, que estreiou no final do ano passado no Netflix, foi que ela foi baseada no livro homônimo de Margaret Atwood – a mesma que escreveu “O Conto da Aia”, que por sua vez virou a série bombada “The Handmaid’s Tale”, que eu sou viciada! Outra curiosidade: Atwood baseou-se em um caso real que aconteceu em 1843 e chocou o Canadá na época.

Grace Marks é uma jovem imigrante irlandesa que chega ao Canadá em meados dos anos 1800, condenada pelo assassinato de seu patrão, o fazendeiro Thomas Kinnear (Paul Gross) e sua governanta Nancy Montgomery (Anna Paquin). Depois do acontecimento, Grace, com apenas 16 anos, se torna uma sensação – alguns a vêem como uma pecadora e assassina, outros como uma garota misteriosa que desperta curiosidade (principalmente dos homens), em grande parte por ser jovem, ter “boas maneiras” e ser bonita. Alguns de seus protetores contratam um psiquiatra americano com métodos modernos para a época, Simon Jordan (Edward Holcroft), para avaliá-la e (talvez) comprovar sua inocência.

O seu suposto cúmplice, James McDermott (Kerr Logan) acusa Grace de o ter manipulado e osquestrado todo o crime. A protagonista é ou não inocente? Com o recurso de flashbacks, ela conta ao médico sua história, suas perdas, a infância pobre, sobre seu pai abusivo e alcoólatra… tudo sob a perspectiva dela, o que nos faz perguntar se ela está mentindo ou não.

Mas tem muito mais na minissérie do que a questão da inocência. Como em “The Handmaid’s Tale”, “Alias Grace” toca em questões atuais e relevantes relacionadas ao patriarcado e como ele coloca mulheres contra mulheres, homens em posição de absoluto poder e destrincha a personalidade de quem está sob os holofotes. Tudo isso com uma produção impecável, fotografia belíssima, diálogo inteligente e atuações incríveis – a atriz que faz Grace é maravilhosa e imagino que não seja um papel nada fácil! Só não vá esperando aquele ritmo frenético, a narrativa é lenta e você pode não ter todas as respostas que procura… a série te faz refletir!

 

Me contem o que acharam!

Beijos,

Luisa

17 maio 2018
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Filmes, Cultura

As 5 melhores comédias românticas no Netflix

Oi, gente! Vocês já perceberam que comédias românticas boas andam meio escassas? Quando eu era adolescente, lá pelo início dos anos 2000, era o tipo de filme que mais fazia sucesso! Quem aí não lembra de clássicos como “Um Lugar Chamado Notting Hill” e “Simplesmente Amor”? Isso não quer dizer que não existem mais filmes bons desse gênero: “O Lado Bom da Vida”, por exemplo, foi um dos mais aclamados dos últimos tempos.

Acho que as comédias românticas são aqueles tipos de filme que dão uma sensação de conforto e que não enjoam, não importa quantas vezes você assista! O bom para nós é que temos nosso tão amado Netflix, que disponibiliza vários desses no seu catálogo, e eu fiz uma lista das minhas 5 comédias românticas preferidas que estão por lá:

 

Simplesmente Complicado (It’s Complicated, 2009)

 

Um elenco infalível (Meryl Streep e Alec Baldwin, precisa dizer mais?), Nancy Meyers como diretora (ela é conhecida como a “rainha” das comédias românticas) – não tinha como dar errado! Meryl é Jane, bem-sucedida profissionalmente, mãe de três filhos e divorciada há 10 anos de Jake (Baldwin), advogado e agora casado com a bem mais nova Agness (Lake Bell). Um almoço inocente entre os dois ex acaba dando início a um caso amoroso e, para completar, o arquiteto de Jane, Adam (Steve Martin) entra no meio… É um filme delicioso de assistir com a família toda, sabem? Assistiria mais 10 vezes!

 

Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999)

 

Esse é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos! Como não se encantar pela história de amor entre William Thacker (Hugh Grant), dono de uma livraria no bairro de Notting Hill, em Londres, e Anna Scott (a maravilhosa Julia Roberts), famosa atriz americana? Quem não lembra da famosa frase “I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her”? É aquele tipo de filme que encanta e agrada todo mundo, não importa quantos anos passem!

 

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

 

Falei que o gênero comédia romântica está em extinção ultimamente, mas O Lado Bom da Vida, baseado em um livro de mesmo nome, foi um dos filmes mais aclamados dos últimos anos – foi indicado a 8 prêmios no Oscar de 2013, incluindo melhor filme, melhor diretor e todos os prêmios de atuação. Quem acabou levando a estatueta de melhor atriz foi Jennifer Lawrence, que viu sua carreira decolar de vez depois. Acho interessante que o filme trata de temas delicados com humor e leveza: os dois protagonistas, Pat (Bradley Cooper) e Tiffany (Lawrence) são mentalmente instáveis e se ajudam mutualmente para reencontrarem o amor próprio.

 

Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, 2008)

 

Coloque uma relação entre pai e filha ou mãe e filha na história… e pronto, é meu ponto fraco! A fofa (agora ela está uma adulta, fiquei chocada) Abigail Breslin é Maya, filha de William (Ryan Reynolds), que passa por um divórcio. Para tentar fazer sua filha entender o momento difícil, William conta a história de seus 3 relacionamentos passados – ele muda os nomes, e Maya tem que adivinhar qual delas é a sua mãe. Os atores são super carismáticos e o filme é encantador, daqueles que te colocam um sorriso no rosto quando termina.

 

Onde Mora o Coração (Where The Heart Is, 2000)

 

A Natalie Portman é uma das minhas atrizes preferidas e vários filmes dela marcaram diferentes fases da minha vida, sabem? Eu lembro da minha infância com esse filme! Novalee (Portman), grávida, é deixada dentro de um Wal Mart pelo seu namorado (mais conhecido como boy lixo) e, sozinha e sem dinheiro, ela consegue viver dentro da loja até a chegada de seu bebê. No hospital, ela se torna uma personalidade instantânea e conhece a enfermeira Lexie (Ashley Judd). Claro que o filme tem vários clichês (como toda boa comédia romântica, haha!) e é bem água com açúcar, mas também é uma bonita história de superação.

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

 

07 ago 2017
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