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Comportamento, Bem Estar

Teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer

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Já dizia o sábio Cazuza. Sabemos da mentira, mas precisamos dela para seguir. É preciso acreditar que é real, mesmo quando o real é o que se cria inconscientemente. Por carência, por solidão ou por qualquer outro motivo, nos agarramos à mentira e a alimentamos. Damos a ela pequenas doses de ilusão, desejo e sonhos. Depositamos alegrias, fraquezas e experiências. E, a cada dia, a mentira torna-se cada vez mais verdade.

Seguimos. Acreditando que o amor é o mesmo que sempre desejamos.  Confiando que a outra pessoa está ali, ao nosso lado, de corpo e alma presentes. Enxergando no outro o que gostaríamos que ele fosse. Seguimos confiantes de que será para sempre. De que virão filhos, netos e bisnetos. De que fazemos parte de uma história linda de amor, a ser exibida em redes sociais, compartilhada em conversas com as amigas e com as tias nas festas de final de ano.

No entanto, como diz o ditado, a verdade tarda, mas não falha. Uma hora ela aparece e se escancara diante dos nossos olhos. Ela começa a dar pequenos sinais, diariamente, de uma forma sutil e delicada. Porém, o foco é a mentira e o que ela representa. Dessa forma, as demonstrações de verdade não são nada além de casos isolados. Exceções que, é claro, não fazem parte da mentira criada e alimentada por nós.

Mas aí, em um dado momento, tudo parece se clarear. O filtro que nos cegava perde força e a realidade toma conta. Passamos a entender que aquilo que chamávamos de amor era apenas mais uma mentira. Uma ilusão, um devaneio, que fazíamos questão de alimentar por pura vaidade. Por medo da solidão. Pela companhia nos domingos à noite. Pelas constantes mensagens de “eu te amo” no WhatsApp. Pela carência.

Afinal, quem não gosta de ter alguém que lhe dê atenção, carinho e que esteja ali quando precisamos? Faz bem para o ego. Supre carências e alimenta a alma. Aí nesse impulso de evitar a solidão, criamos ilusões e as depositamos sobre determinadas pessoas. Enxergamos verdade onde só há mentira. Acreditamos na história de amor de conto de fadas quando, muitas das vezes, o que vivemos é um relacionamento abusivo e desgastante. O nosso “príncipe”, na realidade, está longe de ser encantado.

Mais uma vez, Cazuza sabia bem o que dizia: “O nosso amor a gente inventa pra se distrair. E quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu.”

De fato, ele nunca existiu.

17 abr 2016
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Comportamento, Bem Estar

Basta! Antes que ela precise pedir socorro.

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“Hey, saudade de você”.

Pois é, ela também sente saudade. Do seu cheiro, do seu toque e dos seus beijos lentos e deliciosos. Ela apenas deixou de dizer. Depois de ficar no vácuo por tantas vezes, ela parou de falar sobre o que sente e resolveu guardar tudo aquilo dentro dela. Quase se afoga com tanto sentimento, mas, por vezes, ficar calada é a melhor opção. Ela se cala, ressente, sofre. E, em alguns momentos, escreve para aliviar.

Porque ela se sente nadando contra uma corrente forte e turbulenta. Ela sempre esteve disposta a atravessar o rio até alcançar a margem, no entanto, só espera que você a ajude. Estenda uma boia e a carregue ou apenas jogue um galho para que ela segure. Espera que você dê um mísero sinal de que ela pode seguir. De que, mesmo com medo, ela será capaz de atravessar o rio.

Porém, você acaba com todas as forças dela. Não só não oferece a boia ou joga o galho, como também faz questão de incluir outros obstáculos nessa travessia. Responde quando bem quer. Adora os tais joguinhos. Apesar de estar afim, faz questão de demonstrar que não está. Diz sentir saudade, mas após duas ou três mensagens trocadas, já encerra a conversa. Na maioria das vezes, nem encerra.

A sua saudade se mata rapidamente. Com algumas frases, ela desaparece. A dela não. Ela estava disposta a atravessar o rio turbulento para matar a saudade. Para cair nos seus braços e aproveitar o calor do seu abraço. Porém, ela decidiu voltar para a margem antes de tentar. Decidiu desistir antes que se afogue na travessia. Ela não quer mais esgotar suas forças com quem não merece. Não quer doar-se por inteira a quem lhe devolva migalhas. Metades de atenção, de carinho e de entrega não são para ela.

Não são porque ela sabe bem o que é aceitar migalhas. E sabe que juntando todas as migalhas, não se faz um pão inteiro. Pelo contrário, os fragmentos e metades se multiplicam. E, se com dois inteiros já é muito difícil chegar até o outro lado da margem, imagina com metades…

Sendo assim, ela não aceita mais. Ela diz basta antes que precise pedir socorro. Porque só o que ela quer é alguém que lhe dê forças para realizar a travessia.

 

20 mar 2016
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Comportamento, Bem Estar

10 fatos que todos precisam saber sobre términos

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Meninas, desde que terminei o namoro no ano passado, recebo muitos emails de meninas passando pela mesma experiência e querendo conselhos sobre o assunto. Eu não sou nenhuma expert em términos, mas tenho algumas dicas para quem está passando pela situação:

1. Tudo bem terminar mesmo que nada de ruim aconteceu.
Muitas pessoas acham que, para terminar um namoro, algo de horrível tem que acontecer – uma traição, por exemplo. Mesmo que a pessoa não esteja mais feliz na relação, ela esperamo outro fazer alguma coisa para conseguir terminar. Isso é um erro! Muitas relações simplesmente acabam, e é melhor terminar quando ainda existe carinho entre o casal do que deixar a relação se degradar ao ponto de um machucar o outro.

2. Evite a pessoa.
Mesmo que a relação terminou de forma amigável, não é saudável continuar frequentando os mesmos lugares que você ia com o ex, nem ficar encontrando-o toda hora! Assim, vai ser muito difícil se adaptar a uma “nova vida”. Aproveite a nova fase para conhecer novas pessoas e fazer programas diferentes!

3. Faça esportes.
Quando terminamos um namoro, é normal nos sentirmos ansiosas, e os esportes são uma ótima maneira de diminuir essa ansiedade! Se mate na academia, entre em um grupo de corrida, faça ballet com as amigas… além de você se sentir super bem depois de fazer o exercício, de quebra você vai ficar com o corpo mais bonito – e a auto estima vai lá em cima!

4. Não beba tanto.
É normal querer sair e beber todas depois do término de um namoro, mas isso não é uma ideia tão boa! Quando você está bêbada, as emoções estão à flor da pele e você não está no controle delas, então a chance de ligar para o ex e/ou mandar mensagens desesperadas é grande.

5.Permita-se ficar triste.
O término de qualquer relação é horrível! Então é completamente normal você se sentir triste e sozinha, e não há nada de mal nisso. Não se sinta pressionada para ficar ótima e super feliz, pelo contrário, dê tempo ao tempo! Chore, coma chocolate, ligue para suas amigas… você vai começar a se sentir melhor com o tempo. Todo mundo fala isso, mas é verdade: tudo passa.

6. Saia com as amigas.
Parece clichê, mas realmente sair com as amigas é a melhor coisa depois de um término! Faça programas bem de “menininha” como assistir filmes de romance, passar uma tarde fazendo compras – coisas que você pode ter deixado de fazer quando estava namorando. Eu estou fazendo muito isso depois que terminei, e nossa, é a melhor coisa do mundo!

7. Faça uma limpa no armário.
Depois de término, a gente sente uma necessidade de mudança e renovação. Por isso é a época perfeita para fazer aquela limpa no armário, organizar o quarto,  jogar fora tudo que não queremos mais…

8. Viaje.
Não precisa exagerar e fazer um retiro espiritual na Índia, mas viajar para qualquer lugar depois de um término é ótimo! Você vai se sentir livre, e é a época perfeita para viver novas experiências e conhecer gente diferente.

9. Fique sozinha.
Permita-se passar um tempo sozinha: lendo, assistindo filme, ou mesmo pensando. Nessa fase, é normal se sentir carente e com vontade de estar cercada de pessoas o tempo inteiro, mas é super saudável ficar um pouco sozinha para se conhecer melhor!

10. Não analise demais a situação.
Não tente analisar os motivos pelos quais a relação não deu certo – isso só vai causar tristeza e não leva a lugar nenhum. Simplesmente aceite o término e siga em frente. O que aconteceu, aconteceu!

11. Olhe para frente.
Seja qual for o motivo, se você terminou, é porque o relacionamento não estava bom. Se terminaram com você,  o relacionamento também não estava bom, e você não merece estar com alguém que não te queira! Por isso, não se apegue ao passado, foque no futuro, e  concentre-se no lado bom de estar solteira – juro, tem vários 🙂

Quem tiver mais dicas para superar um término, por favor, compartilhem nos comentários!

Beijos,

Luisa

23 jun 2014
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Comportamento, Bem Estar

Papo de Psicóloga – As (não) regras do sexo

Olá meninas, preparadas pra mais uma conversinha sobre sexo? Espero que sim, porque hoje o assunto do “Papo de Psicóloga” é mais picante!!! Quero pensar com vocês sobre como tornar o sexo mais legal.

Quem nunca viu aquelas reportagens de revistas com dicas para tornar o sexo INCRÍVEL???  Sugestões do tipo faça um strip-tease, use lingerie sensual, tente posições diferentes, música, velas e por aí vai.

Esse tipo de reportagem sempre me deixa com a impressão de que, além de dar muiiiito trabalho, sexo bom é uma coisa arriscada demais: a vela pode cair e incendiar a casa inteira, a pulseira enroscar em sua linda calcinha de renda na hora do strip tease e você ficar com cara de tonta, dar cãibra enquanto você tenta aquela posição diferentona do Kama Sutra… hahaha (tenho a imaginação um pouco fértil, eu sei!).

Bom, deixando as brincadeiras de lado, queria conversar sobre coisas que também podem deixar esse momento bacana nas horas que não estamos com tempo ou disposição para velas e rendas (nada contra!). Aí vão algumas opções que acho que podem ser legais, mas depois quero saber a opinião de vocês:

Sentir-se à vontade. De que adianta uma linda calcinha de renda se você não está se sentindo legal com ela? Como você vai relaxar?! Às vezes, é melhor optar pela combinação calcinha de algodão + sorriso no rosto! (mais uma vez, não tenho nada contra renda! Acho lindo! É só um exemplo, hahaha)

Não há regras. Meio contraditório né? Mas essa é importante! Não tem manual: primeiro a mão aqui, depois beijo ali… Sexo tem mais a ver com experimentar, sabe? “Isso foi legal”, “nunca mais vou tentar assim”, e por aí vai! Portanto, a regra é experimentar!

Relaxar! Nada mais simples e mais difícil do que isso! Nessa hora parece que vem todas as encanações e fica cada vez mais difícil esquecer o resto e aproveitar o momento. Mas vale a pena tentar! Aproveite o que esta acontecendo naquela hora, tente esquecer os julgamentos que nos assombram (“estou gorda”, “estou magra”, “se eu fizer isso com a perna ele vai pensar que…” e ad infinitum).

Saber o que você gosta (e do que a outra pessoa gosta). Como?! Observe, sinta, ESTEJA ALI naquele momento! Fácil? Nem um pouquinho! Mas vale a pena tentar!!!

Meninas, sei que o assunto é um tanto quanto difícil e que pra muita gente não é nada fácil “pôr em prática” essas dicas (que tirei das dificuldades que muitas garotas trazem para discutir em terapia). Por isso, também aqui vale lembrar: o que vale pra um, não necessariamente vale pro outro!

Mais uma vez, a chave é buscar se conhecer (acho que estou ficando repetitiva com esta fala, né?), entender seus sentimentos e como você reage nas diferentes situações da vida. Enfim, saber o que faz (e o que não faz) bem pra você.

Agora é a vez de vocês me contarem o que pensam sobre isso! E aí?!

Paula Cordeiro

paula.cordeirolima@gmail.com

Paula Cordeiro atua em clínica e é aluna do mestrado em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

20 jul 2013
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