( ! ) Deprecated: Methods with the same name as their class will not be constructors in a future version of PHP; sl_disclosure_widget has a deprecated constructor in /var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/plugins/skimlinks/widget.php on line 3
Call Stack
#TimeMemoryFunctionLocation
10.0001393752{main}( ).../index.php:0
20.0002395784require( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-blog-header.php' ).../index.php:17
30.0003411240require_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-load.php' ).../wp-blog-header.php:13
40.0004424120require_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/wp-config.php' ).../wp-load.php:42
50.0008541712require_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-settings.php' ).../wp-config.php:53
60.198334195416include_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/plugins/skimlinks/plugin.php' ).../wp-settings.php:362
relacionamentos Archives - Luisa AccorsiLuisa Accorsi
Slider

( ! ) Notice: Undefined property: stdClass::$items in /var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/pos-post-core.php on line 20
Call Stack
#TimeMemoryFunctionLocation
10.0001393752{main}( ).../index.php:0
20.0002395784require( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-blog-header.php' ).../index.php:17
30.545161922040require_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-includes/template-loader.php' ).../wp-blog-header.php:19
40.549762046408include( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/index.php' ).../template-loader.php:78
50.829665920600get_template_part( ).../index.php:3
60.829665921064locate_template( ).../general-template.php:168
70.829765921160load_template( ).../template.php:671
80.829965941384require( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/loop.php' ).../template.php:724
90.830065945880include_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/pos-post-core.php' ).../loop.php:1

( ! ) Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/pos-post-core.php on line 20
Call Stack
#TimeMemoryFunctionLocation
10.0001393752{main}( ).../index.php:0
20.0002395784require( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-blog-header.php' ).../index.php:17
30.545161922040require_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-includes/template-loader.php' ).../wp-blog-header.php:19
40.549762046408include( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/index.php' ).../template-loader.php:78
50.829665920600get_template_part( ).../index.php:3
60.829665921064locate_template( ).../general-template.php:168
70.829765921160load_template( ).../template.php:671
80.829965941384require( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/loop.php' ).../template.php:724
90.830065945880include_once( '/var/www/luisaaccorsi.com.br/htdocs/wp-content/themes/accorsi/pos-post-core.php' ).../loop.php:1

Comportamento, Bem Estar

Você precisa deixar ir

voce-precisa-deixar-ir

Quando já não cabe mais. Quando o espaço está apertado para o tamanho que a pessoa ocupa. Quando as lágrimas são mais constantes do que os sorrisos. Quando tudo começa a pesar. É aí que é preciso entender que não há mais nada a ser feito. Que as tentativas se esgotaram, afinal, é impossível continuar tentando quando não há mais disposição e respeito.

Não digo aqui que você precisa desistir no primeiro obstáculo. Descartar a outra pessoa como quem descarta um lixo reciclável: quando não lhe serve mais, descarta na lixeira mais próxima. Não é pra deixar ir só porque ele gosta de salada e você, de bacon. Porque ele é de um signo que não é o par perfeito do seu. Não é por qualquer motivo que a gente vai sair descartando por aí.

No entanto, há de se considerar que o fim chegou quando há tanto peso em algo que deveria ser leve. Uma relação, seja ela qual for, deve vir para acrescentar, jamais para tirar o que há de belo. Quando, ao se olhar no espelho, não encontrar mais o brilho que lhe pertencia, é a hora de parar. De colocar um ponto final, quando, por vezes, você insiste em colocar vírgula.

É preciso se reconhecer em uma relação. Entender que você é um, antes de ser dois. No momento em que tudo começa a desandar, você tende a não se reconhecer mais. Os seus amigos agora são os amigos dele. Os programas são sempre os que ele escolhe. Você não sabe mais qual é a sua vontade, sem ser a vontade dele. Você tem se tornado uma massa amorfa, sem gosto, sem opinião e, principalmente, sem força.

Apesar da dor da separação, nesses casos, ela é a única saída para que você não acabe se separando de você mesma. Para resgatar a própria identidade, é preciso deixar ir. Com a partida do outro, a casa fica vazia, com toda aquele desordem e sujeira. Aí é o momento de tirar o tapete e revelar tudo que havia por baixo dele. De fazer uma faxina, eliminando o que te impede de se reencontrar.

Nessa limpeza, você acabará encontrando resquícios de identidade. O livro que você tanto gostava, os convites de um show antigo da sua banda preferida, as cartinhas dos amigos, o brinquedo preferido na infância. Você redescobre que havia um “eu”, antes de haver um “nós”. O brilho reaparece, depois de se manter ofuscado diante de tanta poeira.

É hora de tirar a poeira, lustrar o brilho e deixar a casa pronta para as futuras visitas. Elas virão para reforçar ainda mais a beleza do seu interior, jamais para escondê-la.

Basta! Antes que ela precise pedir socorro. Leia aqui.

 

24 jul 2016
Comente
Compartilhe

Me siga no Instagram: @luisa.accorsi

Comportamento, Bem Estar

Ame-se, menina!

amor

“O que será que ela tem? Ela não é tão bonita fisicamente, mas, no fundo, é tão linda!”

Você já deve ouvido isso por aí. Aliás, você já deve ter falado isso de alguém. Algumas pessoas simplesmente exalam beleza, mesmo que esta não signifique apenas aparência. São pessoas que estão sempre sorrindo. Estão bem, mesmo que as coisas não caminhem tão bem assim. São humildes e atenciosas. E, sobretudo, são donas de um coração enorme, onde há espaço para cada um que se aproxima.

São maravilhosamente belas. Donas de belezas únicas e originais. Chamam a atenção por onde passam e, por incrível que pareça, essa atenção não vem da bunda sem celulite, do cabelo sedoso e muito menos do corpo magro e esbelto. Então, você se pergunta, de onde vem? Vem de dentro, moça. É fruto de uma autoestima elevada e de um empoderamento de dar inveja. São pessoas que se gostam, muito antes de gostarem dos outros. Têm o amor-próprio como guia e aceitação como objetivo diário.

E, diferente do que você pensa, essas pessoas não são diferentes de você. Não pertencem a outro mundo ou são as raras exceções de sorte da vida. Pelo contrário, são exatamente iguais a você. Sofrem, choram e, por vezes, querem ficar em casa, de pijama e com uma panela de brigadeiro na mão. São de carne e osso. Assim como eu, assim como você. No entanto, talvez os que as diferencie é que elas entendem as próprias imperfeições. Mais do que isso, as aceitam e não têm a pretensão de ser nada além do que já são.

Enquanto você está aí descontente com o seu corpo, com o seu cabelo que nem sempre está do jeito que você quer e com tantas outras coisas, elas estão lá, aceitando os bad hair days da vida, as gordurinhas a mais e tudo que poderia lhes incomodar, mas que, de forma alguma, as incomoda. Não incomoda porque elas não precisam da perfeição para estarem belas. Não precisam ser bonecas de plástico ambulantes para, de fato, se gostarem.

Elas são elas. E isso basta. Talvez, menina, seja a hora de começar a ser você mesma. De entender o que te faz bem, o que você gosta e o que pretende mudar. De começar a se olhar no espelho e, ao invés de procurar defeitos, encontrar o que te agrada. Você, com certeza, tem muitas coisas que agradam, mas você insiste em não vê-las. Insiste em se apegar a outras que considera defeitos, mesmo não sendo.

Não falta muito para você entrar para o time das pessoas iluminadas e belas. Aliás, falta apenas uma coisa. Um ingrediente especial que, com certeza, deixará o conteúdo especialmente belo: a autoestima. É hora de começar a te enxergar com os mesmos olhos que você enxerga essas pessoas que admira, com os olhos do coração. Ame-se, menina.

Porque nós não somos de plástico. Leia aqui.

 

10 jul 2016
Comente
Compartilhe

Me acompanhe no YouTube!

Comportamento, Bem Estar

Amar não depende de reciprocidade

shutterstock_267830384

Já me apaixonei muitas e muitas vezes. Apaixonar-se, para mim, não é algo difícil. Muito menos fácil. É apenas possível. A cada relação, me abro para a possibilidade de me apaixonar. Coloco-me à disposição para que, caso a paixão aconteça, eu a acolha naturalmente. Nessas tantas vezes em que aconteceu, em boa parte delas, não tive o retorno que eu esperava. A reciprocidade não veio para tornar o amor ainda mais belo. No entanto, isso não foi motivo para que eu não enxergasse a real beleza no simples fato de me apaixonar.

Há quem diga que o amor só vale a pena quando é recíproco. Discordo. É fato que, quando ele não acontece na outra parte, tudo se torna mais difícil. É preciso abdicar de um sentimento tão nobre, pois o outro não pode ou não quer recebê-lo. Muitas vezes, a gente não entende como alguém pode amar sozinho. Questionamos como o outro, por mais que tenha demonstrado algum sentimento, não consegue, de fato, retribuir o nosso amor. Mas aí, há certas coisas que a razão não dá conta de justificar. Principalmente, quando se referem ao coração.

E não é por isso que um amor não valeu a pena.  A reciprocidade, de forma alguma, desvaloriza o poder de se apaixonar. O fato de a outra pessoa não sentir o mesmo que você sente, não torna o seu sentimento menos nobre. Pelo contrário, o torna ainda mais valoroso, diante de um cenário em que ele não tinha condições de crescer, mas mesmo assim floresceu. É como uma planta que dá flor em um terreno árido e infértil. Contrariando todas as possibilidades, ela surgiu, assim como o amor.

Não pense que os apaixonados e não correspondidos são trouxas por isso. Eu não sou. Você também não é. Apenas cedemos espaço ao sentimento mais nobre e deixamos com que ele conduzisse as rédeas. Talvez agora, diante do conhecimento sobre o sentimento do outro, seja a hora de retomar as rédeas. De conduzir esse amor e canalizá-lo para o próprio bem. Transformá-lo em amor próprio e, sobretudo, não desvalorizá-lo diante da não-reciprocidade.

Saiba que emanar amor é um ato para poucos. Nem todos conseguem se apaixonar intensamente. Só quem se entrega consegue, de fato, permitir que o amor se instale. E, por mais que ele não seja recebido pelo outro, como eu e você gostaríamos, ele continua sendo amor.  Continua enchendo o seu coração de desejos bons, de energias positivas e do melhor que você pode oferecer.

Por isso, emane muito amor. Para o universo, para o outro e, principalmente, para você. Ame-se!-

Se é não, seja coerente com o não que você dá. Leia aqui.

26 jun 2016
Comente
Compartilhe

Me siga no Instagram: @luisa.accorsi

Comportamento, Bem Estar

O seu dia chegou

shutterstock_375336118

Ele chega para todo mundo. Por mais que você fuja, evite ou faça simpatias, em algum momento acontece. De repente, como quem não quer nada, a paixão chega de mansinho e invade o pequeno espaço do seu coração. Você se percebe assim, perdidamente apaixonada, emocionalmente afetada e racionalmente abalada. Não há razão que resista a um coração contaminado pelo vírus da paixão.

Eu sei, você tentou. Tentou evitar as mensagens depois do primeiro encontro. Tentou não demonstrar tanto carinho, enquanto passava levemente os dedos pelo cabelo dele. Evitou os olhares intensos e silenciosos depois de uma noite juntos. Fez questão de afirmar para os amigos que era só mais um “peguete”, sem qualquer vínculo ou compromisso. Bem, no início, poderia até ser, mas fugiu do seu controle, não é mesmo?

Pois é, a paixão vem para bagunçar. Parece ser essa a função dela. Destruir rotinas, calendários e programações. Paixão definitivamente não combina com controle. E, de fato, não seria tão intensa se combinasse. Não haveria graça se ela não nos tirasse o chão, nos bagunçasse o cabelo e nos fizesse sonhar feito criança. Parece clichê ou frase feita de comercial de margarina, no entanto, todo apaixonado sabe que é impossível separar paixão de clichê. Apaixonados se expõem ao ridículo, constantemente, com o único objetivo de alimentar o coração.

E, na real, quem se importa? A razão não tem peso algum quando é o sentido da paixão que grita. Você fica corajoso, arrisca, enlouquece. Sai do controle e, por muitas vezes, age como jamais agiria estando fora da situação. Ficam claras as reações estranhas dos seus amigos e familiares. Ninguém entende o que está havendo. Afinal, para eles, você é apenas mais um bobo apaixonado. Até que sejam eles a ocupar mesma posição daqui a algum tempo.

Ninguém está livre. Cedo ou tarde, ela chega. Algumas vezes, para ficar, transformando-se em uma belíssima história de amor. A paixão é sensata. Ela só fica enquanto houver sentimento e disposição. Não se alimenta de fragmentos e muito menos de superficialidades. Quando chega a sua hora de partir, ela deixa em seu lugar sentimentos substitutos.

Aos apaixonados, restam a vontade e a ação para que, após a partida da paixão, o amor ocupe o seu lugar. Que o ódio e a indiferença sejam apenas possibilidades, que no seu caso, não terão espaço para ocupar. Por aí, só o amor prevalece.

 

15 maio 2016
Comente
Compartilhe

Me acompanhe no YouTube!