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Viagens, Lifestyle

Hotel imperdível no Sri Lanka: Ceylon Tea Trails

Depois de visitar a capital do Sri Lanka, parti para a região do chá no Ceilão, no coração do Sri Lanka. Fomos de uma cidade à outra com o serviço do Sri Lanka Personal Drivers (a viagem durou umas 4 horas e meia), que eu super recomendo!

Para quem não sabe, a produção de chá é muito importante para o Sri Lanka. Graças à ele o país deu seu primeiro “boom” de desenvolvimento e o país se tornou um dos maiores produtores de chá do mundo. Esse da região do antigo Ceilão é muito famoso – o clima e o solo dão ao chá preto um sabor muito característico!

Estava super animada para conhecer o Ceylon Tea Trails, um hotel que fica a uma altitude de 1.250 m em uma fazenda de chá da época colonial – eles restauraram 5 bangalôs autênticos de plantadores de chá e cada um foi decorado com móveis da época. Por sua proximidade com o Central Highlands World Heritage, patrimônio da UNESCO, o cenário do lugar é um sonho: tem montanhas, lagos, cachoeiras… sem contar as plantações de chá! É algo único, uma paisagem muito diferente para nós!

Eu achei um charme que cada bangalô (que era a casa de uma família) é decorado de uma maneira diferente – eu fiquei no Castlereagh Bungalow, que fica na beira de um lago. O quarto é super espaçoso e realmente remete ao tempo em que o Sri Lanka era uma colônia inglesa. Todos os móveis e o estilo do quarto tem cara de antigo e parece que você voltou no tempo!

O hotel possui serviço de mordomo (me senti uma princesa ou sim?), spa maravilhoso e tem também um restaurante que oferece várias comidas típicas e tem também opções da culinária internacional – o legal é que eles usam ingredientes frescos que crescem ao redor da região. O chef chega, pergunta o que você você não gosta e prepara o menú especialmente para você! Demais, né? Ah, as refeições, bebidas selecionadas, o serviço de mordomo e até serviço limitado de lavanderia estão inclusos no preço!

Além do serviço impecável, o Ceylon Tea Trails também oferece várias atividades super legais: tem a “Tea Experience”, que demonstra todo o processo de produção do chá, que é super artesanal (achei super interessante!) e termina com uma degustação da bebida, além de rafting, caminhadas, passeios de bicicleta e excursões para cidades próximas e um parque nacional. Não dá para ficar entediado de jeito nenhum!

Para quem for visitar o Sri Lanka, super recomendo passarem uns dias nesse hotel maravilhoso – o lugar dá uma paz muito grande, não dá para explicar! Para quem quiser conhecer mais, fiz o tour pelo quarto nesse vlog (que tem até um momento muito tenso que aconteceu no momento da foto acima!)

Beijos,

Luisa

Fotos: Mana Gollo

27 abr 2018
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Viagens, Lifestyle

Dicas das Maldivas

Oii! Nesse momento estou praticamente do outro lado do mundo – mais especificamente, na Índia! Estava contando os dias para a minha viagem à Ásia, que é, sem dúvidas, um dos lugares que eu mais amo no mundo. É inexplicável a paz que eu sinto aqui! Dessa vez, eu e a minha fiel companheira e fotógrafa Mana Gollo vamos desbravar as Maldivas, Sri Lanka e Índia. Estou compartilhando várias dicas no meu Instagram, Youtube e agora aqui pelo blog, e espero inspirar mais gente a vir conhecer esses lugares tão maravilhosos e interessantes!

Na chegada, dormimos uma noite em Nova Délhi (nosso vôo foi Guarulhos – Londres – Nova Délhi) e já partimos para o paraíso na terra: as Maldivas, país constituído por nada menos que 1.196 ilhas localizadas no Oceano Índico, ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia. O país também é o menor e menos populoso da Ásia e tem o islamismo como sua religião oficial.

Nadando com as minhas amigas arraias

Pegamos o vôo de Nova Délhi até a ilha Hulhule, onde fica o aeroporto internacional de Malé (a capital das Maldivas), e de lá seguimos de lancha até o Four Seasons Kuda Huraa. Fomos de lancha porque nosso hotel era bem perto do aeroporto (deu uns 25 minutos) mas alguns hotéis ficam em outras ilhas mais distantes e talvez você tenha que pegar o hidroavião para chegar.

Acho que a dica principal para quem vem para as Maldivas é escolher um hotel bacana, porque cada hotel ocupa praticamente uma ilha (sim, elas são muito pequenas!) que ficam um pouco distantes uma das outras e não existe uma cidade bacana para turistar. Ou seja, você só fica no hotel e aproveita o que ele tem para te oferecer! O Four Seasons Kuda Huraa foi um dos hotéis mais incríveis que já me hospedei: fiquei impressionada com o atendimento impecável, a comida (tem vários restaurantes) e as atividades oferecidas. A rede Four Seasons tem outros 2 hotéis nas Maldivas, localizados em outras ilhas, e até um cruzeiro – vale muito a pena entrar no site e dar uma olhada!

Varanda do meu quarto – posso ficar aqui para sempre?

Admito que fiquei com um pé atrás antes de decidir conhecer as Maldivas, já que o país é um dos preferidos para casais na lua de mel – não achei que teria muito o que fazer com uma amiga, sabem? Mas gente, eu fiquei zero entediada! Fizemos aula de culinária, ioga na prancha de surfe, passeio de barco para ver os golfinhos, mergulho, massagem no spa… acho que é um destino perfeito para casais e também para ir com a família ou amigas! O Four Seasons Kuda Huraa também organiza surf trips (sim, tem onda nas Maldivas!) e milhões de outras atividades para todos os gostos. Todos os dias recebemos as “atividades do dia”!

Passeio de barco para ver os golfinhos oferecido pelo Four Seasons Kuda Huraa

A maioria dos hotéis nas Maldivas tem as chamadas water villas, que são, literalmente, villas que ficam em cima do mar! Nosso quarto tinha piscina privativa, cozinha e era bem privado, ou seja, você não tem nenhum contato com os vizinhos.

Foi o lugar mais lindo que eu já visitei na vida, não dá para não ficar de boca aberta com o mar calmo, transparente e quente – sim, quente -, o pôr do sol, o clima… quando eu falo que é um paraíso, é real!

Não dá para explicar o quanto esse lugar é lindo <3

Muita gente me pergunta se eu usei algum guia nas Maldivas, e eu não usei! Como você fica praticamente dentro do hotel, é normalmente ele que vai “organizar” sua viagem, transporte de e para o aeroporto e as atividades. Os custos dependem de onde você for ficar!

Não esqueçam de acompanhar meu canal e ver meus vlogs das Maldivas e dos outros destinos da minha viagem! Ah, vou continuar postando mais dicas aqui no blog…

Beijos,

Luisa

23 mar 2018
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Viagens, Lifestyle

O que fazer em Praga: 72 horas

Como eu já disse no meu post com dicas de restaurantes de Praga, eu fiquei completamente encantada pela cidade. Praga é única e mágica – sua arquitetura gótica, seus parques, pontes pitorescas, comida deliciosa, os tijolinhos vermelhos… quem ainda não foi e tiver a oportunidade, vá conhecer!

Eu fiquei 4 noites em Praga (foram 3 dias inteiros) e acho que deu pra conhecer a cidade super bem! O serviço de transporte público é ótimo e o Uber também funciona por lá, mas o centro é bem pequeno e o legal é bater perna mesmo para conhecer melhor a cidade. Apesar de fazer parte da União Europeia, a República Tcheca utiliza as coroas tchecas como a sua moeda – recomendo levar euros e trocar por lá mesmo (no aeroporto tem várias casas de câmbio).

  • Dia 01

Restaurante Eska, uma das paradas do food tour que vale a visita!

 

Food Tour

Sempre quando viajo para um país não muito conhecido, gosto de fazer um food tour no primeiro dia! Acho que conhecer as comidas típicas de um país, junto com um local, são uma ótima (e deliciosa) maneira de se aprofundar mais na cultura do lugar. Em Praga, nós fizemos o food tour Taste of Prague (escolhemos o Prague Foodie Tour) e foi incrível! Nossa guia, Karolina, foi sensacional e nos levou a vários restaurantes incríveis, nos explicou mais sobre a história e costumes tchecos… recomendo de olhos fechados! Ele é quase todo feito a pé – o legal é que dá pra ir conhecendo a cidade também – e dura aproximadamente 4 horas. O custo é de 2,700 CZK (aproximadamente 105 euros).

Monumento Nacional em Vítkov

O Monumento Nacional fica em uma colina chamada Vítkov – tem uma boa subida, mas a vista lá de cima, que dá para toda a cidade, vale a pena! O monumento foi construído em homenagem ao comandante da Guerra Civil da Boêmia Jan Zizka, mas teve seu propósito desviado quando os comunistas tomaram o poder. Hoje, o lugar é considerado uma homenagem à história da República Tcheca. Eu não entrei no memorial, mas para quem se interessar, os horários estão disponíveis aqui. Vale a pena dar uma volta pelos arredores – o  Zizkov é considerado o bairro boêmio da cidade e foi revitalizado há pouco tempo.

Na Prikope

Localizada na cidade nova, a Na Prikope é a principal rua de comércio da cidade. É bem cheia de turistas, mas tem que visitar, né? A rua dá na Praça Venceslau, o centro mais frequentado e movimentado da cidade. Termine o dia com um jantar no Café Savoy – como você come muito no food tour, esse restaurante super tradicional tem opções mais leves e deliciosas, como steak tartare e sopas! Ah, e sobremesas deliciosas também, porque ninguém é de ferro!

  • Dia 02

Eu e Mamy, e a Ponte Carlos de fundo!

 

Castelo de Praga

Comece a manhã do segundo dia conhecendo o Castelo de Praga, que não é bem um castelo, e sim um verdadeiro complexo com palácios, igrejas e museus. Nós seguimos o conselho da concierge do Four Seasons Prague e pegamos a fila que fica atrás do castelo, que é bem menor #ficaadica! Nós compramos o ingresso com o circuito B, que custou 250 CZK (aproximadamente 9,80 euros) e inclui visitas a Catedral de São Vito, Palácio Real, Basílica de São Jorge, e Golden Lane (o site tem várias informações).

Malá Strana

O passeio ao castelo dura uma manhã inteira, e eu super recomendo uma visita ao bairro Malá Strana depois, que fica pelos arredores e é um dos mais charmosos e antigos de Praga. Dá para almoçar por ali mesmo, no Lokal, que imita os restaurantes da era comunista. Não deixem de visitar as várias lojinhas que tem por ali – eu adorei visitar a Cihelna, loja conceito que só vende trabalhos de designers tchecos.

 

Ponte Carlos

A Ponte Carlos, a mais antiga de Praga e o símbolo da capital, atravessa o Rio Vltava da Cidade Velha até a Cidade Pequena. A vista dali é incrível e rende várias fotos – se conseguir driblar o mar de turistas, haha! A ponta foi construída no estilo gótico e está decorada com 30 estátuas em ambos os lados, que representam santos e patronos da época. Finalize o dia no bairro Zizkov, jantando no restaurante Eska, um dos meus preferidos! É um pouco longe do centro, mas dá para chegar lá de Uber.

 

  • Dia 03

A “Pequena Veneza” de Praga

 

Praça da Cidade Velha

É o coração da Cidade Velha, lotada de atrações turísticas. A rua Celetná tem vários prédios históricos; a Casa Municipal é a construção mais importante do estilo Art Nouveau; e a Igreja de São Nicolas também vale a visita. E claro, não deixe de ver a Old Town Hall Tower, com seu relógio astronômico.

Bairro Judeu

Para o almoço, recomendo o Café Imperial ou o Next Door by Imperial – os dois restaurantes ficam em frente ao outro e são do mesmo chef, o mais famoso do país. Depois, não deixe de dar uma volta no Bairro Judeu, que fica nos arredores e é bem bonito! Se tiver tempo, visitem as sinagogas, que são bem famosas.

Pequena Veneza/John Lennon Wall/Parque Kampa

As ramificações do Rio Vltava deram origem a “Pequena Veneza” de Praga, uma região da cidade com os canais. Os arredores são bem calmos e com bem menos turistas que outras partes do centro! De lá, vale a pena conhecer a John Lennon Wall, que tem uma história bem interessante (na época do comunismo, os jovens picharam a parede com frases do John Lennon, que permanece lá até hoje) e o Parque Kampa, bastante frequentado pelos locais. Antes, confira as atrações do Museu Kampa, que fica dentro do parque – visitamos a exposição do Manolo Blahnik e valeu super a pena!

Ponte Carlos a noite

Praga é ainda mais bonita durante a noite. A sensação de andar na Ponte Carlos ao anoitecer é indescritível! Encerre sua estadia em uma das cidades mais bonitas do mundo no restaurante Cottocrudo, que fica no hotel Four Seasons Prague, onde me hospedei. Me apaixonei pela culinária tcheca, mas confesso que senti falta de um italiano no último dia, haha!

 

Gostaram das dicas? O que vocês acharam desse tipo de post?

Beijos,

Luisa

06 nov 2017
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Vietnam, Cambodia, Viagens, Lifestyle

Roteiro de Viagem: Vietnã e Cambodia

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Muita gente pediu e aí vai o roteiro da nossa viagem para o Vietnam e Cambodia. A primeira coisa que fizemos foi decidir o número de dias que tínhamos para viajar e a partir daí pesquisamos o que queríamos conhecer, como chegar a cada lugar, etc. Voamos de Paris direto para Saigon (Ho Chi Minh) de Air France e voltamos Hanoi /Paris. Os vôos internos fizemos de Vietnan Airlines. Sinceramente, não tivemos problemas: os aeroportos são bem bons, com boa estrutura, organizados e limpos.

Em geral, as o Vietnam é bem seguro. Não tivemos problemas com isso. Em Saigon e Hanoi, aconselho usar os táxis das empresas Mai Linh ou Vinasun.

Segue o nosso roteiro, espero que ajude!! No final de cada cidade coloquei  o que eu mudaria no roteiro.

SAIGON (Ho Chi Mihn) – ficamos 3 noites e 3 dias inteiros

Dia 1 – Almoçamos perto do hotel e passeamos pelo bairro que era um pouco distante do centro. No final da tarde, pegamos um barco para o centro. Lá passeamos mais um pouco e depois encontramos nossas guias para o XO Food Tour noturno, que foi o máximo!!

Dia 2 – De manhã fomos explorar os pontos turísticos na garupa das Vespas das meninas do XO Tours novamente. Almoçamos no L’Usine, restaurante/ loja super descolado! À tarde, aproveitamos pra fazer uma super massagem, passeamos mais um pouco pela cidade e fomos curtir a piscina do Hotel. Jantamos no The Deck.

Dia 3– Saímos cedo de barco para um passeio no famoso Delta do Rio Mekong com o pessoal do Les Rives. Pessoal super top, grupo pequeno, ótimo barco. Foi um passeio de um dia inteiro, visitamos pequenas propriedades rurais, famílias típicas desta parte do país e suas sobrinhas de estimação, além de cidadezinhas a beira do rio e seus mercados. Tivemos uma almoço típico e depois voltamos para Saigon.

Mais detalhes de Saigon aqui ou aqui.

Que eu mudaria: Talvez ficasse mais um dia para conhecer os túneis de Cu Chi ou o mercado de flores de Cho Ho Thi no amanhecer.

HOI AN – ficamos 3 noites e 3 dias

O vôo entre Saigon e Danang dura aproximadamente uma hora e de lá até Hoi An são mais 30 minutos de carro. O Hotel Anantara oferece transfer à partir do aeroporto.

Dia 4 – Chegamos na cidade a tarde aproveitamos para conhecer os famosos alfaiates e também passear à pé pelo centro histórico. Vejam tudo aqui

Dia 5 – Passamos a manhã na The Vy’s Market Cooking School e a tarde aproveitamos a piscina e a praia  do Nan Hai Hotel.

Dia 6 – Durante a manhã, fizemos o passeio alternativo até a ilha de Kim Bong com o pessoal da Hoi An Free Tour. À tarde, fomos de bicicleta até a vilazinha rural de Tra Que.

Dia 7 – Aproveitamos a manhã para fazer um tour fotográfico com o  Hoi An Photo Walk, pois à tarde partimos para Siem Reap (Cambodia).

Obs: Acho que faltou uma visita a cidade imperial de Hue!

SIAM REAP– ficamos 3 noites e 3 dias

Dia 7 – Chegamos no início da noite e nosso hotel, o Phum Bkaitang, era um pouquinho afastado da cidade, então pegamos um Tuk Tuk para nos levar até o centro da cidade. Jantamos no Embassy, na King’s Road. Muito bom!

Dia 8– Conhecemos alguns dos mais famosos templos como Angkor Wat, Bayon e Banteay Kdei. À tarde tivemos que ficar na piscina, pois estava muito calor!

Dia 9 – Voltamos para visitar mais templos como o Angkor Thom,  Ta Prohm e o mais distante Banteay Srei. Jantamos no Chanrey Tree.

Dia 10 –  Acordamos as 4 da manhã para ver o nascer do sol em Angkor Wat. Uma emoção, vale muito a pena! Tínhamos um passeio pela zona rural agendado, mas não conseguimos sair da piscina do hotel, pois o calor de mais de 40 graus não deixou – Abril é o mês mais quente no Cambodia, é insuportável mesmo.  À noite, tentamos passear na Pub street e visitar os mercados noturnos,mas não conseguimos ver muita coisa, de tanta gente que tinha nas ruas comemorando o ano Novo.

Dia 11 – Aproveitamos a manhã para conhecer o comércio local e passar pelo centro de Siam Reap. À tarde, pegamos o avião para Hanoi.

O que faltou: olhar no calendário e ver que era Ano Novo, isso significa que muitos restaurantes e lojas fechados!! Além do que, em Abril faz MUITO calor.

HANOI – 2 noites

Dia 12 – Fizemos um food tour muito legal com Marc, um australiano que vive há mais de 15 anos em Hanoi. Comemos vários tipos de street food e aproveitamos para conhecer um pouco da cultura local.

Dia 13 – Tiramos o dia para conhecer os pontos turísticos de Hanoi como a biblioteca, o mausoléu do Ho Chi min e a Pagoda e também fazer umas comprinhas. A cidade tem muitas lojas que vendem artigos de seda.

HA LONG BAY – 1 noite

Dia 14 – Saímos cedo em direção a Ha Long Bay. A viagem dura umas 4 horas de carro, mas a estrada passa por vários lugarejos e cidadezinhas tão diferentes que acabamos não sentindo o tempo… Chegamos no pequeno porto e embarcamos no Jasmine Cruise em direção a Baia. O passeio é lindo e, apesar do tempo não estar muito bom, conseguimos subir até o topo da ilha de Titop para apreciar a vista e também conhecer as cavernas e vilas flutuantes. A noite, jantamos no barco.

Dia 15 – Acordamos para ver o nascer do sol na Baia, mas infelizmente estava chovendo…. Mesmo assim, o passeio valeu a pena! Voltamos para Hanoi e ainda tivemos tempo para as ultimas comprinhas e arrumar as malas e jantar antes de irmos para o aeroporto para pegar o voo para Paris.

O que faltou: conhecer SAPA, uma região nas montanhas ao norte do país. Vamos ter que voltar!!!

A viagem foi maravilhosa, recomendo muito! Quem tiver mais dúvidas, é só falar.

Beijos,

Luisa

 

01 ago 2016
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