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Viagens, Lifestyle

Roteiro de Viagem: 4 dias em Mônaco!

Tive a sorte de visitar Mônaco este ano não uma, mas duas vezes, e me apaixonei por este mini país – que, na verdade, é uma cidade-estado – localizado em um lugar mais do que privilegiado: no sul da França, às beiras do mar mediterrâneo. O principado é muito conhecido pela famosa Família Real, por seu circuito de Fórmula 1 e pelos Cassino, mas apesar do território muito pequeno (Mônaco é apenas um pouco maior do que a cidade do Vaticano e menor do que o Central Park, em Nova York), tem muita coisa para conhecer por lá!

Capital: Monte Carlo (Mônaco é considerado uma Cidade-Estado, então Monte Carlo seria na verdade um bairro dentro do território).

Moeda: Euro

Língua: Predominantemente francês

Como chegar: Não existem vôos direto do Brasil para Mônaco, mas quase todas as capitais europeias tem conexões para Nice, na França, que fica do lado de Monte Carlo. De Nice, dá para pegar um táxi, agendar um transfer com o hotel ou pegar um trem até Mônaco. Ah, tem a opção de ir de helicóptero também… muito luxo, gente! Mônaco é uma excelente extensão de qualquer viagem da Europa – se você está indo para a Itália, Suíça, França, Portugal etc, dá para ficar algumas noites no principado também.

Onde ficar: O que não falta em Mônaco são hotéis incríveis! Tive a oportunidade de me hospedar no Hotel Metropole Monte-Carlo, Hotel Hermitage Monte-Carlo e no Hotel Fairmont Monte-Carlo e todos foram maravilhosos! O Hotel Metropole Monte-Carlo não faz parte de uma rede, então é bem exclusivo e mais íntimo, sabem? Tudo é muito chique – a área da piscina foi imaginada por ninguém menos que Karl Largerfeld. O Hotel Hermitage Monte-Carlo é um dos mais tradicionais de Mônaco, com estilo mais clássico. Os quartos são lindos, super claros (amo quartos de hotel assim!) e alguns tem uma varanda com uma vista de tirar o fôlego de toda a riviera. Se você procura um lugar mais jovem e badalado, o Hotel Fairmont Monte-Carlo é o lugar – lá tem o restaurante Nobu e o beach club Nikki Beach, que bombam no verão!

Dia 01

Monte-Carlo Beach Club: Foi um dos lugares que eu mais amei em Mônaco! O Beach Club fica no hotel Monte Carlo Beach e você tem acesso livre caso esteja hospedado em um dos hotéis do grupo (Hôtel de Paris ou Hôtel Hermitage Monte-Carlo). O lugar é maravilhoso, parece que você é transportado para outra década, sabem? A piscina é icônica, com aqueles trampolins tipo anos 50, e o lugar também dispõe de uma praia privada – quase não tem areia, mas vale muito a pena entrar, a água é transparente e cor esmeralda!

Elsa: No próprio hotel Monte Carlo Beach tem o Elsa, primeiro restaurante 100% orgânico a receber uma estrela no guia Michelin. A comida é deliciosa (e saudável!) e o ambiente é super cool, com uma vista linda para o mar. Para quem não quer gastar muito, dá para comer pizzas e saladas no Los Cabanas, que fica no próprio Beach Club, ou no Le Deck, especializado em grelhados.

Casino de Monte-Carlo: Não dá para ir à Mônaco sem visitar o cassino mais famoso do mundo, inaugurado em 1863. Ah, e você pode só visitar sem jogar, que foi o que eu fiz! A arquitetura por si só é de cair o queixo e não deixem de conhecer a Ópera e tomar um drink na Salle Blanche, um bar/lounge dentro do cassino que tem vista para o mar.

Dia 02

Musée Océanographique: Poucos sabem que o Príncipe Albert I era oceanógrafo e cientista e construiu este aquário em 1910, combinando arte e ciência. Como tudo em Mônaco, o lugar é muito bem cuidado e tem uma vista maravilhosa para o mar da parte superior. O museu abriga diversas espécies de animais marinhos e é um ótimo programa para quem estiver com crianças!

Nikki Beach Monte Carlo: Vamos badalar um pouco depois do programa cultural, né? O Nikki Beach de Monte Carlo fica no rooftop do Hotel Fairmont Monte-Carlo, tem uma vista de tirar o fôlego e é super bombado! Ideal para fazer um “almo-rave”, sabem?

Sass Café: Um dos restaurantes mais agitados e concorridos de Monte Carlo. A comida é mediterrânea (tem para todos os gostos!) e deliciosa. Ah, o lugar vira baladinha depois da meia noite!

Dia 03

Parc du Cap Martin/Èze: Uma das coisas mais legais de ficar em Mônaco é que o principado é uma base perfeita para qualquer viagem! Dá para fazer vários bate-volta, já que de lá é possível visitar a França e a Itália no mesmo dia, por exemplo, e ter a experiência de se hospedar em Mônaco, que é um lugar único. Nice fica super perto e outras cidadezinhas bem legais também! O Parc du Cap Martin é um parque que fica em Cap Martin, na França, que antes pertencia ao território de Mônaco. Dá para reservar uma manhã para conhecer o lugar, que é lindo! Èze fica do outro lado, também na França, e é uma cidadezinha medieval super charmosa que vale a visita.

Le Vistamar: Esse restaurante, que tem uma estrela Michelin, fica no hotel Hermitage e sim, mais uma vez, a vista é maravilhosa! Amei a comida porque é super saudável e leve (os peixes são imperdíveis!) e uma delícia. No verão, o terraço fica aberto e o visual é muito lindo!

Compras: Olhar as vitrines das lojas luxuosas na Avenue de Monte-Carlo já é fazer turismo em Mônaco! Aproveite para fazer um people-watching – juro que nunca vi pessoas tão bem vestidas na vida como nas ruas de lá.

Blue Gin e Blue Bay: Antes do jantar, aproveite para tomar um (ou uns!) drink no Blue Gin, que fica no Hotel Monte Carlo Bay – o ambiente é bem gostoso e bomba no verão! O restaurante Blue Bay (que fica no mesmo hotel) também é estrelado e o chef, Marcel Ravin, criou um menu que mistura a comida mediterrânea com a caribenha. Muito interessante e maravilhoso!

Dia 04

The Princess Grace Irish Library: A biblioteca, fundada em 1984, presta homenagem à Grace Kelly, um verdadeiro símbolo de Mônaco. A atriz e princesa colecionou livros de origem irlandesa (tem alguns super raros, de edições especiais) por conta das raízes de sua família – além dos livros, o lugar, super íntimo, expõe também alguns objetos que eram dela.

La Piazza: Não poderia deixar de indicar um restaurante italiano aqui, né? O La Piazza é uma ótima opção para quem ama frutos do mar e uma boa massa.

Cidade Velha: Mônaco tem um centro histórico, que é o lugar mais turístico do principado. O lugar é muito charmoso, tem uns predinhos antigos e eu fiquei chocada como tudo é muito limpo e bem cuidado, apesar do grande número de turistas! Não deixem de visitar o Palácio dos Príncipes de Mônaco (os Grandes Aposentos estão abertos para visita no período do verão) e a incrível Catedral de Mônaco, construída em estilo bizantino. O casamento histórico de Grace Kelly e Príncipe Rainier foi lá!

Le Grill Monte Carlo: Esse restaurante é imperdível. Fica no topo do Hôtel de Paris (ou seja – de novo, a vista é maravilhosa!) e os pratos são focados na culinária mediterrânea, com ambiente super clean e cool. Não deixem de comer os famosos soufflés de sobremesa – todos são maravilhosos!

Gostaram das dicas? Mônaco é um dos lugares mais incríveis que eu já fui – tudo é tão lindo que às vezes eu nem acreditava que estava lá, sabem? Me senti uma princesa!

Beijos,

Luisa

19 dez 2018
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Viagens, Lifestyle

Dicas de Restaurantes em Budapeste

Já falei para vocês que me apaixonei por Praga (já viram o post de Dicas de Restaurantes em Praga e 72 horas em Praga?), e foi a mesma coisa com Budapeste! Tudo da capital da Hungria é santuoso: sua arquitetura, suas avenidas, o Rio Danúbio, suas pontes… é uma cidade cheia de vida e com muito verde! Também adorei a culinária do país: tem algumas coisas em comum com a República Tcheca, mas também muitos pratos e ingredientes típicos e restaurantes incríveis!

Bock Bisztró

O Bock Bisztró fica bem no centro da cidade, em uma de suas avenidas mais conhecidas, e é um lugar perfeito para experimentar os pratos típicos da Hungria. Também achei legal que eles emprestaram o estilo espanhol dos tapas: dá para pedir várias entradas e compartilhar, sabem? Amei o steak tartare (eles comem muito na Hungria, assim como na República Tcheca – mas o tempero é diferente, vale a pena experimentar!) e uma espécie de panqueca com molho de páprika (eles usam muito esse tempero por lá). De prato principal, vale a pena experimentar o schnitzel, nada mais nada menos que carne de porco à milanesa – se preparem, é tamanho família!

August Cukrászda

Conhecemos esse lugar com o food tour, e juro que lá comi um dos melhores doces da minha vida! Essa doceria (tem 3 pela cidade), que existe desde 1870, é super tradicional e mesmo assim não é tão conhecida por turistas. Os húngaros comem doces no café da manhã, mas também é um lugar perfeito para tomar um café no final da tarde – acompanhado de um bolo, é claro – o difícil vai ser escolher, haha! Meu preferido foi a Flódni, uma torta típica judaica com 3 camadas de recheio: maçã, nozes e semente de papoula.

Costes Downtown

Tínhamos ouvido falar muito desse restaurante, que tem uma estrela Michelin – apesar disso, achei o preço muito justo (comparado com outros restaurantes estrelados em outras capitais da Europa). Para quem puder ir, vale muito a pena! Escolhemos o menú degustação com 4 pratos – dava para escolher entre as opções do cardápio – e todos estavam incríveis, super bem elaborados e com apresentação impecável. O cardápio muda de acordo com a estação e a disponibilidade dos ingredientes, mas meus pratos preferidos foram as vieiras de entrada e o pato de prato principal!

Kollázs

O Kollázs fica localizado no interior do histórico palácio Gresham, onde funciona o hotel Four Seasons Budapest – um dos hotéis mais lindos que eu já me hospedei na vida! O ambiente do restaurante é super aconchegante e eles oferecem pratos da culinária internacional e também pratos típicos húngaros – ou seja, tem opções para todos os gostos! Pedi um escalope e estava sensacional. Também recomendo passar a tarde por lá para um café ou drinks no bar no final da tarde e aproveitar para conhecer um pouco do Four Seasons para quem não for se hospedar lá!

Rosenstein Vandégló

Tinha ouvido falar muito bem desse restaurante judaico (a Hungria tem uma enorme comunidade judaica, por isso a influência da culinária) e realmente não decepcionou. Foi um dos meus preferidos da viagem! O ambiente é mais tradicional, bem simples e fica em um bairro mais afastado do centro de Budapeste – parece casa de avó, sabem? O menu é extenso e inclui especialidades da cozinha húngara e judaica, além de uma rica seleção de vinhos locais. Destaque para a sopa de bolas de matzá (um dos pratos judaicos mais tradicionais), o vitelo ao molho de páprica e o fois gras (eles comem muito em Budapeste!) com molho de Tokaji, um dos vinhos húngaros mais famosos.

Borkonyha Wine Kitchen

Assim como o Costes, o Borkonyha é um dos restaurantes mais consagrados de Budapeste – e, felizmente, com preço justo também! A culinária é húngara moderna e, apesar de o cardápio não ser muito extenso, oferece opções para todos os gostos. Minha recomendação, de olhos fechados, é o porco – mais especificamente, o porco da raça húngara mangalitsa, o melhor que eu já comi na vida! E olhem que porco é de longe minha carne preferida, mas esse vale muito a pena. Quem não gosta, pode pedir sem medo porque o restaurante é realmente incrível!

Dica: as sobremesas húngaras são ótimas, e não deixem de pedir o doce acompanhado de uma taça de Tokaji, um vinho de sobremesa da Hungria mundialmente famoso. Não entendo nada de vinhos, mas realmente combina muito!

Beijos,

Luisa

29 nov 2017
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Viagens, Lifestyle

O que fazer em Praga: 72 horas

Como eu já disse no meu post com dicas de restaurantes de Praga, eu fiquei completamente encantada pela cidade. Praga é única e mágica – sua arquitetura gótica, seus parques, pontes pitorescas, comida deliciosa, os tijolinhos vermelhos… quem ainda não foi e tiver a oportunidade, vá conhecer!

Eu fiquei 4 noites em Praga (foram 3 dias inteiros) e acho que deu pra conhecer a cidade super bem! O serviço de transporte público é ótimo e o Uber também funciona por lá, mas o centro é bem pequeno e o legal é bater perna mesmo para conhecer melhor a cidade. Apesar de fazer parte da União Europeia, a República Tcheca utiliza as coroas tchecas como a sua moeda – recomendo levar euros e trocar por lá mesmo (no aeroporto tem várias casas de câmbio).

  • Dia 01

Restaurante Eska, uma das paradas do food tour que vale a visita!

 

Food Tour

Sempre quando viajo para um país não muito conhecido, gosto de fazer um food tour no primeiro dia! Acho que conhecer as comidas típicas de um país, junto com um local, são uma ótima (e deliciosa) maneira de se aprofundar mais na cultura do lugar. Em Praga, nós fizemos o food tour Taste of Prague (escolhemos o Prague Foodie Tour) e foi incrível! Nossa guia, Karolina, foi sensacional e nos levou a vários restaurantes incríveis, nos explicou mais sobre a história e costumes tchecos… recomendo de olhos fechados! Ele é quase todo feito a pé – o legal é que dá pra ir conhecendo a cidade também – e dura aproximadamente 4 horas. O custo é de 2,700 CZK (aproximadamente 105 euros).

Monumento Nacional em Vítkov

O Monumento Nacional fica em uma colina chamada Vítkov – tem uma boa subida, mas a vista lá de cima, que dá para toda a cidade, vale a pena! O monumento foi construído em homenagem ao comandante da Guerra Civil da Boêmia Jan Zizka, mas teve seu propósito desviado quando os comunistas tomaram o poder. Hoje, o lugar é considerado uma homenagem à história da República Tcheca. Eu não entrei no memorial, mas para quem se interessar, os horários estão disponíveis aqui. Vale a pena dar uma volta pelos arredores – o  Zizkov é considerado o bairro boêmio da cidade e foi revitalizado há pouco tempo.

Na Prikope

Localizada na cidade nova, a Na Prikope é a principal rua de comércio da cidade. É bem cheia de turistas, mas tem que visitar, né? A rua dá na Praça Venceslau, o centro mais frequentado e movimentado da cidade. Termine o dia com um jantar no Café Savoy – como você come muito no food tour, esse restaurante super tradicional tem opções mais leves e deliciosas, como steak tartare e sopas! Ah, e sobremesas deliciosas também, porque ninguém é de ferro!

  • Dia 02

Eu e Mamy, e a Ponte Carlos de fundo!

 

Castelo de Praga

Comece a manhã do segundo dia conhecendo o Castelo de Praga, que não é bem um castelo, e sim um verdadeiro complexo com palácios, igrejas e museus. Nós seguimos o conselho da concierge do Four Seasons Prague e pegamos a fila que fica atrás do castelo, que é bem menor #ficaadica! Nós compramos o ingresso com o circuito B, que custou 250 CZK (aproximadamente 9,80 euros) e inclui visitas a Catedral de São Vito, Palácio Real, Basílica de São Jorge, e Golden Lane (o site tem várias informações).

Malá Strana

O passeio ao castelo dura uma manhã inteira, e eu super recomendo uma visita ao bairro Malá Strana depois, que fica pelos arredores e é um dos mais charmosos e antigos de Praga. Dá para almoçar por ali mesmo, no Lokal, que imita os restaurantes da era comunista. Não deixem de visitar as várias lojinhas que tem por ali – eu adorei visitar a Cihelna, loja conceito que só vende trabalhos de designers tchecos.

 

Ponte Carlos

A Ponte Carlos, a mais antiga de Praga e o símbolo da capital, atravessa o Rio Vltava da Cidade Velha até a Cidade Pequena. A vista dali é incrível e rende várias fotos – se conseguir driblar o mar de turistas, haha! A ponta foi construída no estilo gótico e está decorada com 30 estátuas em ambos os lados, que representam santos e patronos da época. Finalize o dia no bairro Zizkov, jantando no restaurante Eska, um dos meus preferidos! É um pouco longe do centro, mas dá para chegar lá de Uber.

 

  • Dia 03

A “Pequena Veneza” de Praga

 

Praça da Cidade Velha

É o coração da Cidade Velha, lotada de atrações turísticas. A rua Celetná tem vários prédios históricos; a Casa Municipal é a construção mais importante do estilo Art Nouveau; e a Igreja de São Nicolas também vale a visita. E claro, não deixe de ver a Old Town Hall Tower, com seu relógio astronômico.

Bairro Judeu

Para o almoço, recomendo o Café Imperial ou o Next Door by Imperial – os dois restaurantes ficam em frente ao outro e são do mesmo chef, o mais famoso do país. Depois, não deixe de dar uma volta no Bairro Judeu, que fica nos arredores e é bem bonito! Se tiver tempo, visitem as sinagogas, que são bem famosas.

Pequena Veneza/John Lennon Wall/Parque Kampa

As ramificações do Rio Vltava deram origem a “Pequena Veneza” de Praga, uma região da cidade com os canais. Os arredores são bem calmos e com bem menos turistas que outras partes do centro! De lá, vale a pena conhecer a John Lennon Wall, que tem uma história bem interessante (na época do comunismo, os jovens picharam a parede com frases do John Lennon, que permanece lá até hoje) e o Parque Kampa, bastante frequentado pelos locais. Antes, confira as atrações do Museu Kampa, que fica dentro do parque – visitamos a exposição do Manolo Blahnik e valeu super a pena!

Ponte Carlos a noite

Praga é ainda mais bonita durante a noite. A sensação de andar na Ponte Carlos ao anoitecer é indescritível! Encerre sua estadia em uma das cidades mais bonitas do mundo no restaurante Cottocrudo, que fica no hotel Four Seasons Prague, onde me hospedei. Me apaixonei pela culinária tcheca, mas confesso que senti falta de um italiano no último dia, haha!

 

Gostaram das dicas? O que vocês acharam desse tipo de post?

Beijos,

Luisa

06 nov 2017
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Viagens, Lifestyle

Dicas de Restaurantes em Praga

Ainda estou em Portugal, mas há alguns dias atrás começava uma viagem incrível que fiz com a minha mãe e a minha irmã! Nosso primeiro destino foi Praga, capital da República Tcheca, que fica no leste europeu. A cidade já está na minha lista de lugares para voltar: Praga é linda (parece de brinquedo), super bem cuidada, com pessoas educadas, preços justos (é mais barata se comparada com outras capitais da Europa), arquitetura de cair o queixo, história muito interessante e culinária maravilhosa! Tenho várias dicas para compartilhar com vocês e vou começar pelos restaurantes:

Lokal

Na época em que a República Tcheca (na época, Tchecoslováquia) era um país comunista, todos os restaurantes eram iguais e deveriam servir a mesma comida. O Lokal, bem conhecido na capital (tem 3 pela cidade, se não me engano) imita os restaurantes dessa era, tanto na decoração quanto no cardápio! O menú é lotado de pratos típicos tchecos – desde a sopa de repolho (sei que parece ruim, mas é incrível!), o schnitzel (carne de porco frita na manteiga), queijo empanado com molho tártaro e, claro, a cerveja! A cerveja do Lokal é famosa e produzida de forma super artesanal.

Next Door by Imperial

Um dos meus restaurantes preferidos da viagem, o Next Door by Imperial, do chef tcheco Zdenek Pohlreich (ele é tipo uma celebridade por lá!) é descrito como um “moderno bistrô tcheco” e serve clássicos da culinária local. Eu pedi um braised beef (carne cozinhada lentamente) com molho de cranberry – maravilhoso – mas o destaque é o pato servido com dumpling de batatas, que minha mãe e minha irmã pediram! O chef também tem outro restaurante que vale a visita, o Café Imperial, que fica do outro lado da rua – o ambiente dos dois lugares é incrível, são prédios super antigos! Preço médio: cerca de

Eska

Nós amamos tanto esse lugar que fomos no Food Tour (vou fazer outro post contando tudo pra vocês!) que fomos jantar lá outro dia! O Eska fica em um bairro considerado hipster de Praga, um pouco afastado do centro e tem um estilo industrial, bem moderno e clean. A filosofia do restaurante é combinar o antigo com o novo: utilizar os ingredientes clássicos da culinária tcheca, com seus velhos métodos, e apresentar tudo isso de forma moderna. Vamos para os destaques: a entrada de pimentão recheado e, para os pratos principais, um tipo de “risoto” com grão fermentado de trigo e cogumelos e a batata assada no carvão. O menú muda sempre, de acordo com a disponibilidade dos ingredientes!

Cottocrudo

Nossa guia do food tour nos explicou que, depois da era do comunismo, a população queria comer tudo menos comida tcheca – o que explica os vários restaurantes italianos da cidade. O Cottocrudo, que fica no hotel Four Seasons Prague (que nós nos hospedamos) tem um ambiente incrível e oferece um cardápio tradicionalmente italiano com um toque moderno. Amei as entradas “crudas” (cruas) – pedimos um carpaccio de peixe que estava divino – e, de prato principal, o filet com fois gras (eles comem muito por lá), ravioli e alcachofra… me deu fome!

Café Savoy

O Café Savoy é um restaurante e padaria, ou seja, dá para almoçar, jantar ou ir até lá para comer um docinho e tomar um café no meio da tarde! É um dos cafés mais antigos de Praga (o teto de cair o queixo, no estilo neoclássico, foi construído em 1893) e oferece uma variedade de pratos tchecos com influência francesa. Quando fomos jantar, escolhi o beef tartare – não sabia, mas é um prato bem típico da República Tcheca – e, de sobremesa, comi um doce típico tcheco, vetrník, que é maravilhoso. Ah, o Apfel Strudel de lá foi o melhor que eu já comi na vida, então quem for tem que pedir!

Gostaram das dicas?

Beijos,

Luisa

26 out 2017
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